Nosso Amor como o Canto dos Passaros

Cerca de 398863 frases e pensamentos: Nosso Amor como o Canto dos Passaros

Confissões sem nome são palavras nuas a boiar na imensidão, como poderia alguém que as escrevera, não as assinar, não lhes atribuir um rosto?

Estação Espacial Internacional.














Uma grande estrutura como um observatório futurista com vários cômodos,corredores,
painéis dourados e muitas janelas foi imaginada no ano de 1998.
Mas antes de completar a sua forma,rascunhos foram feitos em centenas de papéis ainda tentando encontrar um desenho ideal.
Com bastante cálculos e linhas com números e letras.
Lápis e canetas eram necessários em cada pensar.
Um imenso projeto teve o seu início em uma manhã.
O primeiro módulo foi levado na direção da atmosfera terrestre no dia 20 de Novembro de 1998.
Em um voo histórico e importante para a astronomia.
No dia 6 de Dezembro daquele ano a montagem de uma grande estrutura começava.
Com muitos voos e o esforço que estava em cada instante desde aqueles papéis,letras e números.
Em lugares definidos ônibus espaciais esperavam mais módulos.
Para que pudessem levá-los acima do céu,onde o Planeta Terra e a Lua seriam vistos de um jeito diferente.
Com pouca gravidade cada módulo era fixado de um jeito calmo,tendo a face da Lua como novas inspirações.
Sendo observados pelo Sol e o Planeta Terra cada ônibus espacial era tocado pela luz do Sol enquanto via sob as suas asas um lindo lugar azul e verde que estava presente nas suas formas especiais ao longe.
Enquanto o Planeta Terra seguia em rotação e translação mais módulos chegavam e calmamente era deixados com outros.
E dias bonitos nasciam com o Sol.
Enquanto outros voos levavam acima do céu pedaços de dedicação,concentração e satisfação.
Distante em uma unidade astronômica o Sol iluminava cada módulo e cada ônibus espacial.
Do outro lado a Lua mostrava uma outra fase.
Uma grande estrutura com painéis dourados energizados pela luz do Sol.
Luz solar como um poderoso impulso que brilhava sobre a quase terminada estação.
Com mais outros voos espaciais um bonito projeto foi terminado em 8 de julho de 2011.
Alguns anos entre voos e mais do que um amanhecer e anoitecer.
Uma grande estrutura para poder observar e estudar o Sol e a sua luz,o Planeta Terra e os seus movimentos e a Lua.
Sobre as muitas distinções dos exoplanetas.
As galáxias e as suas belezas.
E viagens para um outro planeta no Sistema Solar.
Um outro satélite natural,nebulosas,
constelações e outras milhares de estrelas.
Para a Estação Espacial Internacional cada nova descoberta seria algo único.
Em anotações e em fotografias para mais um entendimento da astronomia.
E até nos mais lindos sons vindos do universo a sua forma sentiria coisas puras atravessando os seus voos dourados.
Seria mais um motivo para continuar nessa maravilhosa jornada.
Flutuando sobre o Planeta Terra em uma grande velocidade.
Com os seus painéis impulsionandos pela luz solar.
E mais coisas sobre ciência e astronomia serão compreendidas.
Nos lados da Estação Espacial Internacional levitam memórias de coisas que estão no Planeta Terra.
De uma preciosa natureza e dos dias sobre ela.
Uma grande estrutura montada acima do Planeta Terra após tantos voos dos ônibus espaciais.
Com uma Lua feliz e um Sol radiante sobre ela.
Orbitando em alta velocidade como faz um planeta há milhares de anos.
Estação Espacial Internacional que contempla as manhãs virarem noites.
Muitas vezes foi assim e ainda será por muito tempo.
Sendo possível observar as coloridas auroras enquanto orbita um pequeno planeta.
Entre as auroras e as suas cores a luz do Sol se reencontra com movimentos que o Planeta Terra faz vindos de sua vida.
Acima do céu e contemplando as maravilhas do universo,uma estrutura voa entre o Planeta Terra e a Lua.
Vendo por anos-luz em suas janelas e algo dentro de si as estrelas que brilham na imensidão do universo.
Repleta de esperanças e sonhos uma estação voa sobre os seus sentimentos.
Em cada órbita que a Estação Espacial Internacional completa ao redor do Planeta Terra é como se estivesse contornando a sua forma imaginada.
Entre as manhãs e as noites que voltam sobre si os seus sentimentos estarão alinhados com um planeta que reflete em rotação e translação coisas sobre a sua natureza.
A sua outra vida.
Sobre os seus sonhos com o Sol e a Lua.
Que na Estação Espacial Internacional foram deixados para os outros voos sentimentais que ela ainda fará ao redor de um querido planeta.

Noruega: Como Um Floco De Neve,Até O Seu Inseparável Inverno.
















