Nosso Amor So Aumenta
Nosso sistema funciona de um jeito que
Os mais sofridos são sempre excluídos
No poder abandonados
Passou no jornal eu vi
Esgoto aberto, ar contaminado
Cheiro de matar soldado
Buscando sobrevivência
Morando ao lado no bairro da penitencia
Foi condenado vier é sua sentença
Nosso sistema é o que nos faz perder
Os mais sofridos estão sempre sem poder
No espelho encontramos o reflexo de nosso corpo, em nossas ações encontramos o reflexo de nossa alma.
Com o tempo a gente aprende que tudo tem seu tempo (que quase nunca é o nosso!). Que é preciso respeitá-lo. A gente aprende tanta, mas tanta coisa. Aprende principalmente que é preciso passar muitas coisas só para a gente aprender. A viver. A ser feliz.
As nossas palavras expressam os nossos pensamentos, mas as nossas ações determinam o nosso caráter. Se as nossas palavras são diferentes de nossas ações, então a moral se torna duvidosa e a dignidade não se faz presente.
Dentro do nosso corpo, tudo funciona perfeitamente, o coração, o cérebro, as células, assim como o universo. Será que a terra é uma célula dentro de um corpo muito maior?
Voltando ao nosso assunto, chegamos a seguir ao pranayama, controle da respiração. Que tem isso a ver com os poderes de concentração da mente? A respiração é como o volante desta máquina, o corpo. Numa grande máquina encontrais o volante se movimento, e aquele movimento é comunicado à maquinaria cada vez mais fina, até que o mais delicado, o mais fino maquinismo da máquina é posto em movimento. A respiração é o volante, suprindo e regulando a força motriz de tudo neste corpo.
Houve, certa vez, um ministro de um grande rei, que veio a cair em desgraça. O rei, como castigo, ordenou que o encerrassem numa torre muito alta. Isso foi feito, e ali o ministro foi deixado, para morrer. Tinha ele, entretanto, uma esposa fiel, que veio ter à torre, pela noite, e chamou o marido lá no alto para saber o que poderia fazer por ele. Disse-lhe o homem que voltasse na noite seguinte e trouxesse uma corda comprida, um pouco de cordão bem forte, barbante, fio de seda, um besouro, e um pouco de mel. Embora muito espantada, a boa esposa obedeceu e levou-lhe os artigos pedidos. O marido disse-lhe que amarrasse bem o fio de seda no besouro, depois untasse as antenas dele com uma gota de mel e o libertasse na parede da torre, com a cabeça voltada para cima. A mulher cumpriu aquelas instruções e o besouro iniciou sua longa jornada. Sentindo diante de si o cheiro do mel, foi-se arrastando para a frente, subindo, na esperança de alcançá-lo, até que chegou ao alto da torre, onde o ministro o agarrou e se apoderou do fio de seda. Disse, então, à esposa, que amarrasse na outra ponta o barbante, e depois de o ter içado, repetiu o processo com o cordão forte, e, finalmente, com a corda. O resto foi fácil. O ministro desceu da torre por meio da corda, e fugiu.
Neste nosso corpo o movimento respiratório é o fio de seda. Mantendo-o e aprendendo a controlá-lo, apanhamos o barbante das correntes nervosas. Delas virá o cordão forte de nossos pensamentos, e, finalmente, a corda do prana10. Ao controlarmos o Prana, alcançaremos a liberdade
Nessa vida todos nos precisamos de pessoas que realmente façam o nosso dia ficar cada vez melhor, e que essas pessoas estão mais próximas do que nos pensamos.
A saudade é a resposta do nosso coração ao coração que nos amou e que pela força da vida se ausentou.
A maior herança que podemos receber não é em dinheiro,mas o maior valor que podemos deixar é o nosso caráter,e isso tem muito valor que se chama:Dignidade.
O desenvolvimento, nunca virá ao nosso encontro a não ser que cada um de nós tome iniciativa de ir ao seu encontro e busca-lo.
02 de Novembro,
dia de todos aqueles que não vemos, mas, estão presente em nosso coração e nossos pensamentos.
Dia dos que muito amamos e partiram.
Dia daqueles que nem sequer conhecemos, mas sabemos que um dia existiram.
Dia dos que deixaram saudades profundas, lembranças jamais esquecidas.
Dos que foram esposos, pais, amigos, filhos, tios, avós ou somente conhecidos.
Daqueles que jamais esqueceremos, porque a saudade é grande, mas como já sabemos... um dia nós nos encontraremos.
Alguns desencontros já me fizeram perceber que o nosso maior erro é querer seguir em direções que não nos levam a lugar nenhum. É preciso parar de correr em vão, de gastar nossas energias com quem faz de tudo para dificultar os encontros!
Nosso grande presidente afro-americano não teve exatamente um grande impacto nos bandidos que estão felizes destruindo a cidade.
Todos temos dois corações: um físico e outro metafórico ― um, usamos para bombear nosso sangue; o outro, vivemos emprestando àqueles que amamos deveras até que, alguém queira não mais devolver nosso coração e nos retribuir reciprocamente com o seu
