Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Tudo o que eu achava que era amor ficou pequeno depois que ela chegou.

⁠A sinceridade do olhar, irradia luz e nos entrega uma atmosfera de amor agradável a todos.

Há coisas que só dá pra construir com o tempo, e são estas três: o TRABALHO, o RESPEITO e o AMOR.

Um gesto quando feito com amor! Não precisa de palavras!

Quando o amor fala através do olhar, palavras pra quê? Basta um gesto, um sorriso leve, e o coração entende. É conexão que dispensa explicação, é sentir-se em casa mesmo longe de tudo. Amor que mora no silêncio.

Olhe no espelho e vê
Que o amor mora em você
Quando sorri sem perceber
Eu me apaixono outra vez - Frase da música Olhe no Espelho do dj gato amarelo

“O amor não tem rosto”, eu ouvi.
Peguei todas minhas palavras e guardei.
Depois peguei meus pensamentos,
Aqueles dispersos pensamentos e juntei um por um como
retalhos de uma emoção.
O amor não tem rosto.
Talvez por isso tenha a melhor visão,
O melhor cheiro,
O melhor jeito,
O mais terno e ousado sentir.
— Mas como o amor não tem rosto?
Fecha a boca e fecha os olhos.
O amor não tem rosto.
E eu continuei a ver você na minha visão.

Já aceitei migalhas pensando ser amor
Me calei em noites frias com sabor de dor
Mas algo em mim começou a despertar
A voz que um dia se perdeu quer recomeçar - Frase da música O Que Eu Mereço do dj gato amarelo

O coração já se cansou
De esperar o amor chegar
Mas Deus escreve diferente
E sempre sabe onde ancorar - Frase da música Tempo de Deus do dj gato amarelo

Confie no tempo de Deus
O que é seu vem com paz e luz
Amor que acalma os vendavais
E faz morada onde conduz - Frase da música Tempo de Deus do dj gato amarelo

A bênção que você tanto pede já foi ouvida por Deus. O tempo de espera também é tempo de amor, amadurecimento e graça sendo derramada dia após dia.

É bom termos saudade, pois ela está carregada de Amor!

Amor é também...
Ter um amigo que nos ensine a amar incondicionalmente.

" Que o Amor Incondicional de Deus
A Graça do Senhor e Salvador Jesus Cristo
E as doces Comunhão da Pessoa do Espírito Santo esteja sempre em sua vida."
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Sociedade Missionária
Unção e Legado

Ohh doce empatia que aos ventos se espalha,
que ao tentar semear amor, abandona a energia de quem estende as mãos.

Ohh doce gratidão, agraciada por muitos rostos conhecidos,
rostos que veem sem perceber o esvaziar do tempo, e simplesmente dizem: obrigado.

Obrigado simples palavra,
que, sem gratidão, é a hipocrisia do mundo terreno,
um parasita que invade corações
que, decepcionados, dizem não ao que poderia ser
um genuíno “obrigado”;
um olhar que nem mil vidas poderiam abarcar
o sentimento entrelaçado que ninguém vê.

O amor multiplica, o ódio subtrai.
O amor regenera, o rancor destrói.
O perdão liberta. A alegria contagia.
Semeie as sementes do perdão, da alegria e do amor e permita que essas sementes sejam semeadas em seu coração!
Só assim viverá bem e feliz consigo mesmo e com os outros.

"A magia do Natal é o amor."

No silêncio ensurdecedor da noite, eu ouço a melodia da sua voz chamando meu nome… “amor”

Uma flor em pessoa ornada de variadas flores. Muito amor envolvido. Ah se as flores falassem, sussurariam lindas poesias aos nossos ouvidos.

Nestas ideias, guiado pela energia crua e íntima de “Amor Incendiário” (Yago Oproprio) e atravessado pela filosofia de Camus: o Absurdo, a lucidez que queima, a beleza de continuar mesmo quando tudo parece torto
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"Faísca incerta."




Há dias em que tudo dentro de mim soa como um incêndio lento — não aquele fogo glorioso que ilumina, mas o que resta: brasas escondidas debaixo da pele, consumindo devagar, sem anunciar nada além de um cansaço silencioso. Talvez seja isso que Camus chamava de lucidez: perceber o próprio coração queimando enquanto o mundo segue indiferente, como se o meu caos fosse apenas um ruído distante na paisagem.
E, ainda assim, eu continuo. Não porque faça sentido, mas porque desistir exige uma lógica que eu nunca tive.


Há um tipo estranho de dignidade em continuar existindo mesmo quando tudo parece desalinhado. Como se cada passo fosse uma pequena rebeldia contra o vazio. Eu acordo, respiro, e carrego esse amor incendiário que um dia me atravessou — não para reacender nada, mas para lembrar que eu fui capaz de sentir, mesmo quando sentir parecia uma falha.


Camus diria que o absurdo nasce desse choque: o coração querendo mais e o mundo oferecendo nada.


O amor, quando acaba ou se deforma, deixa um cheiro de fumaça nos cantos da memória. E eu caminho entre esses restos como quem tateia um quarto escuro, procurando sentido nas ruínas. Não encontro. Nunca encontro. Mas às vezes, no meio desse vazio, algo brilha: talvez uma lembrança, talvez a minha própria teimosia.


E isso basta. Por um momento, basta.
Eu carrego minhas dores como quem carrega um fósforo aceso no bolso: perigoso, inútil, mas profundamente humano. Há quem diga que a cura vem com o tempo. Camus responderia que não há cura — há apenas o trabalho contínuo de aprender a conviver com aquilo que não tem resposta.


E é isso que faço: convivo. Não com esperança, mas com uma estranha espécie de fidelidade à minha própria história.
Continuo porque, no fundo, existir já é a forma mais silenciosa e bonita de resistência.
E se o mundo não responde, eu respondo por ele: com as minhas cicatrizes, com a minha lucidez ferida, com a chama pequena que ainda se recusa a apagar.


No fim das contas, talvez seja isso:
não renascer das cinzas, mas aprender a caminhar com elas.


Y.C