Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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"Pois o Senhor é bom, e o seu amor leal dura para sempre; a sua fidelidade permanece por todas as gerações".




Salmos 100:5

Uma Bofetada de Amor.


Não espero curtidas ou coraçãozinhos...


Porque ninguém aplaude quando leva uma bofetada, quando é ferido...


E é exatamente isso que quero...


Mexer onde ninguém toca. Onde você resolveu se esconder, fugir daquilo que te faz sangrar, do que te faz sentir, do que você realmente é.


Aquele lugar que o mundo não conhece e que você tenta esquecer...


Não espero curtidas. Quero que, ao terminar de ler, você saia do texto sem palavras, sem movimentos, em choque, porque uma luz vermelha de emergência se acendeu dentro de você e agora está tentando entender onde foi parar e por quê.


E isso leva tempo, porque o próprio corpo entra na defensiva, tentando se proteger da cura, com medo do desconhecido.


Mas não tenho pressa. Eu espero.


Esse é o preço do amor...


E é em nome dele que não quero ver ninguém sofrer, afogando-se nas próprias máscaras, escondido dentro de um véu de ilusões.

⁠⁠Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

⁠
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida;
só tem depois.


Há um homem que fui e que já não sei onde encontrá-lo.


Um sujeito que habitava o mundo sem desconfiar que, um dia, outro ser humano lhe alteraria a geografia da alma, deslocando suas certezas, reinventando seus abismos e dando novos nomes às coisas que, até então, julgava conhecer.


Procuro-o nas fotografias antigas, nos lugares onde meus passos ainda não tinham pressa, nas canções que eu ouvia sem imaginar que, um dia, algumas melodias poderiam me devolver a um tempo em que eu ainda não conhecia a saudade de alguém.


Mas tudo me escapa…


É como procurar o rio antes de ele descobrir o mar, como tentar encontrar a semente depois que a árvore já aprendeu a conversar com os ventos.


O amor, quando é grande, não apenas nos acontece: ele nos modifica.


E talvez seja essa a sua mais profunda crueldade — ou a sua mais extraordinária beleza.


Porque, depois dele, já não somos inteiramente donos daquilo que éramos.


Há em nós uma nova linguagem, uma sensibilidade que desconhecíamos, uma espécie de eternidade que passou a caber nas coisas breves.


Antes, eu julgava conhecer a solidão.


Hoje, sei que existe uma solidão anterior ao encontro e outra, inteiramente distinta, que nasce quando alguém nos ensina a dimensão da presença.


A primeira é um quarto vazio; a segunda é uma casa inteira que ainda guarda o cheiro de quem partiu, ou a memória de quem permanece, mas já não cabe nos mesmos gestos de outrora.


E o mais intrigante é que não sei se desejo, de fato, reencontrar aquele homem que fui.


Talvez eu sinta falta apenas da sua ignorância.


Da maneira como caminhava, sem saber que certas pessoas chegam para nos transformar em perguntas.


Da inocência com que acreditava que o coração era uma morada estável, quando, na verdade, era apenas uma casa à espera de alguém que lhe mudasse as paredes de lugar.


Quem ama profundamente perde, em alguma medida, a possibilidade de voltar a ser quem era.


Não porque o amor nos roube a identidade, mas porque nos revela dimensões de nós mesmos que, uma vez descobertas, já não podem ser desabitadas.


É como conhecer o oceano e tentar, depois, convencer-se de que uma poça d'água basta para explicar o mundo.


Talvez seja por isso que o passado me pareça cada vez mais distante, embora continue tão perto.


Não porque os anos tenham crescido entre mim e aquele que fui, mas porque a experiência abriu um abismo na memória.


O homem de ontem e o de hoje compartilham o mesmo nome, o mesmo corpo, talvez os mesmos olhos; contudo, entre um e outro, existe um acontecimento que não pode ser desfeito: eu amei.


E amar, quando o amor alcança as alturas, é permitir que a existência nos reescreva por dentro com uma tinta que não aceita borracha.


Às vezes, penso que amadurecer é justamente aprender a conviver com essa impossibilidade de retorno.


É compreender que certas portas não se fecham atrás de nós: elas desaparecem.


E, quando olhamos para trás, já não encontramos a entrada, mas apenas a paisagem transformada pela distância.


