Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Amor Ágape
Um amor puro, fiel, único, verdadeiro, incomparável, eterno... Esse é o amor de Deus por nós. Muitos de nós temos o hábito de falar “Te amo” em qualquer relacionamento no qual estamos envolvidos. Porém, nem sempre esse amor é real. Existe o gostar e existe o amar; são duas formas diferentes de sentir algo por alguém. Falar que “ama” é algo forte. Além disso, também existem diferentes formas de amor. Amor de mãe, amor de filho, amor de amigo e amor de namorados (o mais usado entre os jovens). Você conhece alguém há cerca de um ano e já diz que ama loucamente essa pessoa. É possível? Sim. É provável? Não. Paixão não é amor. Amor é algo que supera qualquer expectativa. E como está escrito, “o amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Já os apaixonados são muitas vezes egoístas. Parece estranho dizer que quem gosta do outro é egoísta, mas são. Buscam simplesmente seu bem-estar no outro. Porém, existe um amor que nos une e é maior que qualquer outro sentimento. O amor do Senhor por nós. Esse é chamado de amor “Ágape”. Quando amamos, dizemos que esse amor é tudo, puro, sincero, fiel. Por isso, eu não sei o amor que você está vivendo, mas que o amor Ágape do senhor inunde o teu coração.
Sentimentos são faceis de se ver são faceis de sentir mas quando se fala em sentimentos de amor não é tão simples assim, pois nem sempre agente pode dar os verdadeiros sentimentos a cada um.
O amor é complicado
Vai além da emoção
Não se explicam em palavras
O que vem do coração
As palavras são escritas
Mas não têem entonação
No momento em que são lidas,
É só interpretação.
Se o seu muito ainda é pouco
É porque algo de errado há
Ou você que é um tolo,
Ou precisas demonstrar.
No mundo do parecer,
Não basta apenas ser
Por isso escrever
É botar tudo a perder.
Não diga em palavras
O que vem do interior.
Atitude e carinho
Têem muito mais valor.
Se o sentimento é verdadeiro,
Compartilhe o seu amor!
Quando você pensa que faria Tudo por Amor é porque ainda não conhece o real significado dessas duas palavras: "Tudo" e "Amor".
- Você ainda não conheceu o amor..
- Ainda bem, porque a maioria que o conheceu ou esta odiando o mundo; ou chorando pelos cantos ; ou se lamentando com os mais próximos; ou sofrendo trancado em um quarto e sem sono.
- Mas existe os que são felizes por conhecer o amor.
- Que bom para eles, mas prefiro ser pessimista e inteligente do que otimista e idiota.
- Porque isso ?
- Porque sou do tipo que curte não odiar ninguém; nem chorar por motivos bobos; nem encher o saco de quem eu gosto com lamentações; e mais, gosto de uma noite plena de sono profundo.
É assim que devem ser tratadas as coisas às quais você dá mais valor: a saúde, o amor, sua carreira de prestígio - com indiferença.
Você joga com elas, luta com elas, mas você não interioriza. Não confie nelas ou você se tornará seu escravo.
Palavras comportam pessoas, paisagens, todas as formas de amor, silêncios.
Palavras cometem bilhetes, sonetos, cartas,contratos.
Palavras confortam, instigam, preenchem.
Palavras também se ausentam, entendem vazios.
Palavras constroem histórias, imagens, conceitos.
Palavras aceitam tudo, palavras não têm preconceito.
Não será um Adeus ao Amor, Apenas um Até Logo .
Não se Desiste, quando se faz parte de Você .
Sentimentos verdadeiros Resistem ao tempo .
Que O Amor que há em Nós ,
Sobreviva tanto as Tempestades , Quanto os dias de Conflitos .
Quando o sentimento é forte,
puro e verdadeiro se sobrepõe a Obstáculos e não há nada que se opõem.
Se o Amor é Fogo ... Não terei Medo de Queimar-me .
Pois o Maior de meus Medos é Morrer ou Viver , sem Amar .
Esses dias Aquecidos de Esperança, Regado de Amor,
Nos Despertam Vontade de Viver.
Doce Sensação de Liberdade, Longe de Toda negatividade.
Seria o amor egoísta?
Seria o amor possessivo?
Amar é querer o ser amado só para si ou saber dividi-lo?
Qual o limite se há, entre o amor e a possessão?
É justo esperar que alguém viva
exclusivamente para a outra?
Creio em um amor de entrega e dependência total.
Num amor que mantenha ardendo a paixão.
Que cative a vontade e o querer de uma forma
Que eles sejam apenas para agradar o outro.
Um amor assim seria sadio?
Existiria por ventura um sentimento assim?
Se me sinto dessa forma seria justo
esperar isso da outra parte?
Não sei o que houve comigo.
É como se os meus olhos fossem abertos
Para ver o quanto te amo e
o quanto sou dependente de ti.
Isso me assusta!
E minha prece é para que seja correspondido
Nesse sentimento tão ameaçador.
Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda (ou Iseu). De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos.
O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do noroeste Europeu, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII. No século seguinte a história foi incorporada ao Ciclo Arturiano, com Tristão transformando-se em um cavaleiro da távola redonda da corte do Rei Artur. A história de Tristão e Isolda provavelmente influenciou outra grande história de amor trágico medieval, a que envolve Lancelote e a Rainha Genebra. A partir do século XIX até os dias de hoje o mito voltou a ganhar importância na arte ocidental, influenciando desde a literatura até a ópera, o teatro e o cinema.
O mito de Tristão e Isolda foi retratado de diferentes maneiras na Idade Média. Em linhas gerais a história pode ser descrita assim:
Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marcos da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marcos. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marcos, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda não viria para vê-lo. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza.
