Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A dor é a maior prova de que estamos vivos. Nos lembra o quão humanos somos, e como essa sensibilidade é capaz de transformar o mundo quando alimentada com amor.
A vida pode ser como seu jogo, apartir do momento onde você conquista tudo ele perde a graça e você desiste de jogar.
Assim pode ser o jogo da vida!
Aquele que já sentiu como é ser traído, saberá sorri nos momentos corretos, e não nos momentos de ilusão.
Assim como um buraco negro engole a luz de uma estrela, são as pessoas que preferem apagar o brilho de outra pessoa à aprenderem a brilhar.
Como é bom acordar na madrugadinha ouvir a chuva cair na telha, o cantar do galo, tomar café quentinho, enquanto se planeja o dia.
Alcançar pequenas metas é como construir partes das paredes que formarão o castelo de nossos grandes objetivos, e darmos o devido valor a tais triunfos é sinal que estamos no caminho certo e valorizando o que tem valor..
Ela mente, como todos nós. Ela não escreve para ser ouvida. Escreve porque não a ouvem. Não é a mesma coisa. Ou talvez seja.
É através da falha que se atinge a plenitude. Eis o paradoxo da hipertrofia muscular, assim como da vida.
Você que bem como eu sou,
Você que domina em mim
Este fogo que estou
Como eu te esperava.
Você é incrível como a natureza
Você não saí da minha cabeça,
Um golpe de amor por ti minha pequena.
Nossos pressupostos mentais funcionam como bússola a indicar caminhos e ímã para atrair situações, mas que nem sempre condizem com o que seria o melhor para nós.
Não procures saber como os outros podem te ajudar, mas sim como tu mesmo poderás sair da situação em que, na maioria das vezes, tu mesmo colocaste-te.
Mas eu sou só uma pessoa anormal como todas as outras, só tenho umas qualidades e tantos defeitos, um universo inteiro dentro do meu peito.
Ao deixarmos a Lua em Taurus-Littrow, partimos como viemos, e, se Deus quiser, retornaremos com paz e esperança para toda a humanidade.
Nota: Citação do astronauta estadunidense logo após partir da Lua de volta para a Terra, na década de 1970.
...MaisA falta de firmeza, antes de mais nada, atrapalha o homem: ele não progride, fica como quem está entre dois imãs: não é atraído nem por um, nem pelo outro; isso quer dizer que ele não faz o bem agora, porque se preocupa com o futuro, nem se prepara concretamente para o futuro, porque perde tempo agora e não acredita no futuro.
E tem mais: a falta de firmeza deixa o homem instável como as fases da lua. E não acabou não! O homem indeciso está sempre inquieto, nunca se sente satisfeito; mesmo quando está muito alegre, fica triste facilmente, fica irritado e procura facilmente suas compensações.
A experimentação voltada para a apreensão polifônica do mundo histórico apresenta-se como uma das muitas tarefas da historiografia do novo milênio. Não basta ao historiador reconhecer no mundo histórico os seus diversos personagens, portadores de singularidades e de posições ideológicas independentes, se, ao final da construção narrativa do historiador, estes personagens terminam por produzir, no seu conjunto de interações contraditórias, apenas uma única ideologia dominante. É preciso explorar alternativas para além deste padrão narrativo mais habitual no qual os historiadores, ainda que acostumados a administrar nos seus textos as diversas vozes sociais, nem sempre se empenham em transcender um modelo de escrita monódica no qual, no fim das contas, apenas uma única voz faz-se ouvir. Para que possa se realizar, a escrita polifônica precisa ser por um lado desejada (já que nem todos estão dispostos a abrir mão de um pensamento único). Por outro lado, o escrever polifônico também precisa ser aprendido. Podemos nos perguntar, mais uma vez, se a formação básica do historiador tem lhe proporcionado este aprendizado,
[extraído de 'Seis Desafios para a Historiografia no Novo Milênio'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019].
