Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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A paz ... como é bom a tranquilidade e harmonia da paz . Conflitos existem ,e, necessário se faz, acordo para que haja entendimento . Numa relação, quantas vezes alguém precisa ceder, para que haja serenidade nas ações do cotidiano . O mundo anda apressado e estressado com as divergências ,onde emanam diferentes conflitos de raças, religiões , política , tecnologia , sexualidade , poder ... O homem se perde no meio a disputas que nada valem se não houver justiça e equidade , que a verdade seja lúcida e alcance os verdadeiros valores humanos . É preciso que haja mansidão sem escravidão , que haja comunicação sem trapacas e enganação , que haja caridade , pois assim ,com verdade , vamos edificando um mundo onde será possível através do amor , emanarmos uns aos outros a verdadeira oração da paz .
João Batista Barbosa
Pensamentos

O choque com a realidade muitas vezes trazem significados positivos ou negativos , de acordo como você enfrenta . Nem tudo são flores , mas sempre é possível ferir com espinhos , escondidos no perfume e na beleza das cores !

LIBERDADE

A liberdade não existe com medo
Como sonhos sem imaginação !
Cada momento único faz história
Mudanças rolam no campo da vida
Bem e mal travam grandes batalhas
Amor e ódio giram pensamentos
E assim acontecem todo instante
As mutações do próprio sentimento
Gerando emoções através do tempo
Caminhos entrelaçam pessoas
Laços que tornam-se rotineiros
Mas nas asas do vento passageiro
Consolidam ou se desfazem
Deixando marcas negativas ou positivas
Liberdade é deixar fluir o amor
Sem constrangimento nem amarras
Simplesmente o natural viver
Livre somos quando percebemos
Que podemos voar muito além
E que nos braços de quem amamos
Nos tornamos ainda mais felizes!

JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS

DEPRESSÃO

Ah essa dor que no vai e vem
Se esconde como convém
Uma tristeza que corrói devagar
Faz até o tempo parar
Pois o relógio do vento
Gira um grande sofrimento
Ah essa dor que não cessa
Parece que nada impeça
Pois o vazio invade o peito
E nada parece ter jeito
Pra levar embora essa dor
Que faz virar um horror
Cada momento é sem sorte
Um pulsar assim tão forte
Que parece não valer a pena
Que nada nada engrena
E nem existem lágrimas
Não existe mais forças
Nenhum canto pra querer
E até bate vontade de morrer...
Dessa forma sofre alguém
Que não sente falta de ninguém
Uma força negativa
E caso não haja tentativa
Onde alguém insista ajudar
Pra que a vida volte a brilhar
Caso não haja compreensão
De quem entenda a depressão
E poder segurar pela mão
Esse alguém perdendo o coração
Possa recuperar a estima
E compor uma nova rima
Pois somente entende tal dor
Sabe que a única cura é através do amor !

João Batista Barbosa
Poesias e pensamentos

PESSOAS APONTANDO OS OUTROS

Vejo pessoas apontando a vida dos outros , como se fossem donos da verdade e capazes de se auto afirmarem superiores... Hipócritas! Enquanto julgam e infernizam tantas vidas, acumulam suas fraquezas e frustrações no íntimo de suas palavras e ações mesquinhas que algum momento com certeza encontrará o inferno de suas próprias atitudes no fogo que consumira sua própria vida!

JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIAS E PENSAMENTOS

AMIGO

A esperança nos traz emoção
Como é gostoso poder sonhar
Segurar as pontas do coração
Leva- lo ao infinito pra passear .
Mesmo que por vezes choramos
Por decepções ou por desenganos
Muito melhor quando encontramos
Alguém que de verdade confiamos.
A vida caminha entre espinhos e flores
Não ha quem nunca tenha sentido dores
Viver é como balanco das ondas do mar
Nos faz sorrir mas também nos faz chorar!
Por isso digo a você meu irmao
Carregue sempre no seu coração
O amor que te sustenta como abrigo
Na confiança certa de um grande amigo!

