Nosso Amor So Aumenta
A natureza alivia as angustias, afaga o desconsolo, cura doenças físicas e equilibra o nosso ser interior.
Corações não mentem. Bom, tudo bem, talvez mintam. Mas nós não podemos ludibriar o nosso coração como fazemos com a nossa mente. Corações sentem as coisas, independentemente da nossa vontade. Eles não são lógicos, não tentam dar sentido às coisas o tempo todo. Eles simplesmente sentem.
Somos eternos pesquisadores; que tal fazermos uma diligência primeiro no nosso íntimo, para poder qualificar o íntimo dos outros.
Numa guerra interior, entre a nossa consciência e o nosso coração, cuja as perdas emocionais são inevitáveis, e as materias podem ser irrecuperáveis, porque perdas sempre comprometem o nosso equilíbrio, o inimigo somos nós mesmos, e quanto mais nos consideramos combatentes valentes e autossuficientes para enfrenta-la, desprezando a importância da humildade para pedirmos ajuda, a paz jamais ganhará território em nós. Uma bravura inútil que só nos derrota
Está inteiramente ao nosso controle apagar da nossa memória as recordações desagradáveis e os infortúnios da nossa vida.
Se tivéssemos o controle absoluto sobre o nosso espaço e tempo, jamais haveríamos de ter chegado. Talvez sempre fosse presente, não havendo nem futuro nem passado.
Porque a vida é assim, não é mesmo? Se pensarmos em cada pormenor que pode influenciar nosso caminho de mil maneiras, umas boas e outras ruins, nunca mais faremos nada.
Quem sabe as coisas se tornem menos difíceis se pararmos de valorizar pessoas erradas e mudar nosso comportamento.
ENCONTRANDO NOSSO CHAMADO
Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados. —Efésios 4:1
Quando procuramos seguir a Cristo, uma das lutas contínuas é tentar saber para que fomos chamados. Embora muitas vezes pensemos em termos de profissão e local, talvez a questão de maior importância seja a do caráter: o ser que reforça o fazer. “Senhor, quem Tu queres que eu seja?”
Em Efésios 4, Paulo escreveu: “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados” (v.1). Ele prosseguiu e acrescentou três fatos: seja humilde, seja manso, seja paciente (longânimo), “suportando-vos uns aos outros em amor” (v.2). Paulo escreveu estas palavras na prisão, um lugar difícil onde continuou a vivenciar seu chamado vindo de Deus.
Oswald Chambers disse: “Consagração não é ceder ao chamado para viver por Deus, mas, afastar de outros chamados, e a renúncia do nosso eu, para Deus, deixando que a Sua providência nos coloque onde Ele quer: em negócios ou advocacia, ou ciência; em fábricas, em política ou em algum trabalho enfadonho. Nós devemos trabalhar conforme as leis e valores do Reino de Deus.”
Quando somos pessoas corretas diante de Deus, podemos fazer qualquer tarefa que Ele nos dê e onde quer que nos coloque. E ao fazê-lo, descobrimos e confirmamos o Seu chamado. —DCM
O mais importante não é o que você faz, mas quem você é. David C. McCasland
Que nosso cotidiano seja vivido de maneira a perceber as sutilezas e belezas que fazem toda a diferença entre viver ou simplesmente deixar o tempo passar.
A beleza de Deus em nossoa olhos...
Perfuma nossa alma, perfuma nosso coração, e perfuma nossa casa.
É o símbolo da perfeição.
Antes de julgarmos o outro pelo nosso senso crítico temos que pensar se não estamos sendo ignorantes pela nossa rigidez em imaginar que o nosso conhecimento se aplica a tudo e a todos. Pois, quando agimos assim- na ignorância da rigidez- somos incapazes de tentar compreender as nossas próprias limitações humanas e por consequência a do próximo.
É certo que a crítica geralmente tem o poder de nos incomodar, pois mexe com o nosso modo de pensar. Portanto, as nossas palavras de julgamento tem que ter a eficácia de edificação. Logo, na medida em que palavras de julgamento forem ditas é racional vir carreadas de humildade e bom senso, para que, o ouvinte seja capaz de acolher de forma positiva o nosso ponto de vista e a nossa eventual instrução.
Para levarmos o próximo à reflexão não é preciso, necessariamente, mostrarmos conhecimentos em demasia- a fim de enchermos o próprio ego-, mas sim em termos a maturidade em apresentar conhecimentos com humildade, com o objeto de fazer com quem está escutando tenha à disposição para vivenciar dúvidas sobre comportamentos próprios ou alheios.
A ausência de flexibilidade em nossas críticas não inspira dúvidas para mudanças, mas sim dúvidas sobre a arrogância e a “chatura”.
A maturidade dos nossos palpites na vida alheia tem de possuir o poder de provocar questionamentos libertadores, em que apresente os erros e as mazelas, mas em que um mesmo momento seja capaz de expor possibilidades. É nesta maturidade em que nós nos permitimos sermos instrumentos de transformações na vida do outro.
Você já pensou em quantas bênçãos recebestes de nosso Deus?
E já pensastes em quantas vezes agradecestes?
O nosso era um mundo em que as espadas davam status, e esquivar-se da espada era perder honra, por isso corri na frente, com a loucura enchendo a alma e a exultação dando-me um poder terrível enquanto escolhia minhas vítimas.
