Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Pequeno como um grão
Sou um menino perdido no meu mundo
Às vezes sozinho, às vezes sonhando
Vago e vago buscando inspiração
Se sentindo esquisito com tanta ilusão;
Dentre os olhos alheios
Vejo maldades e anseios
Reinado de curto amor
Frustrações que causam dor;
Sou visto tão pequeno
Por quem não me tens amor
Agradeço a quem me ama
E peço mais sinceridade, por favor;
Menino tão só e perdido sou
Caminho de um lado para o outro
Procurando o meu amor
Tenho sonhos de voar
Para buscar a minha felicidade
Vou vagando em meu mundo
E ser amado de verdade!
Se parares e analisar como a beleza da flor
É tão perfeita, compreenderas
Que a atenção... É tão necessária
Quanto tê-la;
Agora o ridículo traz o sucesso em momentos
Mas se dissipa logo que é percebida como algo que não presta;
Espio-me para saber, sei que dessa forma eu busco me entender;
As minhas expectativas são como a dança da cadeira
Esperando a música parar para conseguir um lugar;
Estou secando em meu peito a esperança que me restava
A de ser levado a sério como um homem apaixonado
Não há mais lágrimas nem sequer magoas
Dos sentimentos perseguidos
Fiquei do lado de fora;
Que a minha capacidade de amar outro coração não se perca em mim
Assim como o caráter alheio se perdeu;
Sei que me vêem como um palhaço de um picadeiro só
Poeticamente falando, as minhas palhaçadas não são de um riso só;
Em meu silêncio, às vezes me pergunto:
Será que estou me equilibrando como se deva?
E entre eu e o meu coração têm sentimentos que se exceda?
E a minha ingenuidade? Será que ofende a minha tristeza?
Vou vivendo nessa grande loucura em uma prisão ao ar livre
Em ser escravo de mim mesmo, pensamentos do que eu disse;
O indício de me envolver pela própria inspiração
Escrevo o que faz sentido ao meu próprio coração;
A minha espiritualidade precisa ser alimentada pela minha fé
Assim como o meu coração precisa do amor;