POESIA DE
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES

TRANSFORMAÇÔES!

A vida correndo assim
Em transformações ...
Como virar borboleta
Voar livre novos espaços
Deixando atrás o que passou!
E novos horizontes acontecem
Com um sorriso nos lábios...
E uma vida inteira pra lutar
Uma vida inteira
Entre lágrimas e risos
Para vencer cada etapa
Pois você merece felicidade
E mostrar pra todo mundo
Principalmente a si mesmo
Que vale a pena até sofrer
Que o presente as vezes em prantos
Va se tornar noutro momento !
A voz entoando novos cantos
Uma bela canção ao luar
Jorrando novo amanhã
Alegria para revelar
Que tudo passa!
Só não passa o seu querer
Sonhar antes do amanhecer
Que vai sentir a alegria de viver !

João Batista Barbosa
Poesia.

SONHAR!

Sonhar!
Como é tão bom sonhar...
Mas será
que os sonhos vão se realizar?
Claro!
Porque no exato momento
daquilo que você sonhou
já virou realidade
no seu mundo imaginário.
Então não deixe de sonhar
para uma vida mais intensa
mande fugir toda dor
olhe além do horizonte
e vai encontrar o amor.
Sonhar é atravessar o infinito
ter a certeza que o milagre
vai realmente acontecer
na fonte eterna
de sempre poder sonhar!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS

JUDAS BRASILEIROS

O povo chora
enquanto zombam os governantes...
Culpa de suas escolhas?
Como escolher entre o menos pior
numa ciranda de ladrões
corrompendo com palavras
mentiras que tem o propósito
levar milhões de pessoas
ao fundo da decadência?
Uma comadre fala para outra
o peso da sua dor
o fardo que não aguenta mais
e que não pára de aumentar
levando embora suas esperanças.
E o Judas sao mesmo brasileiros
contaminando todas as estruturas
com a podridão de seus aliados
mas que não trocou por trinta moedas
e sim por milhões , bilhões
vendendo todo nosso Brasil
para um domínio muito louco.
Enquanto se apresentam como ovelhas
esses lobos vao devorando tudo
fazendo até mesmo o próprio diabo
achar-se menor nas suas artimanhas
numa caldeira de corrupções
derramando o sangue do povo brasileiro
jogando água fervendo nas suas vidas.
Com seus instintos maléficos
pronunciam palavras nos palanques
anunciando novas mudanças...
querendo levar todos acreditarem
que fizeram um caminho celestial
enquanto todos sentem na pele
as brasas e o fogo infernal.
Pobre Brasil !
Que por tamanha riqueza
é destruido por uma minoria
ludibriado pelos traidores da nação
Os verdadeiros judas brasileiros!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL - ES

TÉDIO

Não sei mais como faço
Se nem sei como desabafo
Pois tem horas que a gente cansa
Não sabe mais como se dança
Se estamos sós reclamamos
Quando juntos
brigamos
Se é frio ficamos angustiados
Se calor nos deixa incomodados
Difícil mesmo nos entender
Somos como frases incompletas
Que escritas podem converter
Somos como uma frequência
Que vezes está no auge da sintonia
Outras no blefe da monotonia
Difícil entender esses momentos
Que trazem dúvidas e tormentos
Então o melhor a se fazer
É num canto deixar passar
Essa coisa que embola a mente
Como corrente sem dente
O silêncio é melhor remédio
Pra nos curar desse tédio
No silêncio acalmamos o coração
Pois no silêncio a cura vem em oração !
Joao Batista Barbosa
Poesias

A lata do lixo tem moscas, ratos e baratas como seguidores.

"As tolas alegrias de quem não aprendeu e sente dores que pesam como o mundo."