O que fazer, então, com essa nostalgia de alguém que ainda somos, mas que já não conseguimos ser?


Talvez seja necessário parar de procurar.


Parar de exigir que a vida nos devolva intactos aquilo que ela própria precisou transformar para nos fazer crescer.


Há uma vaidade escondida no desejo de permanecer o mesmo, como se a nossa versão anterior fosse mais legítima do que aquela que sobreviveu aos encontros, às perdas, às descobertas e às contradições.


Não era melhor, necessariamente, o homem que fui antes daquele amor.


Era apenas um homem que ainda não sabia quase nada da vida.


E há coisas que somente a experiência ensina, embora o preço dessa aprendizagem seja nunca mais podermos olhar para o mundo com os mesmos olhos.


Hoje, compreendo que a vida não é uma estrada que nos permite voltar ao ponto de partida para corrigir o percurso.


É uma travessia em que cada encontro altera a paisagem e cada despedida modifica o significado da chegada.


Por isso, já nem procuro recuperar quem fui.


Procuro compreender quem me tornei.


Talvez o verdadeiro reencontro não consista em regressar ao passado, mas em reconciliar-me com todas as versões de mim que precisaram desaparecer para que eu chegasse até aqui.


O menino que eu era merece ternura, não resgate.


O homem que sou merece compreensão, não condenação.


E aquele que ainda serei merece a liberdade de não precisar justificar-se eternamente pelas marcas que carrega.


Porque o amor não deveria ser medido apenas pelo tempo em que alguém permanece ao nosso lado, mas também pela profundidade com que transforma a nossa maneira de existir.


Há amores que se tornam presença; outros, memória.


Alguns nos oferecem um lar; outros nos ensinam que até aquilo que chamávamos de lar pode mudar de forma.


Mas todos os grandes amores, de alguma maneira, nos obrigam a rever a pessoa que acreditávamos ser.


E talvez a tragédia não esteja em não podermos voltar a ser quem éramos, mas em passarmos tanto tempo tentando regressar que nos esquecemos de viver quem somos agora.


Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida; só tem depois.


E, se só tem depois, que eu aprenda a habitá-lo.


Que eu não transforme a saudade numa prisão, nem a memória num tribunal onde condeno o presente por não se parecer com o passado.


Que eu compreenda, enfim, que não preciso recuperar o homem que fui para honrar a história que vivi.


Porque há um tempo em que a vida nos pertence como possibilidade, e outro em que ela nos pertence como consciência.


Antes, eu tinha a inocência de quem ainda não conhecia a profundidade de certas águas.


Depois, tenho a lucidez de quem já mergulhou e sabe que nunca mais será possível confundir a superfície com o fundo.


E, no silêncio de tudo aquilo que mudou, começo a suspeitar que talvez não tenha perdido a mim mesmo.


Talvez eu apenas tenha deixado de caber na definição que, um dia, fiz de quem era.


Afinal, existem amores que não nos afastam de nós mesmos; afastam-nos apenas da ilusão de que já nos conhecíamos por inteiro.


E, se antes de você eu era uma história ainda por acontecer, depois de você me tornei também a consciência de tudo aquilo que uma história pode fazer com um homem.


Não posso voltar...


Não porque o passado esteja longe demais, mas porque já não sou aquele que poderia habitá-lo.


Resta-me seguir, levando comigo o que fui, acolhendo o que sou e aceitando que o futuro não me deve a devolução de nenhuma versão já esquecida.


Porque a vida, em sua sabedoria silenciosa, não nos concede o privilégio de sermos os mesmos depois de conhecermos o extraordinário.


Concede-nos algo talvez mais difícil: a oportunidade de continuar existindo depois de termos sido profundamente transformados.


E talvez seja esse o verdadeiro sentido de amar: descobrir que não há retorno à pessoa anterior, mas ainda há um mundo inteiro a ser vivido pela pessoa que nasceu depois.

Uma Das Maiores demostração de amor e Seu Tempo, Aquém vc tem se dedicado .

DENTRO DE NÓS EXISTEM DOIS TEMPLOS: O CORAÇÃO, ONDE CULTIVAMOS O AMOR, E O ESPÍRITO, ONDE DESENVOLVEMOS NOSSO POTENCIAL.

