Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Cultivar a própria companhia é como construir um refúgio para os dias em que a ausência se faz sentir.
Preocupar-se com o que você não pode controlar é como tentar segurar vento: esforço inútil, desgaste certo.
Trair quem te recebeu como família, abriu a porta e dividiu o pão contigo, não é só ingratidão, é o ato covarde de quem merece o desprezo até do próprio espelho.
A intuição é como um sussurro de Deus: quando fala, não grita — mas antecipa o que a razão ainda vai demorar pra enxergar.
A vida é um processo contínuo e irreversível, como a leitura de um livro sem a possibilidade de retroceder.
Respeitam o que eu fui, como se eu tivesse congelado no passado. Mal sabem que hoje sou mais afiado e mais firme.
Enquanto muitos associam o termo “Camorra” ao crime (como na Itália), Kamorra, com K, foi ressignificado como um código de conduta filosófico e moral, um estilo de vida combativo e conservador, centrado em princípios que muitos abandonaram.
Kamorra é, portanto, uma trincheira ideológica.
Quem a segue, é chamado de Kamorrista: alguém que vive e luta pelos seus valores — mesmo que o mundo inteiro esteja contra.
Trate como rainha... e ela te culpa pelo peso da coroa.
Porque quem não nasceu pra trono, vai transformar o castelo em ruínas. Tem mulher que não quer um reino, quer um palco.
Camorra é conflito, é briga de rua, é sangue nos dentes.
Kamocha é reflexo divino, é "como Tu", imagem do Eterno.
Kamorra é o encontro entre os dois: a força do homem que luta, guiado pela luz que não se dobra.
