Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Algumas pessoas passaram na sua vida como uma estrela cadente: rápida, linda, vivida, brilhante e passageira, mas, nunca mais sairá da sua lembrança.
Como esperar que alguém cure as suas cicatrizes, as suas dores, se você não permitir que um alguém entre de novo no seu coração.
A vida? Podemos dizer que é como um rio, que nasceu lá encima de uma montanha e vem vivendo até se encontrar e morrer no mar.
Irão lhe jogar pedras, lixos, retirarem seus peixes, nadar em você, navegar, mas isso pouco importa.
Precisamos estar em paz e feliz, para conviver com outras pessoas, como um médico doente cura alguém?
O silêncio, tenta ocultar uma dor horrenda e dor sem grito, sem gemidos é como todos os dias beber um trago, um gole da própria morte.
Na vida as coisas não são como agente quer, quando você compreende isto, você aprendeu a ganhar e a perder.
Eu insisto em te ver, porquê, meus olhos não mentem como a minha fala.
Eu insisto em te ver, porquê, o sorriso, da alegria em te ver, irão te falar sem palavras tudo aquilo que deverás sinto por você.
Eu insisto em te ver, porquê, o teu silêncio está ferindo a minha alma e quem sabe teu sorriso, tua fala me acalente.
Eu insisto em te ver, porquê, nosso tempo está acabando a ferida não fecha.
Se eu falar pra você que eu sinto saudade de você, eu estaria mentindo. Porque como sentir saudades de alguém que mora no meu coração e passa horas na minha mente?
Já vi poucos trocar seus por meia dúzia, mas, impressionante como muitos trocam seis por um quarto de meia dúzia.
A saudade tem raízes na esperança, como a esperança é a última a morrer, a saudade perdura nos corações.
Por necessidade, os Pais muita das vezes rotulam seus filhos como maluco, para tentar ocultar a falta de caráter deles.
Os amores são como fogueiras, no início uma pequena chama, que se transforma em luz e um calor ardente, no início do fim, fica tal como brasas com calor e luz moderada, no final apenas cinzas.
"O sol e a tempestade caminham juntos, não como opostos, mas como partes inseparáveis do mesmo tecido. Não é sobre esperar o alívio ou temer o caos, mas sobre aprender a existir entre eles, encontrando significado no intervalo."
O passado é como um leão faminto há três semanas. Se você parar para olhar para trás, ele te devora.