No templo do coração estão as bênçãos do amor, da paciência, da compreensão e do perdão. São virtudes que nos ensinam a viver com humanidade, sem perder a essência diante das dificuldades.

No templo do espírito residem capacidades que aguardam o momento certo para florescer. Desenvolvê-las exige conhecimento, humildade e disposição para aprender com as experiências da vida.

Quando unimos as qualidades do coração à perseverança e ao conhecimento, criamos condições para construir um progresso sólido e duradouro. Afinal, não basta reconhecer nossas virtudes: é preciso transformá-las em atitudes.

Respeitar o tempo de amadurecimento é importante, mas também precisamos fazer a nossa parte. Cada escolha consciente, cada aprendizado e cada esforço sincero contribuem para a nossa evolução.

O amor dá sentido à caminhada, o conhecimento ilumina o caminho e a perseverança nos permite avançar.

Cultive suas virtudes, desenvolva seus talentos e não tenha medo de experimentar o novo. A vida oferece oportunidades de crescimento a quem mantém a mente aberta e transforma o aprendizado em ação.

Porque o verdadeiro progresso não se mede apenas pelo que conquistamos, mas, sobretudo, pela qualidade do ser humano que nos tornamos.

Paz, luz e sabedoria em sua caminhada!

O QUE É O NATAL, SENÃO UM ENCONTRO DE AMIZADE, AMOR E GRATIDÃO?


É o amor que compartilhamos com nossa família, nossos amigos e com todos aqueles que fazem parte da nossa história, dividindo conosco os momentos de alegria e também os desafios da vida.


Neste Natal, se puderem, venham nos dar um abraço. Será uma alegria imensa receber vocês, compartilhar esse momento e demonstrar pessoalmente todo o carinho que sentimos.


E, se a distância ou algum compromisso não permitir esse encontro, sintam-se igualmente abraçados, com todo o nosso carinho e amor.


Porque o verdadeiro presente de Natal não está debaixo da árvore, mas nos laços que construímos e no privilégio de ter pessoas especiais fazendo parte da nossa vida.


Com muito carinho, desejamos a todos um Natal de paz, amor e união!

Insisto em contribuir com as minhas ações desenfreadas e impulsivas nas pichações de amor, para que os meus sentimentos possam continuar coexistindo em meio a minha pura rebeldia.

O LAR É ONDE O AMOR NÃO DEPENDE DAS NOSSAS VITÓRIAS.

É onde encontramos mãos estendidas quando o mundo nos vira as costas, abraços que aliviam nossas dores e corações dispostos a nos acolher mesmo quando a vida não sai como planejamos.

Valorize seu lar. Cuide da sua família. Dialogue mais, escute com o coração, abrace sem pressa e não economize palavras de carinho. Às vezes, na correria dos dias, esquecemos que as pessoas que amamos também precisam sentir o quanto são importantes para nós.

Não deixe para amanhã aquele abraço que pode ser dado hoje, o pedido de desculpas que pode restaurar uma relação ou a palavra de amor que alguém está esperando ouvir.

A vida não nos garante o amanhã, e o tempo não devolve as oportunidades que deixamos passar.

No fim, as maiores riquezas não estão nas coisas que acumulamos, mas nos laços que construímos, nos momentos que compartilhamos e no amor que deixamos florescer dentro de casa.

Porque a vida acontece agora, nos pequenos gestos, nas conversas simples e na presença de quem amamos.

Não espere a ausência ensinar o valor de uma presença. Ame hoje, abrace hoje, perdoe hoje. Amanhã é uma promessa; hoje é a oportunidade que a vida nos oferece.

Bem-vindo, novembro! Que seja um mês repleto de saúde, paz, amor, novos motivos para sorrir e forças renovadas a cada amanhecer!

Entre a Literatura e o Luto: A Jornada de Amor e Resiliência de William Contraponto e Maurício

O escritor e pensador William Contraponto (William Gogolenko Risther) tem transformado sua dor mais profunda em arte e reflexão. Conhecido por sua escrita densa e olhar crítico sobre a sociedade, o autor enfrenta atualmente um de seus capítulos mais desafiadores: o luto pelo falecimento de seu companheiro, Maurício Rodrigues Lucas, ocorrido em 26 de setembro de 2026.
A história dos dois, que se estendeu por anos de cumplicidade, tornou-se um testemunho público de afeto, respeito às diferenças e, acima de um tudo, uma profunda lição sobre a finitude humana.