- Insistência, Vida e Poesia

O ABISMO COMO CONSCIÊNCIA E CONDENAÇÃO À LIBERDADE.
O abismo não é um lugar. É uma condição. Não se trata de um espaço onde se cai, mas de uma verdade diante da qual se desperta.
O teu sonho, nessa leitura, não é simbólico no sentido comum. Ele é existencial em sua raiz mais profunda. Revela a própria estrutura do ser humano enquanto consciência. O homem surge no mundo sem essência prévia. Não há natureza fixa. Não há destino traçado. Há apenas a existência em seu estado bruto. E essa existência carrega consigo um vazio inevitável. Um nada silencioso que habita o centro da consciência.
Esse nada é o teu abismo.
Não como destruição, mas como liberdade absoluta. Porque, ao não seres determinado por nada anterior, estás condenado a escolher. A cada instante. A cada gesto. A cada pensamento. Essa liberdade radical não é leve. Ela pesa. Ela inquieta. Trata-se de uma angústia que não nasce do perigo concreto, mas da percepção vertiginosa das possibilidades infinitas de ser.
Sonhar com o abismo, nesse contexto, é perceber que não há um solo essencial que te sustente. Não há uma identidade fixa que te defina antes de agir. És tu quem te constrói. E essa construção se dá sem garantias, sem absolutos, sem um fundamento externo que te isente da responsabilidade.
Há uma imagem que ilustra essa condição com rigor. Um homem diante de um precipício não teme apenas a queda. Ele teme a possibilidade de lançar-se. Esse é o verdadeiro abismo. A consciência de que o ato depende unicamente de si. De que nada o impede, exceto a própria decisão.
Assim, o teu sonho não denuncia fragilidade. Ele denuncia lucidez. É o instante em que a consciência se percebe livre e, ao mesmo tempo, exposta. Sem desculpas. Sem subterfúgios. Sem um roteiro previamente escrito.
Há, contudo, um risco silencioso. Fugir desse abismo interior é viver em dissimulação. É criar máscaras, papéis rígidos, justificativas artificiais para escapar da liberdade. É fingir ser algo fixo para não enfrentar o peso de escolher continuamente.
Encarar o abismo, portanto, é um ato de autenticidade. É aceitar que não há essência anterior que te determine. Que és projeto. Que és construção contínua. Que és, a cada instante, aquilo que decides ser.
Teu sonho não anuncia uma queda. Ele revela uma condição. Uma convocação silenciosa à responsabilidade integral de existir.
E no centro desse silêncio, há uma pergunta que não pode ser evitada.
O que farás com a liberdade que te constitui como um abismo sem fundo.

" E no crepúsculo das ações humanas, é a gentileza que permanece como testemunho sereno de que a alma soube elevar-se acima da brutalidade do mundo."

REALIDADE DOS HOSPÍCIOS SEC.19.
A IMPRESSIONANTE E COMOVENTE HISTÓRIA DE Nellie Bly.
Como uma pioneira repórter do século 19 se infiltrou em um hospício feminino em Nova York.
Uma estranha no ninho
Como uma pioneira repórter do século 19 se infiltrou em um hospício feminino em Nova York para narrar os abusos sofridos pelas internas.
do banco para mudar um pouco a posição, mas eram sempre repreendidas e instruídas a sentarem-se eretas. Se falavam, eram repreendidas e mandadas calar a boca; se queriam andar um pouco a fim de tirar a rigidez do corpo, mandavam que se sentassem e ficassem quietas. O que, com a exceção da tortura, levaria mais rapidamente à loucura do que esse tratamento? Aqui as mulheres eram enviadas para serem curadas. Eu gostaria que os médicos especialistas que estão me condenando pelo que fiz, o que só provou a habilidade deles, escolhessem uma mulher perfeitamente saudável, a fizessem calar a boca e sentar-se das seis da manhã às oito da noite em bancos sem encosto, não permitindo que ela falasse ou se movesse durante todo esse tempo; que a deixassem sem ler nada e que não ficasse sabendo nada do mundo ou do que acontece e dessem a ela comida ruim e tratamento ríspido; e então vissem em quanto tempo ela ficaria louca. Dois meses seriam suficientes para transformá-la em uma ruína mental e física.

