Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Não cultive esse sentimento horrível, ódio cresce como erva daninha, a princípio parece inofensiva a gente olha aquele ramo inocente no meio da nossa plantação e quando menos esperamos se torna viçosa e destrói tudo o que plantamos... O certo é que aquilo que não nos agrada devemos desviar do caminho, uma linda e abençoada noite na Santa paz do Senhor pra vc e sua abençoada família.
Não cultive ódio , esse sentimento horrível, cresce como erva daninha ,a princípio parece inofensiva ,pequenina, quase imperceptível. Então, a gente olha aquele ramo inocente,no meio da nossa plantação e matamos sua sede, a alimentamos e quando menos esperamos se torna viçosa ,e ao invés de ser grata ,ela destrói tudo que plantamos...Autora Ada Fronzzi
As pessoas se colocam como se fossem os seus egos e deixam os seus egos demonstrarem quem elas não são
Aqueles que me respeita e me aceita como sou...Tem de mim mais do que uma sociedade...INTERESSEIRA! Tem de mim minha consideração.
Saudades é algo que não há como explicar...um desejo incontrolável de..."Ouvir,ver, amar",é sentimento de quem quer bem...muitos falam...poucos têm. Porque saudades mesmo é verdadeira quando a gente ama alguém. Autora Ada Fronzzi.
Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia como era bonita.
Quando era bonita, as pessoas diziam-lhe:
- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:
- Não gosto de ti.
O que é noção de ridículo? Eu nunca soube. Quem define esse ridículo? Como os seres humanos todos podem ter a mesma noção do que é ridículo e do que não é?
O signo dela representa um belo tiro no escuro – nunca se sabe como, quem, muito menos quando você irá acertar. O símbolo do signo dela, já diz tudo: arco e flecha, ou, liberdade e ação. Quem sabe, dualidade, metade razão, e a outra emoção. A fera e o humano, juntos num duelo pacífico.
O signo dela pulsa vida, adrenalina. Calmaria? Só nas fotografias, estáticas lembranças. O signo dela quer hoje e amanhã nunca mais. O signo dela exige molejo e jogo de cintura. O signo dela não tira as rebarbas, não muda a cara, a alma, nem faz “bonito” – valoriza seus desastres naturais.
O signo dela é um imã de tempestade, o raio que cai inúmeras vezes no mesmo local – ou coração. O signo dela é contra a gravidade - quer flutuar o máximo possível.
A paz é um absurdo, como a realidade concreta é um absurdo que é preciso recriar para que se torne afecto do homem, obra sua.
É extraordinário como nos tornamos violentos quando queremos agradar ao mundo. Agradar ao mundo resume o comportamento da sociedade nos seus aspectos mais retóricos.
Como a chuva não cessasse de cair em caudais,
Tiras de tinta começaram a aparecer na fotografia
O tecto da chuva rompera o abrigo da sua alma
E o verde circulava a deriva rompendo as plantas.
Elvira deixara cair seus olhos de objectiva nas
Folhas verdes. Verificava que era sobre elas e como
Elas que sempre olhara a natureza. Ver o real
Em folhas era amá-lo ininterruptamente. Essa
Contiguidade acabara por compor uma rede
Que tinha tanto de próximo como de diferente,
E a chuva não era chuva, transparecia. Eis, pensou.
Por que chove na fotografia, por que chove
Em correntes sobre as folhas?
O poema ensina a cair
sobre os vários solos
desde perder o chão repentino sob os pés
como se perde os sentidos numa
queda de amor, ao encontro
do cabo onde a terra abate e
a fecunda ausência excede
até à queda vinda
da lenta volúpia de cair,
quando a face atinge o solo
numa curva delgada subtil
uma vénia a ninguém de especial
ou especialmente a nós uma homenagem
póstuma.
A inveja é a incapacidade de não se ver como uma pessoa completa. Sempre querendo e desejando o que está distante e não perceber a própria riqueza.Ela é irmã do ciumes e filha de dona Descontentamento e do Sr. Dissimulado.
A morte é algo bastante notável. As pessoas vivem a vida inteira como se ela não existisse e, no entanto, ela é um dos maiores motivos para se viver a maior parte do tempo. Alguns de nós ficam já desde cedo tão cientes da sua existência que vivemos com mais intensidade, mais teimosia, mais fúria. Outros precisam da sua presença constante para ao menos se dar conta de como é a vida. Alguns ficam tão ocupados com ela que sentam na sala de espera muito antes de ela ter anunciado sua chegada. Nós a tememos, e mesmo assim a maioria de nós tem mais medo que ela atinja outra pessoa do que a nós mesmos. Porque o maior medo com relação à morte é sempre que ela vá passar batida por nós. E nos deixar sozinhos.
Como um lindo mantra ouço repetidamente a batida do meu coração, leve, tranquilo e em paz com universo.
A paz mora em mim, o amor e a minha missão maior, a resignação me trouxe tudo o que eu almejava... a paz e a alegria de viver...gratidão.
Eu tenho
uma teoria do
porque
nos sentimos
tristes,
quando mais
entendemos como
o mundo funciona,
como as pessoas
agem,
e como
as coisas
e as
relações
no final
não passam
de um nada,
mais nos
sentimos tristes
em relação a
tudo isso.
