Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Como é difícil falar com gente, gritando conosco.
Não por má educação ou irritabilidade, mas por simples falta de fundamentação
sólida daquilo que quer se expor.
Se não tivermos domínio sobre o assunto que queremos passar para alguém, é melhor nem começarmos, pois isto poderá até gerar desconfiança, pela fragilidade do argumento, mesmo que não seja esta a intenção.
(teorilang)
"A alegria de hoje depende de como você acordou para receber o novo amanhecer,uma coisa é certa chorando ou sorrindo,nada altera o poder de Deus."
Como podemos lembrar de nossa ignorância, uma exigência para o amadurecimento,se estamos usando nossos conhecimentos todo o tempo?
Me sinto menosprezado pelo seu sentimentalismo frio! Sinto-me como um poço sem fundo com seu silêncio pertubador. Ignorado ou rejeitado? Qual palavra definiria esse sentimento retroverso...?
Talvez se eu me visse como você eu pudesse me perdoar
Talvez se eu me visse como você eu não quisesse apenas chorar
Talvez se eu me visse como você eu não me sentisse mal ao acordar
Talvez se eu me visse como você eu pudesse realmente me amar
Você me machuca todos os dias
É como uma âncora que me puxa pro fundo sempre que acho possível alcançar a superfície
É como um peso em meus pés, me tornando incapaz de correr livremente
Mas a cada dia eu te amo
Eu te amo tanto quanto você me faz chorar
Eu te amo tanto quanto você faz eu me odiar
E eu não consigo parar de querer estar lá ao seu lado mesmo você me afastando tanto
Sinceramente... acho que ter um amor incondicional não é tão bom assim
Sinceramente talvez nem seja amor.
Há pessoas que são difíceis de entender e de compreender, são como a vírgula depois de um ponto final.
Menina mulher com simples sorriso mostra o que quer.
Quer ser amada como mulher.
Quer ser desejada como mulher.
Quer ser respeitada com mulher.
Mulher seu sorriso e doce como de uma menina mulher.
“O Caos na Avenida Central”
No principio era um dia como outro qualquer; um dia de folga.
Aproveitei então para resolver questões pessoais de rotina.
Já não era mais cedo, também ainda não era tão tarde. Afinal era uma tarde.
Enquanto eu caminhava pela avenida central, percebi que algo além do normal pairava pelos ares. Pressenti que o clima era tenso. Observei a reação das pessoas que ali passavam; e de outras que ali permaneciam.
Uma criança chorava no colo da mãe, que se apressava em atravessar a rua. Outras maiores eram imediatamente puxadas pelo braço em companhia de seus pais. A senhora se ajeitava com sua sacola de compras.
Em instantes percebi que pessoas corriam pela calçada. A tensão era constante e progressiva.
Pessoas se refugiavam em algum canto, outras procuravam abrigo onde houvesse.
Seu Joaquim da padaria imediatamente tratou de baixar uma das portas.
O grupo de estudantes se aglomerava no ponto de ônibus, e logo se espremiam para entrar na condução.
O ciclista em desespero largou sua bicicleta e correu para o armazém.
Percebi então que a tensão aumentava e a reação das pessoas era cada vez mais freqüente e conturbada; O desespero era notório em meio a tamanha confusão.
Os ambulantes tratavam logo de recolher suas mercadorias, outros se apressavam em baixar suas barracas.
Moradores locais espiavam das sacadas, e logo davam jeito de fechar suas janelas.
Em meio a toda algazarra surgiam homens da guarda municipal que corriam em direção a marquise.
Mais adiante, militares com seus cães atravessaram a rua em direção ao ponto de ônibus; outros se adentravam na galeria comercial.
Um soldado fazia gestos para o restante da tropa que rodeava o quarteirão.
Os pombos assustados levantaram vôo.
Pardais rodeavam a torre da catedral e logo sumiam entre os prédios.
Ouviam-se barulhos. As vezes agudos, as vezes mais graves.
Logo as barracas eram aos poucos atingidas.
Os automóveis estacionados, nem mesmo os que estavam em movimento escaparam.
Pessoas que não se abrigavam, ou aquelas que andavam distraídas também eram atingidas. Alguns ainda tentavam correr para um lugar seguro.
Enquanto eu permanecia ali, imóvel, observando toda aquela algazarra...
Fui atingido no ombro direito, depois no esquerdo... Naquele momento fiquei sem reação.
Fui atingido novamente no ombro direito, depois no braço, no peito...
Ouviam-se vozes gritando: Saia logo daí!
Percebi então que a rua se embranquecia pelo granizo que caía do Céu.
A chuva era o de menos; molhava, mas inicialmente não fazia mal.
Mas o granizo quando batia na cabeça, incomodava bastante.
Fui imediatamente para a marquise e esperei que a chuva passasse.
Fiquei ali o resto da tarde observando o caos da tempestade inesperada que agitava a correria urbana.
(Carlos Figueredo)
Felicidade, paz e sinceridade no olhar.
São essas coisas da vida,
Simples como o luar,
É que se vê de verdade,
Como é maravilhoso viver e amar.
Lembro que eu não queria e você perguntou
Quer dançar?
Mostrando como seria primeiro pisou no meu pé
Sentindo dor e alegria eu fui me deixando levar
Enquanto me conduzia já estava mostrando quem é
Vi com o tempo passando que sua mania é pisar
Eu fico pensando: Seu eu não queria, eu dancei de mané
"Sentir prazer em ser corrigido e ter sempre como boa coisa as correções, pois elas são mais úteis ao espírito do que os sorrisos. Receber de bom grado as correções; humilhar-se e agradecer pela caridade que nos fazem; persuade que o fazem para o nosso bem."
A vida te mandou pra mim como um presente. Achei q seria uma amizade normal, mas hj em dia não consigo viver sem você, meu amor.
EU ME SINTO
Sinto-me como uma criança colocada a força em um balanço e presa nele, enquanto ele gira em torno de si mesmo sem parar.
Como uma criança que não consegue ver nitidamente o que lhe cerca, o mundo a sua volta.
Como uma criança sem forças para parar o balanço, mas exausta de tanto tentar.
Como uma criança com tanto medo dentro de si que não consegue gritar.
Como uma criança que tudo o que faz é chorar.
Como uma criança, esperando que alguém possa me salvar.
Como uma criança com um imenso desejo de que tudo apenas acabe.