Bly passou dez dias no hospício até um advogado do jornal liberá-la, e sua denúncia não foi em vão. Diante da pressão popular e de um júri designado para investigar o caso, a prefeitura de Nova York passou a destinar 1 milhão de dólares a mais por ano para o tratamento dos loucos. A comida melhorou, agasalhos foram doados e médicos e enfermeiras passaram a ser mais atenciosos. No entanto, quando a reportagem foi publicada em livro, Bly voltou à ilha para escrever um novo capítulo e encontrou algumas das companheiras em estado ainda pior. Hoje, o hospício está desativado, o local foi transformado em um bairro residencial e a ilha mudou de nome para Roosevelt Island.
OBS. Somente para título de informação. Não possuo canal no YouTube então o interesse que nos move é tão somente mostrar em película a extraordinária vida dessa mulher que mudou a visão sobre os doentes mentais.

" O LUTO COMO PURIFICAÇÃO AFETIVA À LUZ DO ESPIRITISMO.
“Determinamos o encarceramento nas próprias criações inferiores.” Tal advertência de Francisco Cândido Xavier, pela voz espiritual de Voltei através de Irmão Jacob, representa uma das mais profundas reflexões sobre o sofrimento humano. O luto, ante a ótica espírita, não constitui punição emocional nem expressão de fragilidade da alma encarnada. "

O IMPERDOADO.
A infância não chegou como jardim.
Veio semelhante a um corredor austero de vozes severas.
Mãos invisíveis moldaram-lhe os ossos da alma.
Ensinaram-lhe a curvar-se antes mesmo de compreender o peso dos céus.
Disseram-lhe que sentir era fraqueza.
Que o homem digno deveria transformar lágrimas em silêncio.
Que a obediência era mais importante que a verdade interior.
Então ele cresceu.
Cresceu como crescem as árvores atingidas pelo inverno perpétuo.
Fortes por fora.
Mortas em regiões ocultas.
Carregava nos olhos um oceano imóvel.
Os dias passavam semelhantes a procissões de ferro.
O mundo exigia máscaras.
E ele as vestia uma após outra.
O filho exemplar.
O homem disciplinado.
O rosto imóvel diante das tragédias.
A criatura útil diante das engrenagens sociais.
Mas cada renúncia enterrava um fragmento de si.
As cidades iluminavam-se enquanto sua consciência escurecia.
Os salões celebravam triunfos vazios.
Os homens brindavam conquistas sem perceber o abismo que carregavam no peito.
Toda civilização possui seus palácios.
E seus cemitérios invisíveis.
Ninguém ouviu o colapso dentro dele.
Certas dores não produzem gritos.
Produzem desertos.
Durante anos caminhou entre multidões como um espectro filosófico.
Falava pouco.
Observava muito.
Aprendera que o mundo teme aqueles que enxergam excessivamente.
Então certa noite.
Quando os sinos interiores da existência estremeceram sua memória.
Ele viu.
Viu a própria vida semelhante a uma catedral incendiada.
As virtudes impostas.
Os afetos mutilados.
Os sonhos executados lentamente pela disciplina cruel dos homens.
Percebeu que fora domesticado para sobreviver.
Jamais para viver.
E naquele instante o universo tornou-se pesado.
As estrelas pareciam lápides suspensas sobre a humanidade.
O vento possuía gosto de ruína antiga.
Os rostos humanos tornaram-se máscaras fatigadas buscando sentido entre guerras, vaidades e solidões intermináveis.
Então o Imperdoado ergueu-se.
Não como herói glorioso das antigas epopeias.
Mas como sobrevivente metafísico de uma civilização emocionalmente enferma.
Sua revolta não nasceu do ódio.
Nasceu do esgotamento da alma.
Ele compreendeu que muitos homens morrem décadas antes do túmulo.
Que inúmeras existências continuam respirando mesmo depois da destruição interior.
Que existem corpos vivos carregando espíritos exaustos pelas avenidas do mundo.
E chorou.
Não por fraqueza.
Mas porque finalmente encontrou os escombros de si mesmo.
As muralhas emocionais desabaram como impérios antigos.
Toda a dor silenciada regressou semelhante a uma tempestade sepulcral.
As humilhações esquecidas.
Os amores sufocados.
As palavras jamais pronunciadas.
As despedidas jamais compreendidas.
Tudo voltou.
E diante da eternidade indiferente das constelações.
Ele fitou a própria existência e disse silenciosamente.
“Roubaram-me a essência antes que eu pudesse conhecê-la.”
Desde então tornou-se andarilho das sombras interiores.
Não buscava glória.
Não desejava absolvição.
Procurava apenas um fragmento intacto da própria identidade sob os destroços do mundo.
Porque certas almas não desejam vencer.
Desejam apenas não desaparecer completamente dentro daquilo que os homens chamam civilização.
E os céus permaneceram imóveis.
Como sempre permaneceram diante das tragédias humanas.