Existe uma vida que brotou entre montanhas cobertas de neve.
Nas grandes montanhas de gelo uma vida com os ventos frios foi se transformando nos dias que mudavam.
E que começou na estação de algum inverno há muito tempo atrás.
Como um lindo floco de neve com pontas frias e recortadas de uma forma natural.
Um grande floco de algum inverno que esteve naquelas montanhas caiu dos ventos frios.
Era uma gota de um lindo começo.
Em um inverno montanhoso e sentido.
Em muitos invernos atrás essas grandes montanhas tiveram as suas forças tocadas por nuvens brancas como cada inverno que passava sobre elas.
Como os ventos frios também faziam.
Após tantos invernos uma vida brotou daquele floco de neve.
Sobre o chão coberto pela cor do inverno essa vida foi crescendo nos dias frios que a acalentavam.
E do céu azul com nuvens brancas o Sol brilhava verdadeiramente como antes.
Aquecendo tantos invernos com a sua luz sobre aquelas montanhas e aquele floco que já havia desabrochado.
A sua luz de ternura fazia com que cada inverno se sentisse mais brilhante e grato.
Nas grandes montanhas de gelo mais ventos chegavam.
E aquele floco de neve,crescia.
Ao seu redor além do Sol e das montanhas havia o inverno.
Que era predominante no seu cair do céu,na sua cor e nos seus ventos conhecidos.
Nos ventos de cada inverno estava o tempo.
Que havia visto aquele floco de neve de outros invernos atrás.
Em cada inverno e em cada Sol o tempo passava.
Em cada montanha coberta por uma cor macia e fria o tempo também contava os ventos.
Em um frio que estava naquele lugar.
No céu,nas suas montanhas e nas suas águas.
Em cada inverno as suas águas desciam sob um gelo transparente e fino,ou branco e macio.
Águas que caíam do céu por cada montanha fria.
Ou de uma outra nascente repleta de ventos brancos.
Em cada inverno que recomeçava por aquele lugar.
Como um grande floco de neve de um passado frio no tempo até o seu florescer em um lugar escolhido para ser seu.
Com grandes montanhas e o céu azul com muitas nuvens.
Foi crescendo em cada montanha que via.
Foi se fortalecendo em cada vento que voltava.
A cada inverno que recomeçava quis parecer com eles.
Pois eram uma parte significativa da sua vida.
Era a outra beleza que vestia os seus jeitos.
Desde muitos invernos atrás.
De outros ventos gelados que haviam passado por lá.
E que deixaram as suas lembranças em cada montanha.
Assim como cada inverno que não se desfaz.
Do céu o Sol iluminava cada pedaço de neve.
Onde quer que eles estivessem.
E sentindo o Sol de um outro jeito cada inverno ficava compadecido com aquela cor amarela que queria ficar sobre cada um.
E sobre aquele já crescido floco de neve.
Do lugar que ele havia sido plantado por algum inverno passado e um pouco longe das montanhas que o rodeavam,vastas águas azuis e frias seguiam entre outras grandes montanhas.
Águas frias vindas distantes traziam mais gelo.
Traziam mais serenidade.
Por outros lugares cobertos de neve essas águas distantes e azuis seguiam o inverno.
Enquanto tantas montanhas a cercavam.
Vendo as suas águas frias e azuis seguirem os seus percusos.
Águas frias e com mais ventos vinham de outros lugares.
De algum mar e de outros dias.
Para aquele lugar coberto pela luz do Sol e ainda mais por tantos invernos.
E por um frio predominante e harmonioso.
Desde outros ventos frios de um passado no tempo.
De um inverno que esteve entre aquelas montanhas e deixou um floco um pouco diferente.
Um floco maior com outros ventos para que com mais invernos pudesse ficar.
Desabrochando em invernos de Sol.
Com o céu azul de nuvens e frio sobre a sua vida.
Como cada inverno é.
Até nas águas frias que vêm distante do seu lugar.
E descem entre montanhas cobertas de um inverno demorado que cobre a sua vida.
Desabrochada em invernos passados.
Uma linda vida agraciada por um inverno,por montanhas e por águas vindas distantes.
Do céu azul e do Sol a sua vida é iluminada em cada outro inverno.
Desde que era apenas um floco de neve e que em tantos ventos se transformou em uma vida bonita e branda.
Como cada inverno que recomeça na sua vida.

Não entreouvia as horas pregressas como uma tragédia, mas como um renascer de espírito meditado, aprendido e ensinado.

"A esperança é como o sol que renasce, mesmo após a noite mais longa.
Ela aquece o coração cansado, e anuncia que o amanhã pertence ao Eterno."

"A palavra revelada é como água pura que sacia a alma sedenta. Quem bebe dela jamais se perde, pois encontra o caminho reto que conduz à verdade."

Como poderia ser uma crítica, escrever-se em bom português? Escrever em português dos egrégios talentos da escrita, sem o facilitismo da oralidade, mas com a gula das belas palavras de outrora, do excesso gramatical, jamais poderia considerar-se aparato ilegível, excepto se não se lesse ou não se soubesse ler os grandes.

