Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Uma flor me encanta
no jardim?


Sim,
mas nada como
ter você perto de mim.


A feeling came
and changed my mind,
— now it’s all right.


Je sens le climat changé,
maintenant je peux respirer.





O tempo passa
como a água…
Estou sempre
calma.


Essa poesia vai acabar
e você
não vai nem sonhar
que sem você
eu sou tudo,
e com você
eu sou nada.

Mudo como as marés e as fases da lua. Sou feita de momentos, ora tempestuosos, ora suaves. O autoconhecimento é uma construção em constante reforma. Mergulhar em si mesmo é um ato de coragem, não é gritar certezas, mas acender luzes dentro de si.

“Quem ignora a si e o inimigo já nasce derrotado. Mas quem conhece a ambos caminha como a tempestade: inevitável, indestrutível.”

Pare de esperar motivação, ela é como o vento que vem e vai. O que te mantém em movimento não é o impulso de um dia bom, mas a disciplina dos dias comuns.
É o hábito que te leva onde o entusiasmo não consegue permanecer.

Você é como o por do sol
Em uma manhãde domingo;
Vem devagarinho,
como quem não quer nada,
Em seguido toma conta de tudo.

Conviva somente com quem te faz bem.
Pessoas ácidas e amargas, são para a alma, como a enfermidade para o corpo.
Se não te faz bem, também não te faz falta.

Se me perguntarem o quanto te amo, não saberei responder. Porque medir esse sentimento seria como tentar contar as estrelas ou alcançar o fim do céu… impossível saber onde começa ou termina algo que simplesmente não tem fim.

O não nem sempre deve ser visto como algo negativo, mas como algo positivo. O ''não poder'', o ''não é o momento'', o ''não agora'' não deve ser visto como uma punição, mas como uma forma de nos educar, educar o outro. Pode ser uma forma da vida nos dizer que ainda não temos o preparo, ou não é o melhor caminho para determinado momento. Saber amar não é dizer sim para tudo, é também aprender a dizer não. Porque até pra amar precisa ter responsabilidade.

Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

Não há como esquecer!
Não há como apagar!
Não há como parar de sangrar!
Não há como esquecer!
Não há como apagar!
Você matou o meu amor!

Todos sabemos que tudo tem seu tempo.


Mas, como as coisas irão acontecer se não nos submetermos: a estudar, trabalhar e até se formar?


Mas tenha certeza de que se não vier de lá, dos autos céus, em nome do Senhor Jesus, não irá adiantar.


Pois, só com Ele, iremos alcançar!






Luciano Silva Dias

Será que você sabe como é perder seu chão? Sentir como se lâminas te rasgassem, e não ter ninguém para ajudar? Cicatrizes, mesmo se aparentemente fechadas, são só feridas prestes a abrir.
Não vale a pena passar pela dor. Não purifica, nem fortalece. Só quebra sua alma, e em algum momento, vai perdê-la. Voa para longe, e rasga o que resta. Como um anjo que caiu, perdeu suas asas, e quebrou as pernas.
- Marcela Lobato

Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.


Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.

Moooooooo,


Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul em teus olhos, tão sereno,
que o céu se curva pra te imitar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.

O Eixo Católico é como a luz de Santo Inácio na internet, sem medo de usar o digital para levar a fé e o Evangelho a todos.

⁠"É prodigioso como a educação transmuta uma pessoa; ela não apenas molda conhecimento, mas também confere presença e autoridade moral, despertando consciência crítica, cultivando virtude e reforçando a coerência entre pensamento e ação. Revela-se, assim, que o verdadeiro poder não nasce da imposição ou da força, mas da sabedoria prática, da reflexão ética e da capacidade de discernir o justo do conveniente, lembrando que o cultivo da mente e do caráter é a base de toda legitimidade e influência duradoura."

A inteligência é como uma nova namorada, temos que beija-la e abraça-la para temos a certeza que à amamos.

Vamos brincar de nos esquecer das brigas e nos divertir levando a vida, como quem brinca de ser feliz.
Vamos amar sem medo, levantar a cabeça e seguir, pois o fim é só questão de tempo, e todo o tempo é pouco quando se ama.

A felicidade é complexa.


É curioso como a mentalidade e a natureza humana podem ser tão contraditórias. Alguns, mesmo com tão pouco e tantas limitações, conseguem viver com gratidão, alegria e paz interior. Enquanto isso, outros, cercados de recursos abundantes e desfrutando de boa saúde, enfrentam batalhas silenciosas contra a tristeza, a desmotivação e a angústia. Isso nos faz pensar que a verdadeira felicidade talvez não esteja no que se tem, mas em como se vive.






Daniel Francisco da Costa.

A maior parte dos meus textos são como cartas para mim mesma. No fundo, pequenas autocríticas.