Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Como esquecer algo que do nada surgiu, em minha vida se instalou e raízes criou?
Como esquecer o pensar que em minha mente flúi?
Como esquecer de me esquecer de esquecer?
Será difícil te esquecer meu bom pensamento que um dia se me apresentou.
Talvez ela tenha medo de eu não querê-la, já que não posso tê-la. Assim. Como éramos. Ela não quer me amar, mas também não quer me perder. Ela quer que a gente fique numa boa. Como antes. Mas não existe mais garantia. A gente vai ficar numa boa, tento prometer. Tomara que eu esteja certo."
''Nem sempre a vida é como desejamos , mais acredita é a forma que tem que ser ,e é difícil encarar a realidade mais é assim a vida ''
O processo era como descer até o fundo de um poço, subindo lentamente, agarrando-se à parede com as unhas, sofrendo, sofrendo sempre.
Lá dentro: no germe, no miolo, no núcleo mesmo da coisa,uma dor profunda, latejante, como se aquele conteúdo já não coubesse no invólucro córneo.
Como viver, se não viver e Ti?
Como amar, se não amar em Ti?
Como ser feliz, se não ser feliz em Ti?
Tu que és ó Senhor a Vida e o Amor.
As vezes é preciso ser como criança, de na inocência apenas confiar em quem nos ama, sendo este como fim ultimo de nossas vidas o próprio Deus.
É incrível como as pessoas conseguem ser cruéis ao ponto de culpa-lo por só saber obedece-las. Somos nós quem não sabemos escolher quem amar, e somos nós quem o amaldiçoamos. Ao não sermos capazes de aceitar a culpa, de amarmos quem não merece, culpamos o AMOR, dizendo que nos traiu (O amor não tem olhos, ele apenas obedece ao que tu o levas a sentir), coitadinho do AMOR.
Mas Amor, eu Coração, conheço-te a ti Amor, as tuas graças e maldições (Pela culpa que te jogam).
3. Como é que se pode conhecer Deus apenas com a luz da razão?
A partir da criação, isto é, do mundo e da pessoa humana, o homem pode, só pela razão, conhecer com certeza a Deus como origem e fim do universo e como sumo bem, verdade e beleza infinita.
5. Como se pode falar de Deus?
É possível falar de Deus a todos e com todos, a partir das perfeições do homem e das outras criaturas, que são um reflexo, embora limitado, da infinita perfeição de Deus. É, porém, necessário purificar continuamente a nossa linguagem de tudo o que ela contém de imaginário e imperfeito, na consciência de que nunca será possível exprimir plenamente o infinito mistério de Deus.