Sabia, contudo, que a memória do amarelo cintilava em mim como folha de ouro dos afectos largados.

Talvez o sol não dourasse as lembranças, como ali, naquele momento no interstício de tempos, entre a noite e a madrugada.

As provações são para mim como tinta em um tinteiro; nela mergulho minha pena e registro nas páginas do conhecimento um novo pensamento.

Aquele que descansa em Deus, descansa de suas próprias obras, como Deus descansou das Suas.
O descanso em Deus e o descanso de Deus são realidades da fé, e que trazem todo bem ao coração.
O escritor de Hebreus disse que devemos descansar de nossas obras, posto que até Deus descansou das Suas próprias. E afirma que esse Descanso é o fruto natural de crer que as obras de Deus estão todas feitas e acabadas como salvação para nós, assim como as obras Dele como Criador foram acabadas e consumadas também.
O Criador fez, e disse: "É Muito Bom!"
O Redentor fez, e disse: "Está Consumado!"
A questão é que assim como nós, humanos, não descansamos como criaturas, e, também, além disso, não descansamos de nossa conturbação de destruirmos a Terra a cada dia, assim também não descansamos no amor de Deus, e trabalhamos contra a Graça, visto que tanto o mundo já foi criado como também já está reconciliado com Deus em Cristo.
Apesar disso tudo, no entanto, nós não entramos nunca no descanso, posto que não cessamos jamais as nossas obras de justiça própria. Mas para aquele que crê, não somente haverá, como também já há... sim... já há um Descanso a ser usufruído desde agora, e que é obediência em fé à Lei da Graça, a qual nos diz que está tudo Feito.
Quem crê já conhece esse Lugar de Descanso!

O sagrado não está nas luzes da festa, mas no modo como você acolhe quem não tem nada: o que você nega ao próximo, nega à sua própria humanidade.

Assim como Saulo, nós podemos ser alcançado pela graça que superabunda onde o pecado abundou, podendo revelar a transformação do coração rebelde, e a obra do amor de Cristo e do poder convincente do Espírito Santo.

Não sabia em que palavra embrulhar aquele meu tempo, mas sabia que o viveria como um sonho de anjo.

"Medos"


Olha só que curioso: viemos ao mundo praticamente “zerados”, como se fôssemos um celular recém-saído da caixa.
Só dois aplicativos já vêm instalados de fábrica: o medo de altura e o medo de barulhos altos.
O resto?
Ah, o resto é download humano, pacotinho de medos que a sociedade insiste em enfiar na nossa memória.
E aí entra a religião.
Não, não confunda:
_ Religião não é Deus.
Religião é aquele software cheio de pop-ups dizendo:
_ Cuidado! Pecado detectado! Maldição iminente!
Atualize sua culpa agora mesmo!
Enquanto isso, Deus, se você prestar atenção, não está distribuindo vírus nem ameaças, mas simplesmente oferecendo algo bem mais simples e revolucionário:
_ Amor.
Mas claro, amor não dá tanto controle, não é mesmo?
O medo, sim, esse é um ótimo mecanismo de dominação.
Afinal, quem precisa de correntes de ferro quando se pode acorrentar a mente com histórias de fogo eterno?
No fim das contas, nascemos livres, mas passamos a vida colecionando medos que não eram nossos.
Talvez o verdadeiro “pecado” seja justamente esse:
_ Trocar o amor pela prisão do medo.

⁠Tudo em vão. Tudo em vão. Tudo passageiro como o vento.

Hoje é dia 24 de setembro de 2025. Como é difícil atravessar esse mês pelo que ele representa. Não vai passar. Nunca vai passar. Até parece que a vida seguiu. Externamente sim, "porque o tempo não para". Nunca pude me dar o direito de parar. Nunca pude, como algumas pessoas, passar dias e até meses chorando o meu falecido. Não. Eu não sou como os outros. Não posso ser. A mim sempre foi imposto um peso maior diante de tudo, desde a infância. Também prometi me manter de pe´, já que você não conseguiu. Sempre peço a Deus que o traga de volta. São meus momentos de insanidade...ou é de desespero? Não aceito, não me conformo, não esqueço, não aprovo, rejeito do fundo do meu coração ter perdido você meu filho!

Ainda que a dor faça eu sentir como se estivesse sendo rasgada ao meio, acredito que Deus é o meu socorro. Nunca deixei de esperar naquele que pode tudo. Porque eu certamente não posso.

Quando você já fez tudo pela pessoa e ela ainda se acha no direito de te desrespeitar como se pissasse em seu pescoço. Faça um favor a si mesmo. Deixe esse titanic no fundo do mar

Como você viveu até aqui não deve definir quem você será amanhã. Erga-se! Aprenda a cair sempre para cima, independente de ter sido um fracasso.