Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Autonimia interior, Leveza e Vitória íntima
Vocês acham mesmo que alguém ou alguma coisa
possa exercer força sobre mim?
O saldo do dia é a consciência leve
e o coração tranquilo,
prontos para o recomeço
de um novo aprendizado.
Tudo isso nasce de uma entrega consciente,
da fluidez com que escolhi
conduzir a vida.
Sem ego,
sem armas,
sem disputas,
sem defesa para muitas coisas
que não precisam ser defendidas.
A vitória será sempre, ao final do dia,
em um respirar profundo,
nascido da certeza
de que hoje eu venci mais um dia.
Os que hoje sabem mais,
um dia souberam menos.
Ninguém sabe de tudo;
querer sabê-lo é insano.
Aprofundar-se, cada vez mais,
ainda que no amargo
das revelações,
é sinal de inteligência.
Estacionar naquilo
que já se sabe
é ignorância.
Estou aprendendo, a cada dia, que o combate com os meus supostos adversários, que muitas vezes me conduz ao caos, ao desequilíbrio encontram-se, primeiramente, dentro de mim.
Compreendida essa etapa, o que vem de fora torna-se apenas estímulo para eu poder vencer as barreiras que ainda habitam na minha interioridade.
"O perdão não é porque o outro merece! Se fosse assim, Jesus jamais subiria na cruz por nós! Mas, o perdão é porque não merecemos viver "ancorados e fixados" por essa energia congelante!" (CH²)
Não tenho medo dos loucos e agitados, mas temo os silenciosos contidos, pois destes surgem verdadeiros atos de fúria e desespero
Existem momentos em que percebemos a nossa fragilidade humana frente aos fenômenos da natureza e a noção de segurança se esvai com outras certezas.
Tudo que te perturbou e tirou a sua paz tem a ver unicamente com a permissão que você deu para isso acontecer. Mude!
Uma criança não desiste por causa de alguma situação limitante, a contorna a qualquer preço sem reclamar.
Na maciez de um terreno previsível e artificial, os pés não criam proteção contra as pequenas pedras que fatalmente encontrarão fora deste.
Conquistas não são apenas pelo esforço pessoal, vontade e técnicas, mas pelo longo TEMPO que permanecemos perseguindo-as.
Sou um dos lobos bons numa sociedade de galinhas assustadas. Claro que não as mato, só as assusto mais ainda com argumentos e fatos.
Sou muito a favor das pessoas que vêem/ouvem, refletem e questionam, mas sou arbitrariamente contra os que, desse grupo, se acham acima de alguém ou da JUSTIÇA.
As expectativas e os desejos nos levam a escolhas desequilibradas, caminhos nublados e a destinos questionáveis.
Infelizmente o ser humano exige do outro algo que nem mesmo ele conhece a fundo ou possui para oferecer. Enfim, reclama de si.
A parcialidade é a arma de quem não tem argumento e castra a informação com a única intenção de manipular.
A vida morna, entediante, com a falta de entusiasmo e brilho nos olhos é a única morte que devemos temer.
