Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Mentes são como paraquedas. Elas só funcionam quando são abertas.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Thomas Robert Dewar, Frank Zappa e Charlie Chan, mas sua verdadeira autoria é desconhecida.

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Como fenômeno estético, a existência é sempre, para nós, suportável ainda.

O coração humano, tal como a civilização moderna o modelou, está mais inclinado para o ódio do que para a fraternidade.

Assim como a moralidade, o intelecto é um bom servo e um mau mestre.

A honra é como a pedra preciosa: com um pequeno defeito, tem o preço enormemente reduzido.

Qual é o homem mais sábio e mais digno de confiança? O que aceita as coisas como são.

A verdadeira beleza é tão particular, tão nova, que não se reconhece como beleza.

A monogamia é como estar obrigado a comer batatas fritas todos os dias.

O homem nasceu para a ação, tal como o fogo tende para cima e a pedra para baixo.

Não há arte patriótica nem ciência patriótica. As duas, tal como tudo o que é bom e elevado, pertencem ao mundo inteiro e não podem progredir a não ser pela livre ação recíproca de todos os contemporâneos e tendo sempre em contra aquilo que nos resta e aquilo que conhecemos do passado.

É egoísmo pensar somente em nós próprios como centro do mundo e construir um mundo fechado que nos isola das oportunidades que a vida pode oferecer.

A esperança, enganadora como é, serve contudo para nos levar ao fim da vida pelos caminhos mais agradáveis.

Quando eu era moço observei que nove das dez coisas que eu fazia fracassavam. Como não desejava fracassar, eu trabalhava dez vezes mais.

Não há nada que recebamos com tanta relutância como os conselhos.

As promessas, como as pessoas, perdem a força quando envelhecem.

O sono é como uma outra casa que poderíamos ter, e onde, deixando a nossa, iríamos dormir.

O homem feliz é aquele que ao despertar se reencontra com prazer e se reconhece como aquele que gosta de ser.

O mal que fazemos não atrai contra nós tanta perseguição e tanto ódio como as nossas boas qualidades.

Os desejos humanos são infindáveis. São como a sede de um homem que bebe água salgada, não se satisfaz e a sua sede apenas aumenta.

Os vícios entram na composição da virtude assim como os venenos entram na composição dos remédios. A prudência mistura-os e atenua-os, e deles se serve utilmente conta os males da vida.