Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Presa nos meus sonhos e esquecendo
Eu tenho agido como se fosse o apocalipse
Porque você
Me segurou em seus braços um pouco forte demais
Foi isso o que eu achei
O verão foi feito para amar e deixar
Eu fui uma tola por acreditar
Que você
Poderia mudar sua maneira de viver
Mas você simplesmente não conseguia parar...
Me perguntaram qual é seu perfil eu disse meu perfil é amar o proximo como a mim mesmo e amar a Deus de todo coração,espirito e alma em espirito e em verdade, me libertando do pecado com a alegria de viver jubilando servidão com gratidão pois o fardo de Deus é leve e do mundo enganosa atração de força retentora
E assim ela vem, como uma chuva de verão
Aparece do nada, como um trovão!
Seu charme é intenso como uma festa de carnaval
Essa tempestade de mulher, é como um vendaval
Então do nada chega esse olhar jocoso
São dois olhos verdes lindos
E um sorriso que me deixa ansioso
TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.
E se pudéssemos usar nossas vidas como uma janela do computador.. minimizando os problemas, restaurando a felicidade e fechando nossas fases! Novidade pra você..a gente pode!
Quem somos nós
pra entender o coração
Talvez um dia eu entenda
por que não entendo
É como olhar o céu e
enxergar além do sol
É como me enxergar
por dentro desse olhar
Que conquistou cada espaço
do meu coração
Que bagunçou meus sentidos
Dominando a razão
Como não se perder em seus lindos olhos, como não suspirar na sua ausência, como não lamentar essa distância que em todas madrugadas me atormenta...
“Nem tudo é como você quer, nem tudo pode ser perfeito. Pode ser fácil se você ver o mundo de outro jeito. Se o que é errado ficou certo, as coisas são como elas são. Se a inteligência ficou cega de tanta informação. Se não faz sentido, discorde comigo, não é nada demais, são águas passadas, escolha uma estrada e não olhe prá trás.”
A fidelidade só interessa como valor moral quando suas promessas do passado contradizem as inclinações afetivas do presente.
"Eu sinto que ele olha nos
meus olhos como quem olha
uma galáxia.
☆
Mal sabe ele que essas estrelas
só brilham diante dele."
Hoje choveu.
No silêncio do quarto choveu. Choveu como nunca havia chovido antes.
Apenas choveu.
As nuvens já estavam carregadas há um tempo.
Temporal.
Torrentes de água.
Levou-me.
Lavou-me.
Vendaval em meu quarto.
Enquanto o sol brilhava lá fora.
É...
Como a distância nos faz sofrer as vezes.
Principalmente quando houve uma distância entre duas pessoas amadas.
Mas distância na verdade não significa lá muita coisa,
porque quando duas pessoas se amam de verdade,
não há distância que os separe.
“Escrevendo, como faço nesse instante, realizo a vontade dos deuses que me deram a oportunidade de viver. E assim sendo, também me realizo pessoalmente pois relato em frases a insanidade que é esse mundo, a vida!”
Como sorrir se não tenho sorriso, como chorar se eu não tenho lágrima, como viver se eu não tenho você?
Quando um amigo morre, uma coisa não lhe perdoamos: como nos deixou assim sem mais nem menos, assim no ar, em meio de algo que lhe queríamos dizer ou – pior ainda – em meio do silêncio a dois no bar costumeiro? Que outros hábitos, que outras relações terá ele arranjado? Que novas aventuras ou desventuras de que não nos conta nada?
As emoções humanas são como um termômetro que nos informa sobre a temperatura e nos indica em consequência como nos vestirmos. As nossas emoções traduzem a nossa temperatura interna e fazem-nos decidir como nos comportar e o que fazer...
"Devem buscar-se amigos como os bons livros. Não está a felicidade em que sejam muitos nem muito curiosos; e sim poucos, bons e bem conhecidos."