LÁGRIMAS ESCURAS ESTRANHAS.
“Camille Marie Monfort caminhava como quem carregava um inverno dentro do peito. Não eram lágrimas comuns. Eram precipícios líquidos escorrendo silenciosamente pela face de alguém que compreendeu cedo demais o peso das despedidas.”
Ela não chorava apenas por um amor perdido. Chorava pelas múltiplas mortes invisíveis que a existência impõe lentamente à alma humana. Chorava pela infância que lhe arrancaram antes da hora. Pelos corredores vazios das antigas casas aristocráticas onde o silêncio parecia observar cada passo. Pelos retratos antigos que conservavam sorrisos de pessoas já devoradas pelo tempo.
Camille descobriu algo terrível. Algumas pessoas não enlouquecem por excesso de dor. Enlouquecem por excesso de lucidez.
As tristezas escuras nasceram quando ela percebeu que muitos afetos humanos são frágeis demais para sobreviver ao desgaste do egoísmo, da vaidade e das conveniências sociais. Desde então, seus olhos passaram a carregar aquela melancolia semelhante às catedrais abandonadas após a chuva.
Existia também outra ferida. Mais profunda. Mais metafísica.
Camille sentia-se deslocada do próprio século. Como se sua alma pertencesse a algum salão antigo iluminado por velas mortiças, música fúnebre e cartas jamais enviadas. O mundo moderno lhe parecia excessivamente rápido para compreender sentimentos profundos. Via pessoas sorrindo enquanto apodreciam emocionalmente por dentro. Via corpos vivos habitados por espíritos fatigados.
Por isso suas lágrimas eram escuras.
Não porque amasse a escuridão. Mas porque a escuridão havia aprendido a morar nela.
Ainda assim, havia beleza em sua tragédia. Uma beleza austera. Quase litúrgica. Camille transformava sofrimento em contemplação filosófica. Enquanto muitos endureciam diante das perdas, ela tornava-se mais sensível, mais introspectiva, mais perigosa para si mesma. Certas almas possuem esse destino. Não nasceram para atravessar a vida superficialmente. Vieram para sentir tudo até o último abismo.
E quando a noite caía, Camille permanecia diante da janela observando o mundo como quem esperava algo impossível retornar das sombras. Talvez um amor. Talvez uma vida que nunca viveu. Talvez apenas a parte de si mesma que morreu silenciosamente sem que ninguém percebesse.”

“A pureza de uma alma revela-se na maneira como ela trata aquilo que ninguém observa.”

"As lágrimas são como a chuva sobre a terra cansada: depois delas, algo invisível começa a florescer."