O Encontro das Diferenças

Um dos aspectos mais marcantes na trajetória do casal era a forma harmônica com que lidavam com suas visões de mundo distintas. Enquanto William Contraponto se define publicamente como ateu — pautando sua filosofia na razão e no ceticismo —, Maurício mantinha uma fé católica convicta.
Longe de ser um ponto de discórdia, a divergência religiosa era celebrada como parte da individualidade de cada um. Essa dinâmica de respeito mútuo permaneceu intacta mesmo nos momentos mais difíceis e hoje se reflete na forma como William preserva a memória do parceiro em seu lar, mantendo os símbolos de fé que eram importantes para Maurício.

A Batalha e a Despedida

Maurício Rodrigues Lucas faleceu aos 37 anos, após uma batalha contra uma grave doença oncológica. O diagnóstico e o processo de tratamento exigiram do casal uma resiliência imensa. Durante todo o período de internação e cuidados paliativos, William assumiu o papel de cuidador e confidente, documentando de forma velada ou direta as nuances de ver quem se ama enfrentar o declínio físico.
A partida de "Maumau", como era carinhosamente chamado, gerou uma forte onda de solidariedade entre os leitores e amigos do escritor.

A Dor que se Transforma em Palavra

Para um homem de letras, a escrita é tanto um escudo quanto uma ferramenta de cura. Desde a perda de Maurício, William Contraponto tem utilizado seu blog oficial e sua página na plataforma Recanto das Letras como canais de vazão para o luto.
Seus textos recentes abandonaram temporariamente a crônica política e social para mergulhar em uma densa autoficção e poesia confessional. William escreve sobre a ausência, o silêncio da casa vazia e o peso das lembranças, transformando a figura de Maurício em uma presença literária eterna. Ao expor sua vulnerabilidade, o autor acaba por acolher centenas de leitores que também enfrentam o luto, humanizando o processo de dor.

O Legado do Afeto

A história de William e Maurício deixa uma mensagem clara: o amor sobrevive à ausência física. Através da literatura, Contraponto garante que o companheiro não seja esquecido e que a batalha vencida pela biologia não apague a vitória do afeto que construíram juntos.

Era apenas um sonho. Não. Era um encontro. Sinto tua falta. Em que estrelas te escondes, meu amor?

Descobri que amar alguém não me faz diferente das outras pessoas. Amor é um sentimento que se sente individualmente. Não espere reciprocidade,Talvez vc não precise disso. Se decidir amar apenas ame. Mais certo q o dia termina e a noite vem, assim todo amor perde o contexto .

Meu amor, queria tanto te pegar no colo, te envolver no meu abraço, e te proteger da más companhias das más influências, da vida madrasta, da mesma forma que eu
fazia quando você era pequenino.
Mas, você cresceu.!!! - Não sei se estou impotente ou infantil. Só sei que agora preciso sentar-me numa cadeira confortável para assistir ao espetáculo da vida.
Dessa vida que cresceu tal e qual àquela mangueira plantada por minha avó em seu quintal, que parecia perceber o carinho que recebia e, retribuia com toda a
sua genenerosidade de mangueira, dando os maiores e os mais doces frutos de toda a vizinhança...
Boa garota essa mangueira!!!
Pense nisso filho e boa sorte!
Com amor
(Mamãe)

☆HareditaAngel

"Para uns o o amor é..
Onde o coração descansa
e vive em paz
Um lugar onde a tempestade não alcança
Um sentimento delicado
Para outros o amor é saudade!
Um sonho, um espaço solitário
Para alguns é algo leve, alegre,
cheio de esperança e muita brincadeira
Já para outros é utopia, sofrimento, devaneio, dor
e medo de sofrer
Para mim o amor é ser o oceano, é sentir, é crescer, é o céu....
É viver junto do meu par...."

☆Haredita Angel

"O amor é tudo, a vontade de amar é mais".

☆Haredita Angel

"Tem coisas na vida que não conseguimos administrar nem mesmo quando o amor é maior que nós. Então, é melhor soltar as rédeas e deixá-las ir... Isso também é amor...!"

☆ Haredita Angel