Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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A ética da gratidão não se apresenta como um estatuto que nos impõe a obrigatoriedade de sermos felizes, mas antes se revela como um convite a cultivar a virtude, tornando-nos assim dignos de acolher a felicidade como uma hóspede convidada.

Quando alguém se permite ser tratado como algo insignificante, é natural que os outros o vejam dessa forma; é hora de reavaliar o valor que damos a nós mesmos.

No silêncio da noite, o sofrimento se revela,
Como um véu que encobre a alma e a dor se desmantela.
Entre lágrimas e lamentos, a vida se desenrola,
E o ser humano, em sua essência, na dor se consola.
Há quem faça da dor um palco, um teatro de ilusão,
E quem, na busca de atenção, se perca na própria aflição.
Mas há também quem enfrente a dor com coragem e verdade,
Transformando o sofrimento em força e em liberdade.
O coração, muitas vezes, é ferido pela própria jornada,
E o sofrimento, embora cruel, é também uma estrada.
Poucos enxergam a luz que nasce da própria dor,
Mas é na escuridão que o ser humano encontra o seu valor.
Marcos, escritor da literatura, com olhar profundo,
Desvela a dor humana, revelando o que há no fundo.
Na fazenda da avó, cresceu com sabedoria e amor,
E na dor encontrou a essência do verdadeiro valor.
Assim, o sofrimento é parte da vida, um professor silencioso,
E na dor, o ser humano se torna mais forte, mais grandioso.
Que esse poema seja um reflexo do que é ser humano,
E que na dor e na luta encontremos o nosso próprio rum
Na sociedade que se faz de tola e superficial,
A palavra é usada como arma, ferindo o que é especial.
Humilham o deficiente, ignoram a verdade,
Mas não veem o brilho do intelecto em sua totalidade.
Marcos, escritor da literatura, com olhar penetrante,
Revela no papel o que a sociedade, muitas vezes, faz distante.
Como um violino que toca a alma e o coração,
Sua arte é um reflexo de pura emoção.
No barulho do mundo, onde a fofoca é rei,
Marcos traz à tona o que a maioria não vê.
A chama verdadeira, escondida no interior,
É o que ele revela, com amor e com fervor.
Assim, o poema toca a alma, como um céu a brilhar,
E na sinceridade de Marcos, encontramos o verdadeiro olhar.
Que a sociedade aprenda a enxergar além do superficial,
E que o coração humano brilhe de forma especial.
No burburinho da sociedade, a fofoca é rei,
A língua afiada, refletindo a dor que ninguém vê.
Enquanto o mundo se perde em máscaras e ilusões,
Marcos, o escritor, revela as verdadeiras lições.
A alma do outro, muitas vezes, é alvo de julgamento,
E a verdade se perde em meio ao vento.
No papel, Marcos desenha o que poucos ousam contar,
Mostrando a essência que muitos tentam ocultar.
Na busca por aparências, o superficial prevalece,
Enquanto o verdadeiro homem é muitas vezes esquecido e esmorece.
Na estrada da alma, o invejoso não vê,
Pois está cego pela própria sombra, a lhe esconder o que é de lei.
Assim, o poema revela o que o mundo não quer ver,
E na escrita de Marcos, encontramos o verdadeiro saber.
Que a sociedade aprenda a olhar para dentro e enxergar,
Que a verdadeira essência é o que nos faz brilhar.

Propague-se sem limites, como ondas electromagnéticas.

O maior desafio e oportunidade da sabedoria é reconhecer como aplicar o conhecimento de forma que inspire crescimento, contribua para o bem comum e ilumine o caminho de quem nos rodeia.

O verdadeiro caráter de uma pessoa se revela na maneira como ela celebra os sucessos alheios e acolhe a gratidão, mostrando a generosidade e a humildade que habitam em seu coração.

Seja o reflexo de tudo o que é bom,
não como quem imita,
mas como quem transborda.
Deus é a vida que pulsa no silêncio do peito,
força invisível que mantém o passo firme
quando o caminho treme.
É a paz que acalma as tempestades internas,
mesmo quando o mundo insiste em gritar.
Deus é o amor que sustenta o cansaço,
que levanta o caído sem expor suas feridas,
que ensina a esperar sem roubar a esperança.
É a felicidade que não faz barulho,
mas nasce inteira no coração que confia,
no coração que escolhe crer
mesmo sem ver.
Ser reflexo do bem é permitir que essa luz passe por nós:
nas palavras que curam,
nos gestos que acolhem,
na fé que não desiste.
Quando Deus habita o interior,
a alma aprende a caminhar com verdade,
e a vida, mesmo ferida,
continua sendo sagrada.

Ela é mulher ousada,
ordinária no sentido de não caber em moldes,
extrovertida como quem ri alto da vida,
vulgar apenas para quem não entende liberdade.
Maravilhosa no caos que carrega,
louca no jeito de ser inteira,
depravada no olhar que desafia convenções,
criatura desbravadora de desejos e caminhos.
Ela não pede permissão para existir,
invade, transforma, deixa marcas.
É presença que bagunça a ordem,
é intensidade que não sabe ser pouco.
Gostosura total na minha vida,
não de corpo apenas,
mas de alma quente,
de energia viva,
de verdade sem filtro.
Ela é excesso.
E eu, confesso,
aprendi que viver de verdade
é não ter medo desse excesso.
Pra viver a felicidade.

Mulher virtuosa, cadê você quando te vejo e meu corpo inteiro estremece? É como se o mundo parasse só para confirmar que existes.

