Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A solidão só domina quando esquecemos que o nosso brilho interno é capaz de iluminar qualquer vazio.
Dói aceitar que o nosso 'para sempre' virou um 'era uma vez', e que agora só nos encontramos no silêncio das minhas lembranças.
Que a esperança nos convença a sermos melhores e leve paz a tudo ao nosso redor e além, pois a humanidade merece mais do que o abismo.
Não sei se mereço o paraíso... com certeza, não.
Mas a Misericórdia de Deus disse que não nos abandonaria, o que quer dizer que cabe a nós fecharmos os portões do inferno.
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
Você me mostrou que o destino já havia traçado o nosso caminho. Mesmo que a minha vontade se opusesse, eu seria sua de qualquer forma, percebendo ou não. É uma entrega que transcende a razão
Esta certeza veio da alma e não da razão: era o nosso destino, e ele se cumpriu. Não houve escolha, apenas a rendição à única verdade que eu deveria abraçar. Você é a única pessoa que conseguiu me fazer sentir a plenitude e a beleza deste amor.
Quando crianças, nosso maior medo era a ideia de que o bicho papão sairia debaixo da cama para nos assustar. Nossa verdade absoluta era a de que fadas existiam e vinham trocar nossos dentinhos de leite por moedas de 25 centavos. E ansiávamos que o natal logo chegasse para ganharmos presentes do Papai Noel. E de repente crescemos e as circunstâncias fazem-nos ansiar por verdades que venham substituir os nossos medos.
JEOVANIA VILARINDO (Diga-se de passagem)
A oração
é o nosso encontro com Deus, é o momento do meu eu com Deus. Deus sempre espera este momento, para que ele possa estar conosco. é o momento de pedir, de agradecer e de louvar a Jesus. meu coração nesta hora deve estar inteiramente voltado para Deus. é o meu íntimo com intimidade a Deus. a cada dia devo escolher meu momento com Deus, um local para que possa eu me ligar a Deus.
Quando éramos crianças nos davam coisas amargas e ruins, pois diziam que era para nosso bem, para que pudéssemos crescer fortes e saudáveis. E quando finalmente nos tornamos adultos...
Bem, agora que finalmente nos tornamos adultos, a vida continua nos dando as mesmas coisas para sermos fortes diante da adversidade e saudáveis em nossas relações
O mundo não liga para os nossos planos, entretanto, cabe a nós mostrar o nosso potencial para os planos dele.
Nem sempre a vingança é a melhor atitude, porque de certa forma satisfaz nosso ego, mas pode prejudicar alguém que não teve intenção de te fazer mal e quando enxergamos isto já é tarde.
Hoje estou insuportavelmente FELIZ.
Porque a felicidade depende do nosso estado de espírito e a simplicidade dos pequenos gestos fazem toda diferença!
O romance do nosso assassinato,se eu sou seu Bonnie, você vai ser meu Clyde, mas a grama é mais verde aqui e eu posso ver todas as cobras..
Pena que não podemos mudar o passado portanto não gastemos o nosso tempo em corrugir os erros do passado porque o futuro nos aguarda.
"A natureza é a nossa maior benção, o nosso maior tesouro.
Deveríamos nos preocupar e cuidar melhor dela enquanto
temos tempo."
O nosso pais está a merce de parlamentares ultrapassados e viciados a se prevalecer da falta de informação do povo.
Nosso gosto de maio
O teu cheiro permanece
Cheiro do novo
Cheiro de quero de novo
E esse pensamento me perturba por horas e horas
Esperando reencontrar-te
E quem sabe abraçar-te
E olhar em seus olhos
Tentando decifrá-los
E penetrá-los
Tentando disfarçar o que é nítido
Mas é o que torna tudo isso mais interessante
Mais emocionante
Mais picante
Mais amante
Diante de tudo revelado
De antes tudo bem guardado
Agora exposto
“Ao gosto de Agosto”
Nosso gostoso gosto de Maio.
