Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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⁠Não é o conforto que revela quem você é, mas as tempestades que você decide atravessar sem deixar de amar.

— Maycon Oliveira

Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
@o_escritor_invisivel

Inserida por O_Escritor_Invisivel

Sinto que os mortos nos assombram porque não os amamos o bastante.

Inserida por pensador

⁠Não quebre o silêncio apenas para fazer barulho, quebre-o para construir algo bom.

Inserida por renatomendesurso

⁠"Quem envenena o próximo pode se tornar no futuro uma vítima daquele que ele mesmo envenenou"

Inserida por renatomendesurso

⁠Não se deixe envenenar por palavras, cultive relacionamentos saudáveis, mas sabendo que ninguém é perfeito, todos erram, inclusive você.

Inserida por renatomendesurso

⁠Todo ser humano tem seu veneno, isso não significa que devamos usá-lo.

Inserida por renatomendesurso

⁠Se machucou é porque a pessoa te amava, nenhuma ação tem efeito quando não existe sentimentos,então muito cuidado com suas ações para com o seu próximo.

Inserida por PlantaLunar

Às vezes eu vejo como se não visse e você me aparece como se sumisse.

Os grandes músicos terrestres podem, como os outros artistas, receber a inspiração, seja do espaço, seja como resultante de trabalhos anteriores. Trata-se exatamente do mesmo fenômeno que se produz com os outros artistas.

Tanto para o menor como para o maior há coisas que só podem ser realizadas uma vez, e neste feito seu coração repousará.

Não tenho a menor ambição de tornar-me um educador: não pretendo, como um déspota, "conduzir ou guiar" ninguém e muito menos limitar caminhos de quem tem imaginação tão promissora. Pretendo, antes, ser um PROFESSOR: o indivíduo que professa algo, que alimenta o espírito crítico com seu conhecimento, permitindo ao semelhante um encontro com sua liberdade e identidade única!

Não sonho em lecionar para sujeitos que se comportam como alunos! Estes, como o próprio vocábulo apregoa, são pobres infelizes “sem luz” e que podem, para o bem ou para o mal, ser dirigidos por “iluminados” tirânicos. Sonho sim em ter, sob minha responsabilidade, estudantes, que, - oh, redundância absoluta! -, estudam e compreendem o mundo por si próprio.

"Você não pode alterar o destino. Você não tem como controlar isso. Você só pode controlar suas escolhas."

É como tudo na vida. Você acha que tem todas as respostas, e então, à medida que envelhece, percebe que não tem nenhuma. Quando você se dá conta, é tarde demais.

⁠Uma pessoa que engana como ele me enganou é capaz de tudo.

Não sei como dizer isso, mas você está em uma máquina do tempo.

(Marty McFly)

Eles sempre me viram como uma criança. Mas este verão é diferente.

Achei que este verão seria como os outros verões. Mas não será. Porque não vou deixar.

Como posso mergulhar de cabeça em algo com o Jeremiah se um pedaço do meu coração ainda é do irmão dele?

CONDEÚBA, TERRA DO BISCOITO
Por Leandro Flores


Condeúba é conhecida,
em toda a região,
como a terra do biscoito,
feito com fé e tradição.


Ao lado de Conquista,
cidade do interior,
duas filhas da mesma terra,
símbolo de trabalho e valor.


Da mandioca em terra seca,
nasce o pão do trabalhador,
que alimenta a mesa farta,
recheada de puro sabor.


É tradição que move a história,
e adoça o paladar,
gera renda, traz sustento,
pra quem se dispõe a trabalhar.


Do vendedor na rua,
à barraca no pavilhão,
o biscoito cruzou fronteiras,
sem perder a tradição.


Hoje é marca condeubense,
razão de satisfação,
que espalha renda e orgulho
por toda a região.


De janeiro a janeiro,
a produção não pode parar,
lá vêm os festejos de junho
e o fim do ano pra animar.


Chegam logo os são-pauleiros,
com saudades e com dinheiro,
levam biscoito e lembrançinha,
pra comer o mês inteiro.


Tem xiringa e tem palito,
cozido, assado e pão de queijo,
aqui o povo chama chimango,
feito no modo sertanejo.


Igual o biscoito de polvilho,
que em outros cantos é avoador,
cada terra tem seu nome,
aqui se diz xiringa, orgulho do interior.


Na sexta tem feira boa,
com cheiro de pastel frito,
café torrado na hora,
biscoito, casadinho e palito.


Tem balaio na calçada,
prateleira de farinha,
trempe quente e fogão a lenha,
e aquele sabor gostoso
que vem da cozinha.


Tem biscoito de tapioca,
de manteiga e de fubá,
de queijo, crocante e macio,
feito pra gente degustar.


Tem redondo, anelzinho e bolinha,
comprido, torrado pra provar,
de sabor pra todo gosto,
e café coado na hora pra acompanhar.


É sabor que faz história,
gera emprego e união,
sustenta mesa e a memória,
desse povo do meu sertão.
Condeúba é terra mãe,
da fartura e do sabor,
cidade boa e acolhedora,
de um povo trabalhador.
E quem prova das suas delícias,
nunca mais esquece o gosto,
porque nelas tem a vida,
a lembrança e o rosto.
De um povo simples, feliz,
orgulhoso do que é seu,
que aprendeu a ser feliz,
com o pouco que a vida lhe deu.






Um cordel em homenagem à cidade de Condeúba Bahia (terra do biscoito)