Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.
Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.
Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.
Aquele que não aceita que você seja como você é, está tentando controlar sua vida. E, da mesma forma, aquele que você não aceita ser do jeito que ele quer, você está tentando controlá-lo.
O controle nasce da mente, mas o único controle real que a mente pode ter é sobre o seu próprio ser. Fora disso, qualquer tentativa de controle é uma ilusão.
Vivemos em um mundo onde a mente tenta controlar tudo, mas, na realidade, ela não consegue controlar nada de verdade. O controle é apenas uma tentativa de criar uma falsa sensação de segurança, de ordem. Porém, ao tentar controlar os outros ou até mesmo a vida, a mente acaba se tornando escrava das suas próprias ilusões. O verdadeiro controle está em dominar a si mesmo, nas escolhas que fazemos com consciência e autonomia, e não nas tentativas de dominar o mundo à nossa volta.
O mal é como a bala de um revólver; basta um "tiro" na cabeça para acabar com os bons momentos vividos com alguém.
Às vezes, é preciso crer naquilo que não é possível ver; é como o sentimento, não vemos, mas sentimos que existe.
Há um certo preconceito em relação a algumas profissões, como "pedreiro", "costureiro", "agricultor", "faxineiro", "lixeiro", "encanador", entre outras. Isso me soa até meio cômico, pois essas são algumas das profissões mais essenciais para o funcionamento da sociedade. No entanto, muitas vezes são vistas de forma inferiorizada, como se fossem menos importantes.
As pessoas esquecem que a roupa que estão vestindo foi feita por uma costureira, a casa onde moram foi construída por um pedreiro, a comida que estão consumindo foi plantada por um agricultor, os ambientes que frequentam foram limpos por faxineiras, o lixo que é retirado das ruas é responsabilidade dos lixeiros, e a água que bebem, canalizada através do encanamento, foi feita por um encanador.
Infelizmente, muitos não percebem o quanto dependem desses profissionais para viver sua rotina diária. Essas profissões são fundamentais para a nossa existência, e ainda assim, são extremamente desvalorizadas. É injusto que os profissionais dessas áreas recebam tão pouco, enquanto desempenham funções vitais para a sociedade. Esses trabalhadores deveriam ser mais valorizados e remunerados de maneira justa, pois, no fim das contas, sem o trabalho deles, muita coisa simplesmente não funcionaria.
A teoria deduz, pensa em como as coisas poderiam ser, mas a prática ensina, aprende e mostra.
De nada adianta viver se perguntando, teorizando como seria determinada situação, se você nunca viveu ou não está vivendo ela de fato.
É como, por exemplo, imaginar como seria estar em tal lugar. Quando faço isso, estou apenas teorizando, imaginando, superficializando uma situação na qual não estive, não experimentei de verdade. Mesmo que eu tente deduzir se seria bom ou ruim, só vou realmente saber quando estiver lá, quando estiver vivendo a experiência, no local, experimentando, aprendendo.
Da mesma forma, pessoas que se imaginam em um relacionamento com alguém, teoriza como seria namorar tal pessoa, imaginando como seria a convivência, positiva ou negativa, seja lá qual for o cenário que criem na mente delas. Mas, enquanto isso for apenas imaginação, não passa de uma teoria, sem qualquer prática real. Não importa o quanto deduzam ou imaginem, elas nunca saberão o que realmente é, até viverem isso na prática, até estarem no momento real, vivenciando o que ocorre nos detalhes, nas emoções, na convivência.
Independente de qual for a situação, o essencial é a ação, o movimento, o ir, o fazer, o viver. Só assim é possível entender, aprender e saber o que realmente acontece. A vivência é o que ensina, não a invenção de cenários na nossa cabeça. O que a teoria faz é criar dúvidas, deduções, suposições, mas nunca nos ensina de fato o que é bom ou ruim. Só a prática, a realidade, é que nos revela o que funciona e o que não funciona para nós. Por isso, é necessário se arriscar, se lançar na prática, para realmente saber.
Independente de onde você esteja, tudo ao seu redor vai servir como referência. Tudo o que você vê, ouve, sente, toca, cheira ou pensa, vai de alguma forma influenciar suas escolhas, suas interpretações e suas atitudes na vida, mesmo que você não perceba conscientemente. Cada estímulo que vem do ambiente ao seu redor molda, ainda que sutilmente, a maneira como você age e reage, pois a realidade que você percebe constantemente age como guia, orientando suas decisões, comportamentos e perspectivas.
As respostas que buscamos estão dentro de nós, e podem ser interpretadas de várias formas: como Deus, o Universo, a Alma, a Vida, a Energia, o Sentimento, a Vibração, a Consciência, a Imaginação, o Racional, a Luz, o Criador, o Pai, o Amor, ou qualquer outra forma que cada um de nós compreenda. Não importa o nome que damos a isso, o que realmente importa é que essa força interior, presente em todos nós, contém as respostas que precisamos ouvir, sentir, seguir e agir. É importante estar atento, ouvir e se conectar com isso, pois é essa conexão que nos orienta, nos mostra o caminho e dá sentido à nossa vida.
Em um mundo invertido,
O rico tem o afeto como prioridade na vida;
O pobre tem o dinheiro como prioridade na vida.
As relações são como brinquedos. Durante um tempo brincas, até que cresces, e depois já não o queres mais. E te joga fora para o lixo
Resiliência
Quando crescer, quero ser como essa formiga…
Pequena no corpo, gigante na coragem.
Quero sair da zona de conforto, quebrar padrões,
enfrentar as dificuldades que eu mesma escolhi atravessar.
Ser chamada de louca
por não aceitar o raso, o fácil, o morno —
enquanto tantos preferem o comodismo,
mesmo morrendo um pouco a cada dia.
Vão desistindo dos sonhos,
deixando as expectativas pelo caminho,
com medo da morte…
sem perceber que respirar não é, necessariamente, estar vivo.
Quero ser como essa formiga,
porque o céu nunca foi o meu limite.
Aprendi que não existe sacrifício sem aprendizado,
nem queda que não ensine sobre altura.
E nem todos que estão à beira do abismo querem pular…
Às vezes, estão apenas em silêncio,
admirando o quanto precisaram escalar
para, enfim, sobreviver.
Quem fala esquece, mas quem escuta sempre lembra, cuidado com que falas, palavras mal faladas é como tomar uma bala, ao escuta-las ficaram várias marcas que nunca poderão ser curadas...
Se um dia você perdesse a memória, eu te conquistaria novamente, como quem reencontra o destino pela primeira vez.
A vida é como um enigma;
para uns facil de decifrar,
mas para outros dificil e impossivél
de solucionar