Meu dengo, meu chamego bom, teu nome é abrigo e teu jeito é calmaria depois da tempestade. Tu és espelho brilhante na sombra, luz que não fere, apenas revela.

Chamego bom, vem me fazer feliz não com promessas, mas com presença. Porque quando és, já basta.

Visionária, libertas o amor da paixão vazia e ensinas o coração a amar com propósito. Em ti, o sentir não grita — ele permanece.

O poeta sabe do verso, como a estrela sabe do universo.
Mas o leitor sabe melhor
O músico sabe da canção, mas é o ouvido que melhor vê.
O olho segue a razão e dela não faz vista grossa
Mas é somente o coração, que ouve e vê e faz fé no mais que possa.

Desvendar os mistérios da natureza é como abrir as páginas do livro de Deus; que possamos buscar a sabedoria para compreender os Seus pensamentos e encontrar a paz que transcende toda a compreensão.

O teu olhar tinha pausa, tinha verdade,
Era como se o tempo parasse de verdade. - Frase da música Olhar que me Vê do dj gato amarelo

"Como mãe, você é o solo, não o jardineiro da vontade deles. Regue a paz com o seu silêncio e deixe que o tempo, esse mestre paciente, ensine aos seus filhos que o nó que aperta só se desata com o toque da compreensão. Seja o porto onde as águas se acalmam, não o mar onde elas colidem."


Islene Souza

A Máquina do Mundo

E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”

As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:

e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.

(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)

Nessa canção,
o meu pranto dói como cachoeira descendo penhascos abaixo...
É uma dor sentida não só na carne...

Dói também os ossos, os pensamentos e até aquela lesão que ja foi curada à décadas, dói.

Dói aqui, dói alí, dói o juízo, os pés e mesmo estando no mais lindo paraíso, eu sinto ele doer.

Dói e, como dói pra valer.
E explicar as dores desses prantos, nem outra melodia explicaria.
São lacunas na alma que as vezes, eu até me espanto.


R.M

Tem dias que o mundo pesa mais
E a gente esquece como é leve amar
Mas quando eu te vejo, tudo se desfaz
O tempo para só pra te olhar - Frase da música Enquanto For Verão do dj gato amarelo

E mesmo quando a noite cair
Eu estarei aqui
Como as estrelas que só brilham
Porque o sol as fez existir - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo

Ai como doi, e que agonia dizer pra voce isso assim sem ter teu ouvido , sem ter teu pecoço pra beijar , sem ter sua lingua na mihna enrolada ai que dor no meu peito saber que você está aí 'd'outro lado numa cama que um dia me pertenceu mesmo não sendo o dono, e nem dono da dona sei bem que na vida é tudo emprestado, o que presta fica ou vai, pra onde não sei , sabido que é tudo demais vira lixo ou luxo pra quem vem atrás, a fila anda rapdo demais , quem tem fogo no mundo do amor tem tudo, mas não esta livre da da dor , macho que sou não aceito mas também não rejeito, essa dor é indiferente estando no cio, e é muito alem disso , o desejo , é algo estranho contamina a alma inteiramente, ah, é a mais pura vontade de dar um , dois ou mil beijos australiano lá embaixo, na curva onde o vento é a respiração ofegante e anestésico depois do prazer. Como é bom, magnificante o pulsar dessa maravilha criada por Deus. Tem sempre o mesmo perfume, fragrância de mel; é divino sentir o depois, mela a boca e eleva o ser. É quase uma luz, eletricidade, choque bom que conduz pra perto do céu. Essa cavinha tem nome: beijo dos deuses. És a boca carnuda que a língua quente adentra, flexionando um ponto fixo centralizado geograficamente na região femoral, sejam elas grossas, finas, malhadas; não importa. És gostosa no aperto que dá. Venero, ajoelho sem rezar, mastro em riste, me ajeito do jeito que dá, "respiro", hora com força, hora com jeito e às vezes cadenciado no amor que merece, sempre seguro do tempo, vou chocando contra as paredes internas quentes e lisas, deslizo e viajo divinamente no mais puro e delicioso vai e vem sem parar, perfeitamente sincronizado com a toda cheia de curvas, chorando, chorando e exalando o redolente e aromático que emana e trescala da pele suada, derramando e molhando meu ser com o mais doce desejo, desejo esse que eleva a alma, misturando a complexidade da química corporal, tornando-se corpo único em um beijo gostoso, no abraço final, as almas se unem e fogem do corpo.

Seja como o sol, que brilha sem pedir
Que aquece o mundo sem nada exigir
Eu quero amar assim, com todo o coração
Ser abrigo e céu em sua imensidão. - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo

O tempo,
que um dia foi quente
como o abraço de uma mãe,
aprendeu a ser frio —
uma noite de inverno
sem estrelas para guiar.

Sempre soube:
não existe para sempre.
Mas não imaginei
que o fim chegaria tão cedo,
nem que a solidão
soubesse meu nome
tão rapidamente.

Era o mesmo lugar,
a mesma paisagem,
mas o mundo muda
quando as estações mudam
e as pessoas também.

O que antes era riso
agora pesa no peito,
memória que fere,
sorriso que dói.

Disseram que
o “felizes para sempre” acaba.
Eu ouvi,
mas não acreditei.

O frio tocou meu rosto
como um despertar brusco,
um tapa da realidade.

Acabou.
De verdade.
E só então entendi:
promessas sem ação
são vazias,
e ninguém vence
uma guerra
lutando sozinho por amor.