Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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O nosso desafio diário tem que ser; perceber os nossos defeitos, o que temos de negativo e transformar em virtude.

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Senhor nosso Deus,que eu seja um eterno agradecido pelo dia de hoje, e que eu saiba perceber o valor de cada ser humano que cruzar meu caminho, e lembrar o quanto o Senhor vos ama , e o quanto são carentes da graça salvadora do teu filho amado Jesus Cristo.

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Perdoar é a marca da paz com Deus e estar bem com o nosso próximo.Só é possível seguir em em frente,em paz com o perdão, caminhar com magoas ou magoando alguém é carregar a tristeza nas costas por toda a vida.

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Nosso chão, nossa vida, a terra não foi feita para ser queimada, mas para ser amada e florida. ⁠

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⁠Odiar não posso, veja na oração do Pai nosso que a bíblia esta a nos ensinar; que a nossa felicidade esta atrelada à nossa capacidade de perdoar.

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⁠Não podemos ficar de braços cruzados, a partir de cada um de nós, tentemos melhorar o nosso planeta, começando por nossa casa, nossa rua, nosso bairro, nossa cidade, o nosso País e quiçá o mundo.

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Tem pessoa tão querida que parece uma flor nascida no nosso coração; o vento pode levar, mas a semente vai ficar caída no chão, para a amizade eternizar e em breve brotar e renovar numa saudade em uma flor em botão.

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Não acorde do nosso lindo sonho de paixão.
No silencio da noite escura e o frio da solidão.
A distancia nunca vai poder separar os amantes,
Porque sinto seu abraço e o seu beijo acariciante. ⁠

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⁠Bom fim de semana pra você e pra mim, amando com muitos carinhos e os passarinhos cantando no nosso jardim.

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O nosso planeta vai esquentando, e o ser humano vai esfriando, matas vão queimando e nascentes secando por causa do humano insano e desumano, que vai causando a guerra de humano matando humano, derramando o sangue do irmão na terra, numa ação de destruição e poluição, vai poluindo o céu e o vento, e o chão que nos dá o sustento produzindo nosso alimento.

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⁠Família é nosso berço sagrado; primeiros passos, primeiros cuidados, primeiros aprendizados, primeiros abraços, com laços eternizados.

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⁠O NOSSO ENCONTRO FOI ASSIM: Acenei pra você e você pra mim, e te levei para o meu jardim.

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⁠Esta é pra pensar: ame a vida, viver é incrível!, O ar, o nosso maior combustível, é de graça, é Deus que dá. Você passa dias sem beber, sem se alimentar, mas não fica 5 minutos sem respirar.

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⁠Nosso chão que nasce o pão, nosso pão, nossa vida, a terra não foi feita para ser queimada, mas para ser amada e florida.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

Família é nosso chão, laço eternizado que distancia não faz separação. Somos unidos pelo sangue doado por Deus e bombeado pelo coração.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠A família é o nosso bem de maior valor na formação humana. Obrigado minha família.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠[Verse]
Eu vejo a dor em seu olhar
Você foi tudo pra mim
Eu não quis te desapontar
Mas o nosso fim chegou assim

[Verse 2]
Prefiro manter-me distante
Pra te poupar da mágoa
Meu coração segue errante
Nessa noite que deságua

[Chorus]
Eu escolhi sofrer sozinho
Pra não ver você chorar
Prefiro magoar a mim
Do que ver teu sofrer no ar

[Bridge]
As memórias vão ficar
E o tempo vai curar
Mas essa dor no peito
Nunca vai se apagar

[Verse 3]
Entre sombras e lembranças
Encontrei a minha paz
Mesmo com esperanças
De um dia te ver mais

[Chorus]
Eu escolhi sofrer sozinho
Pra não ver você chorar
Prefiro magoar a mim
Do que ver teu sofrer no ar

Composição Valter Martins

Inserida por Valter_Martins

⁠⁠Que o sabor leve da paixão tenha o gosto do nosso suor.

