Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Deus para mim é fazer as coisas certas, não faz sentido eu ficar dando maus exemplos e ficar escondendo atrás do nome de Deus.
BRINCANDO COM AS PALAVRAS
Colunagem, carruagem...
suberbas substâncias são as circunstâncias circundante
que circulam no nosso circuncentro social
:::::::::::::::::::::::::::::::::
Hoje o mertelo não é Marcelo
que mata a meta do marte...
quem diria que a solange
que vem de sola
pertencessem a solos diferentes
:::::::::::::::::::::::::::::::::
casa em casa num cas cascata
fiada...
tomara que ma parte da parte má
que o concelho seja aconselhado a ir a um concerto
que conserte o seu coração.
:::::::::::::::::::::::::::::::::
Nunca antes pressagiei
Que da adaga provisse o adágio
de que o Alexandrino compusesse um alexandrino
hoje o marabá usa o marcabá
para partir a partir o amor que enraiza a amora...!!
:::::::::::::::::::::::::::::::::
Quem diria que hoje enrasco o enredo do enricar!!!!
O que as palavras não fazem??
Entre o sujeito e o verbo não há vírgula; é para entenderes a importância de tuas ações.
Sidney Poeta Dos Sonhos
"Independente de ser antigo ou atual, o respeito e a moral, sobrepões a tudo isso. De nada adianta ser jovem e pensar que sabe tudo, quando não sabe nada"
Deus não dá batalhas maiores que o soldado, tu és maior que essa pedra, só precisas entender o que Ele quer que aprendas com isso e daí terás forças de suportar o processo e ficar para viveres o propósito.
" Ninguém fala de você, o seu valor.
Mas, quem conhece suas paixões, e fracassos, é somente ti, que vive-os...
É com certeza enquanto você viver nos comentários, esquecem de cuidar de suas próprias vidas."
Adenir dos santos Fabiano
O tempo é um mistério, uma força silenciosa que, de alguma forma, sempre coloca tudo em seu devido lugar. O que hoje parece essencial, amanhã pode não ter mais valor. E aquilo que você nunca imaginou viver, de repente, vira parte da sua rotina. Quando somos crianças, sonhamos em acelerar os dias, ansiosos por alcançar os tão esperados 18 anos. Acreditamos que, nessa idade, seremos livres, sem precisar ouvir as cobranças da mãe: "Que horas você vai chegar? Não demora, vou te esperar. Se você não vier, não consigo dormir."
Mas aí chegam os 18, e entre os sorrisos e os sonhos, você vive o frescor das descobertas, o sabor do primeiro amor, aquele que faz o coração bater mais rápido e o mundo parecer mais lento. Dos 18 aos 30, você quer congelar o tempo. Quer viver para sempre naquele instante mágico em que os olhares se cruzam, as mãos se tocam e o amor faz tudo ao redor desaparecer.
Dos 30 aos 50, a vida ganha outro ritmo. Vem a correria, os compromissos, as responsabilidades que parecem não ter fim. E, em meio a isso, surgem perdas que deixam marcas profundas. É nessa fase que, talvez, você enfrente a dor mais difícil: ouvir alguém dizer "Chegou a hora de fechar o caixão." E, diante disso, o que resta é um turbilhão de sentimentos. Como agradecer por quem foi puro amor em sua vida? Como colocar em palavras o amor infinito por aquela que foi sua mãe — ou, no meu caso, minha avó-mãe?
Tudo o que você quer é voltar no tempo. Trocar mais uma palavra, sentir mais um abraço. Ouvir novamente aquela preocupação cheia de cuidado e amor que só uma mãe é capaz de oferecer. E é nesse momento que você entende o valor de tudo o que já viveu.
Com o passar dos anos, você percebe que não há nada lá fora maior do que o que já encontrou dentro de si mesma. Você aprende a valorizar sua companhia, a ser seletiva, a enxergar que o que realmente importa não é o que está por vir, mas o que já foi vivido e as memórias que carrega consigo.
No fim, viver é isso: é colecionar momentos, é ser grato pela sua história. É reconhecer o privilégio de ter recebido tanto carinho, afeto e amor ao longo do caminho.
Outrora o passado não nos incomode tanto, e a ânsia do futuro não nos acomode. Planeja-se, estranha-se, e adentra-se pelas entranhas da mente, moldando-se conforme novas ideias, tão antigas que se dão ao esmero de serem reinventadas.
'Entrei numa de mergulhar em mim mesma e descobri que o naufrágio cá de dentro dói bem menos que os causados exteriormente; conclusão: vivo num silencioso autonaufrágio.'
"A colheita de quem planta é certa,nem sempre tão objetiva.Depende dos fatores externos,dos percalços e insucessos que nos ensinam da vida a lida.É preciso pensar adiante, não deixar de regar um instante,para não chorar uma safra toda perdida!".
(Rodrigo Juquinha)
"Se queres mudar o mundo,com algo que seja profundo, comece pela educação.Veja a solidariedade como parte de seu sistema,não veja em tudo um problema,transforme as dificuldades em solução!".
(Rodrigo Juquinha)
Não me tomes por inocente ou
me julgues por culpada,
se ainda que, insanamente, percorro dias, meses e anos atrás daquilo que me apraz. São meus dias brevidade e não me é mais dado tanta formosura, habilidade e disposição; mas ainda assim, o desejo de metodicamente levar ao suicídio o que ainda me resta não foi gerado no cerne da própria mulher. Haja vista o prazer latente que me leva a abrir as janelas toda manhã esperando escrever um novo capítulo de minha monótona e sarcástica vida. Todos os dias me é permitido buscar e acrescentar oportunidades para que tudo saia do marasmo que vem se tornando, e que, ao mesmo tempo, o sorriso solto e largo diz que não é bem assim. Não, que marasmo, monótono o quê? Veja ao redor, às esquinas... veja! Tens criado e feito a diferença sim, tens conquistado seus sonhos sim!!!! Somos bombardeadas todos os dias com frases e notícias que nos tentam fazer parar, mas, cabe a nós lutarmos por tudo aquilo que acreditamos. Se vai contra ao que alguns dizem não ser o "certo", vale a nós ver quem é que está ditando as regras. Vivo e ajo pautada no que acredito, e não no que tentam me mostrar ou impor. Culpada ou inocente? Não tange a mim, sua opinião, desde que, cá dentro, haja paz de espírito.
Quisera ter a leveza das flores de se inclinarem ao vento e se permitirem ir e voltar, sem a necessidade da direção assertiva; de se abrirem em campos vastos e oferecer a todos seu melhor perfume; de exibirem sua beleza sem a "maquiagem" que camufla; ao invés disso, em alguns momentos, me fecho sem que me permita algum indício de luz. Sei que ela está lá. É que, para minha visão tão diminuta, me cegaria. É quando meu interior vocifera trazendo verdades entaladas. Não sou e nunca serei a prisioneira em sua própria cela, aquela que não possui essência de aromas inebriantes, aquela que a luz se intimida ante os raios que ela mesma reflete. Farei parte das flores que se deixam exalar, que oferecem sua beleza e inclinam-se aos ventos, sem receios de tempestades, com o intuito, de serem e viverem exatamente como são: belas, perfumadas e livres.
