Nossa Amizade Nao Acabou

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A prática madura não busca estados especiais, mas desenvolve estabilidade naquilo que é essencial. Estados vêm e vão, experiências mudam, mas a capacidade de permanecer consciente do que surge se torna mais constante. É essa estabilidade que traz profundidade ao caminho.

No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.

Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.

A mente não precisa ser eliminada para que haja paz, ela precisa ser compreendida em sua natureza transitória. Quando você vê claramente que cada pensamento surge, se sustenta por um instante e desaparece por conta própria, o apego perde força. O problema nunca foi o pensamento, mas a crença inconsciente de que ele precisava ser seguido.

A resistência ao que é não acontece apenas nas situações difíceis; ela também aparece na tentativa sutil de prolongar experiências agradáveis. Observar isso com honestidade revela que o apego e a aversão são movimentos da mesma raiz: a incapacidade de permitir que a experiência seja livre. A liberdade não está em escolher melhor, mas em não estar preso à escolha.

Não há transição real entre ignorância e clareza - essa ideia só existe dentro da lógica da mente. O que parece um caminho é apenas o desgaste gradual das ilusões que impedem o reconhecimento imediato do que sempre esteve evidente. Nada novo é alcançado, apenas o falso deixa de se sustentar.

No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.

A ilusão mais sutil não é a identificação com o corpo ou com a mente, mas a suposição de que há algo a ser transcendido. Essa ideia cria um movimento infinito de busca. Quando ela cai, revela-se que não havia véu, não havia caminho e não havia alguém para atravessar qualquer coisa.

No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.

Aquilo que parece ser o reconhecimento final não pertence a ninguém, e nem sequer pode ser chamado de reconhecimento. Não há um momento em que “isso” é visto, porque todo momento implica tempo, e todo tempo implica mente. O que é real não acontece; e justamente por isso nunca deixa de ser.

Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.

No silêncio mais profundo, não há experiência sendo registrada, nem alguém para testemunhar. Ainda assim, há uma evidência inegável de existência, sem forma, sem história e sem necessidade de confirmação. É um reconhecimento que não acontece no tempo — é o colapso da própria necessidade de reconhecer.

Feliz Páscoa...!!!
(Nilo Ribeiro)


Momento de reflexão,
tempo de fé renovada,
Cristo não viveu em vão,
Ele cumpriu sua jornada


A vida é passagem,
mistério a progredir,
Cristo em sua viagem
foi o renascer, o florir


Viveu aqui na terra
com amor no coração,
deixou a bênção eterna,
e seguiu a luz da ressurreição


Nos deu paz e bonança,
ternura e muito amor,
floresceu a esperança
nos apresentou ao Senhor


faça uma bela prece,
neste tempo de união,
pois a Páscoa nos aquece
com fé no coração


“Que a paz esteja contigo,
e que Deus seja seu abrigo”...!!!


Amém...!!!

A tumba está vazia…
Ele vive!
Não mais preso à pedra,
mas habitando em corações limpos, livres de maldade
e cheios de amor verdadeiro.

A verdade permanece verdade, independentemente de quem a proclama. Um mau comportamento não anula uma mensagem verdadeira, assim como boas condutas não legitimam heresias. Ainda assim, o ideal é que quem anuncia a verdade também a viva, pois é isso que Cristo deseja — e assim evita escandalizar os mais fracos e inexperientes na fé.


Mateus 23: 1-3

⁠Não se venda, apenas venda!

⁠Afastar-se do que não nos faz bem é um ato de autocuidado e sabedoria, pois a distância emocional cria espaço para o crescimento pessoal e o florescimento interior.

Se todos sentissem o que eu senti, a visão sobre as mães seria outra! Não aquela de empregada, mas a de anjo. No final, o sentimento seria de gratidão ao invés de obrigação por nos ter colocado no mundo.

A vida não coloca os espertos em sinuca de bico, o espertos que se colocam em sinuca de bico e depois culpam a vida.




Não é sobre você, é sobre o Trump.

Você nunca será alguém que não seja você!