Nosso Amor como o Canto dos Passaros
RENDA SAIA
Sidney Santos
Volta do sol, volta da vida
À sua época, como o calor e o frio
Tempo de vindas e tempo de partidas
Navegando ao sabor do rio
À espera, na foz chegar
Encontrando a menina da praia
Roupa branca e renda saia
Tempo certo pra amar
Poeta Dos Sonhos
Você me olha como se o que eu vivo é fora da realidade...
É, talvez para minha sobrevivência eu escolho ser diferente!
Eu sei que posso criar e recriar o meu mundo com tanta facilidade como uma criança que cai e levanta de novo para brincar!
Não tem como apagar os erros, mas existem maneiras para repara-los. Arrepender e reconher que errou não é facil, pois passamos por diversos julgamentos dos quais muitas vezes nos humilham... mas saber passar por isso com a cabeça erguida é uma virtude.
O Senhor diz em suas palavras " O cair é do homem, mas o levantar é de Deus". Se acreditarmos e depositarmos nossa fé no Senhor, não há porque temer... a vitória é certa.
Como eu posso ser tão burra,
ao ponto de acreditar em você!
Pra mim você é uma criança como se eu
fosse apenas seu brinquedinho descartável!
Cara você é um otário.
A forma como eu gosto de você
É comparada e beleza de um beijo
Cuja lembrança nos alimenta
No silêncio
Mais profundo do pensamento
E se aproxima com um sorriso longícuo
Na infinita forma de um sonho
A forma como eu gosto de você
São carícias
Que ao serem correspondidas
Podem dar início
A uma nova história de amor.
SONETO PRA VOCÊ
Sidney Santos
Vontade de te amar
Minha singular certeza
Assim como as ondas do mar
Fazem da praia, a beleza
Doce sabor dos teus beijos
Calor dos teus abraços
Loucos e fortes desejos
Teu corpo nos meus braços
Vidas que o amor fascina
Mistura de intensos odores
Em lençóis de puro linho
Graça que me alucina
Quando me farta de amores
Moça de nome, Carinho
Dezembro de 2012
Poeta Dos Sonhos
PALHA E FOGO
Sidney Santos
Sou fogo, sou chama
Como chama forjei a clava
Com clava parti o medo
Desvendar de um segredo
Descobri que te amava
Acabou meu sossego
Interfaces de Amor de Amor e Paz - Antologia CAPPAZ - Vol.3 - 2012
Como é bom estar perto de quem sabe o que é amar e reconhece os segredos de um olhar, nada é mais lindo do que ouvir alguém diante deles dizer: Eu Amo você!
Dependemos todos uns dos outros. é como essa ilustração de formigas....se uma sair da rota as outras se perdem....Então voltando ao assunto não desanime nem reclame dos problemas que acontecem no dia-a-dia tenha foco prá não perder seu caminho porém vai ter uma formiga dependendo de você....fica a dica....
Reconhecer os seus pontos fracos e fortes, com humildade, é aceitar-se como você é, e, acredite, você foi criado para vencer com estas características, só dependerá, exclusivamente, das suas atitudes diante das mais variadas situações que surgirão.
"A vida só é complexa para os que não andam nas veredas do bem.Pois vivem como andarilhos no mundo,sem um significado profundo,se tornando um mero ninguém!".
(Rodrigo Juquinha)
Eu fugi da mediocridade assim como quem foge de uma tempestade num campo aberto. Como que quem corre apenas pelo prazer de não se ver mais no passo de trás, de não ser o mesmo, de saber que o tempo corre depressa e entender que nem sempre somos rápidos o suficiente para alcança-lo.
Eu nunca neguei o amor e nunca neguei o meu coração.
Sempre me inclinei por inteiro à todas as coisas que fiz.
Eu tive medo. O senti me fazer parar um pouco para pensar melhor e me deixar ali parado e pensando melhor para sempre, até perceber que isso era tudo o que ele queria, que eu ficasse parado e pensando melhor para sempre.
Senti o ódio no olhar das pessoas que me julgavam todas as manhãs, incessantemente, sem saber de toda a história. Qualquer que fosse a história.
Eu nunca desejei o mal de ninguém.
Eu desejei mudar a vida da minha família como um todo, perdoei as vezes que meus pais não acreditaram em mim e relevei as vezes que meus irmãos não foram, verdadeiramente, irmãos. E principalmente, eu me perdoei todas as vezes em que não fui eu.
Eu enfrentei o mundo inteiro sozinho mais vezes do que eu posso contar. Eu desmoronei em banheiros aleatórios apenas por sentir que enfim estava em um lugar seguro e podia finalmente, chorar. Por muito tempo chorar foi tudo o que eu quis. Por muito tempo eu senti o frio do chão e não houve chama quente o suficiente capaz de acender meu coração.
Eu já estive no fundo do poço mais vezes do que posso contar, existem poemas meus nas paredes de lá. Existem trechos de amores perdidos, amigos esquecidos e promessas que eu decidi simplesmente não cumprir. Eu não me culpo por gostar do escuro. Não me culpo por me sentar ao sol e apreciar o café ruim que me é dado gratuitamente todas as manhãs. Eu aprecio a pressa da L2 Sul e vejo a ganancia dos que correm com bons olhos.
Me doei por completo a qualquer que fosse o pedinte de rua, o amigo necessitado ou a pessoa que me pedisse qualquer fosse a coisa. Eu conversei com sábios e tolos. Vi o futuro de alguns apenas por entender seu passado e me espelhei neles. Eu vivi.
Eu cresci em meio as guerras de outras pessoas e não houve um só momento em minha vida que não me senti numa trincheira.
"Veja os seus problemas como um pequeno jardim.Tem dias que o enxergamos pequeno como realmente é.Outros,parece que não tem mais fim.Se regar com continuísmo,adubando com pessimismo,todas as flores nascerão ruins".
(Rodrigo Juquinha).