Inserida por JanainaDomingos

⁠Trate meu caos com respeito e cuidarei da sua confusão com carinho. Esse é nosso segredo.

Inserida por JanainaDomingos

⁠O QUE ME IRRITA MESMO...
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Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme.
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Ou, então, uma pessoa bem alta senta na poltrona à nossa frente; o mastigado crocante - também no cinema - dos comedores de pipoca ou do ploc-ploc dos chicletes; rangido de porta, nos escritórios, enquanto aguardamos ser atendidos; em casa, apressado para sair, na hora de pôr perfume, a tampa do frasco escorrega, rodopia no chão e vai repousar lá no cantinho embaixo do guarda-roupa ou de outro móvel qualquer; concordar com pessoas que nos pedem opinião, mas que, na verdade, precisam é de apoio moral.
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O que irrita mesmo é subir no ônibus e aguentar, sem poder dizer nada, aquelas pessoas que demoram uma eternidade na roleta pagando a passagem.
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Um dia desses, final de tarde, observei: uma senhora gorda, bem parecida, apresentado sinais visíveis de neurose, aproximou-se da roleta e tentou nervosamente abrir a primeira bolsa.
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Depois dessa, havia aquela bolsinha onde elas guardam moedas. Mexeu, remexeu, e nada de as moedas aparecerem.
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Em cima da gaveta do trocador havia de tudo. Um verdadeiro bazar: amostra de tecidos, grampos enferrujados, pente, botões, sianinhas, carnê do Baú da Felicidade. O que se pudesse imaginar estava ali exposto na mesinha do trocador.
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O tempo foi passando, passando (como é seu costume), e eu me enervando. A essa altura, já me sentia uma bomba. Só faltava explodir. Não demorou muito. Chovia e ainda não me encontrava sequer dentro do ônibus. Muni-me de paciência - qualidade rara hoje em dia - e suportei heroicamente a primeira etapa dessa angustiante maçada.
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A segunda etapa vai do momento em que ela retira a moeda da bolsinha, até o pagamento propriamente dito.
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Não entrarei em minúcias, por questão de brevidade. Bom, depois da longa "lengalenga", pudemos respirar naturalmente. Pensamos nós, passageiros.
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Mas que nada. Aconteceu o inesperado: a bolsa da dita enganchou na roleta e começou o puxa-puxa. Puxa daqui, puxa de lá, e eu sei, gente, que finalmente chegou a minha vez de pagar.
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Meti a mão no bolso para tirar a carteira, tentando ser mais rápido que todo mundo, querendo, com isto, me vingar mentalmente... Não a encontrei. Se não fosse minha timidez congênita, teria feito aquele escândalo.
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Pior do que tudo isso, e já não era pouco, os outros passageiros, saturados pela gorda, não compreenderam meu problema - o roubo da carteira - e começaram a me xingar deliberadamente.
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Essa não! Aí não prestou! Um verdadeiro disparo - de blasfêmias - cruzou no ar, juntamente com bofetes e encontrões. Estava todo mundo ababelado, à mercê do que desse e viesse, quando de repente ouviu-se o disparo de um revólver. Ficamos estáticos, pálidos, mal respirávamos.
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Poucos minutos depois, cada um de nós olhou para a cara do outro, meio sem jeito. Era como se quiséssemos inquirir: - Precisava de tudo isso!? Um pouco mais de calma não teria resolvido a questão? Mas agora é tarde demais.
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O silêncio é rompido pelo autor do disparo, um guarda da Polícia Civil, que falou com aspereza:
- O coletivo está detido e vai agora mesmo para a delegacia!
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Chegamos. O delegado, como sempre, fez perguntas de praxe e no final não deu em nada. Algumas multas, advertências e pronto. Uma história a mais dos propalados transportes coletivos. Fim de linha, fim de conversa!
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1977

Inserida por AirtonSoares1952