Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Não renunciamos a nossa existência, com medo de nunca mais voltarmos a conhecer o mundo tal como ele nos parece ser hoje.
Nada do que possamos fazer na vida, será suficiente para que não nos olhem como culpados pelo sofrimento de muitas pessoas no mundo.
A pobreza de um povo, não pode ser tida como fundamento para que os seus governantes não tenham políticas concretas que visem erradicar a miséria que aflige as famílias.
Quando uma NAÇÃO tem DEUS como fundamento da sua existência, mais tarde ou mais cedo, esta nação acaba por conhecer a prosperidade para o seu povo.
Uso a política como escudo para proteger o povo do flagelo sagaz imposto pelos impropérios da vida, que sobre a flecha da amargura, procuram lançar-se sem piedade para cima daqueles que nada têm e que até mesmo um pedaço do mundo lhes falta.
Quando o mundo não mais sabe como se posicionar para ultrapassar a pandemia que asfixia a economia e a vida do povo, alguns indivíduos com alguma acefalia, lutam para criar instabilidade social, convocando greves para reclamarem aumento de salário, quando, o momento agora exige a canalização de fundos para garantir a sobrevivência de um todo.
O optimismo tem de fazer parte da vida de cada ser humano como se da sua respiração se tratasse, pois, quem busca prosperidade sem ser optimista, iguala-se ao vento, sopra por todo lado, atingindo todos os alvos, mas, não alcança um objectivo concreto.
Se tivesse de decretar Estado de Emergencia ao meu coração, com certeza que escolheria como motivo pandêmico o amor incondicional que me dedicas, ainda que muitas vezes meu ser, não mereça o muito que tens sido para minha vida.
Os Estados qualificados como pobres, são na verdade Estados, cujos Governos não são suficientemente capazes de explorar com eficácia as riquezas existentes nos seus solos, sub-solos, mares ou outros sectores estruturantes ou fraturantes dos seus territórios.
A corrupção tem como corolário a fraca capacidade que o cidadão tem, de adquirir meios básicos de subsistência para si e sua família, resultante da má remuneração salarial.
Cravamos os mistérios sobre a nossa passagem pelo mundo, como se de um teatro se tratasse, onde a certeza sobre o final previsto no guião da vida, encontra-se secretamente escondido na mente do seu director de produção, que no teatro real da nossa vida chama-se DEUS.
Santificamos o dia em que nascemos sob o mérito do esforço da mulher que nos trouxe ao mundo, como guerreiros altivos e destacados, aprendemos a lutar pela vida, num campo de batalha cujo inimigo são apenas expressões nostálgicas da nossa mente.
Há geração COVID irá revolucionar o mundo, pois, a forma como os países se estão a preparar para formar os seus cidadãos, mostra que a filosofia do ensino presencial e as relações interpessoais físicas, estarão ultrapassadas no tempo e no espaço.
Quando um amigo deseja viver a nossa vida como personagem da nossa história, este há muito que deixou de ser nosso companheiro e farol para o nosso caminho seguro.
As manifestações têm como fim último persuadir os Governos a adoptaren novos e melhores métodos de gerir os recursos da Nação, mas, em momentos de crise em que o bem vida esteja em causa, os Governos têm de priorizar primeiro a vida, pois, não se gere um País, com gente morta.
As políticas que propalam a experiência como base para se ter acesso a um bom emprego, não são as mais consensuais, pois, ninguém nasce com experiência na fala ou a andar, mas, com o tempo todos aprendemos a falar, a andar e até a pensar com coerência.
Ao invés de celebrar-se o dia do pobre, dever-se-ia instituir o dia do combate à pobreza, como forma de sensibilizar as pessoas a adquirirem a pretensão de tudo fazer de forma honesta e diligênte para atingir a autossuficiência financeira.
Quando os jovens de um Estado, não se assumem como elementos fundamentais para o desenvolvimento social, cultural, político e econômico do seu País, estes jovens são meros espetadores do declínio da sua Nação.
Somos pequenos arquitetos de uma vida sem fim, mas, vivemos como pequenos hóspedes em corpo de desconhecidos.
Somos iguais a belas artes, admirados como os grandes quadros pintados com óleos celestiais, mas, não passamos de meras miragens da perfeição.
