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Nossa Amizade Nao Acabou

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⁠O fundo do poço é o lugar mais visitado do mundo, mas ninguém tira selfie nele. Não se iludam e nem se sintam inferiores com a vida perfeita das pessoas nas redes sociais.

O pio foi perceber que eu não fazia falta nenhuma.

⁠A pior coisa no mundo é você gostar de alguém que não quer nada com você.

Não imagine que os outros tem tanto desejo de te escutar como você tem de falar.

O narcisista que parece santo, mas não é!!!
Sam Vaknin, especialista em narcisismo, descreve o “narcisista comunal” como um subtipo específico de narcisista, que busca suprir suas necessidades egoístas por meio de comportamentos aparentemente altruístas, empáticos e morais.

Você não precisa temer que ele “ficará bem demais”.
A paz que você tem no seu coração — mesmo ferida — ele não tem.
O amor verdadeiro que você deu — ele perdeu.
A dignidade que você mantém — ele não tem.
A vida dele carrega um buraco que não fecha:
o buraco de ter ferido quem só queria fazer o bem.
Essa é a verdade que te entrega tranquilidade:
a vida cobra, sim.
Cobra quando ele menos espera.
Cobra da forma que ele mais teme.
E cobra sem você tocar um dedo.

Muitos desejam viver em PAZ e procuram por ela, mas não conseguem compreender que viver em PAZ significa respeitar a individualidade de cada SER que vive ao seu redor. (Priscilla Rodighiero)

Não foi Deus que mudou... Ele sempre foi o mesmo, foi você que perdeu a fé! Ele sempre foi o mesmo.

"Você não deve buscar a Deus porque você é Santo, mas sim porque é pecador."

⁠Naquela época vocês deveriam ter curtido mais, não é estranho? Amigos podem derpedaçar uns aos outros quando algo assim acontece. É como se a satisfação de vocês dependesse da desgraça do outro.

⁠Um verdadeiro artista não é aquele que precisa de inspiração, mas aquele que inspira outras pessoas

Precisamos mostrar que somos fortes, não importa a dor e a ferida que sentimos.

⁠Caráter não é fruto das circunstâncias.É o que sobrevive apesar delas.

Coração,entenda uma coisa: eu não pedi para você se 'desapaixonar' por um,para se fascinar com outro.

Eu disse que eu iria me desapaixonar por você,você sorriu como quem não tava acreditando.

⁠Às vezes, erros podem resultar em algo bom. Podem nos levar ao que não esperamos.

Uma Questão de Química (série)
1ª temporada, episódio 1.

O Silêncio Entre Dois


A pior solidão não é estar sozinho.
É dormir ao lado de alguém que já foi amor e perceber que, entre os dois, agora existe apenas silêncio.


O silêncio em um relacionamento não é ausência de som; é um muro de concreto erguido tijolo por tijolo. Quando um dos dois escolhe se calar, não está apenas guardando palavras, está retirando o oxigênio da relação.


O silêncio não chega de repente. Ele se instala aos poucos, como uma neblina que invade a casa sem que ninguém perceba exatamente quando tudo deixou de ser claro.


No começo são pequenas pausas, respostas curtas, olhares que se desviam. Depois vêm os dias em que as palavras parecem pesadas demais para serem ditas. E então o silêncio passa a ocupar todos os espaços.


O corpo fala, um ditado antigo, repetido tantas vezes, mas que revela a verdade que as palavras tentam esconder. Basta olhar para a cama no fim do dia. Antes havia dois corpos agarrados, entrelaçados, dividindo calor e sonhos como se o mundo lá fora não existisse.


Agora cada um ocupa o seu lado, como se um oceano invisível tivesse surgido entre os dois.
O toque que antes era espontâneo agora parece evitado. Um vira para um lado, o outro para o outro. E naquele pequeno gesto silencioso existe uma distância maior do que qualquer discussão.


Nesse cenário, o silêncio se torna ensurdecedor porque ecoa todas as inseguranças de quem ficou do outro lado do muro. Cada porta fechada com mais força, cada olhar que evita encontro, cada resposta monossilábica parece carregar uma mensagem que ninguém teve coragem de dizer em voz alta.


É nesse momento que nasce aquela sensação difícil de explicar. Primeiro uma leve impressão de que algo mudou. Depois uma suspeita persistente que se instala no peito. E por fim a dor da quase certeza de que talvez exista outra pessoa ocupando um espaço que antes era seu.


E como dói essa possibilidade.
Não é apenas o medo da traição. É a sensação de estar sendo lentamente apagado da própria história, como se aquilo que foi construído a dois estivesse sendo substituído sem aviso, sem explicação, sem despedida.


Para quem recebe esse silêncio, o que resta é um cansaço profundo. Existe uma vontade desesperada de reagir, de sacudir o outro, de exigir uma explicação ou até mesmo um ponto final. Mas o silêncio prolongado drena a energia. Ele esgota até a capacidade de brigar.


Então você se vê preso em uma paralisia estranha: acompanhado, mas profundamente só. Dividindo o mesmo teto, a mesma cama, a mesma rotina, e ainda assim sentindo-se como o ser mais solitário do mundo.


É o luto de uma pessoa viva.


Eu já passei por isso. E não morri.


“Ninguém morre por amor”, eles dizem.


Talvez seja verdade.
Mas alguns amores não nos matam, apenas nos deixam vivos demais para esquecer.

⁠Não espere a despedida para dizer o quanto "AMA" alguém, o amor é para ser vivido e dito, todos os dias, como se o hoje fosse uma despedida

⁠Ainda é possível escolher um lado "SER RESISTÊNCIA" ou "SER OPRESSOR", não existe neutralidade.

Falar sobre assuntos polêmicos dentro da igreja nunca é simples, mas é necessário. A igreja não cresce apenas com palavras que confortam, mas também com verdades que alinham, corrigem e amadurecem. Quando evitamos certos temas por medo de desagradar, deixamos de cumprir uma responsabilidade espiritual muito séria. O mestre, o pastor, aquele que ensina, carrega o peso de ajustar o que está fora do lugar, não por orgulho, mas por amor. A igreja precisa se parecer com Cristo — em caráter, em postura e em reverência — e isso exige correção, cuidado e fidelidade à Palavra. A Escritura nos lembra dessa responsabilidade quando diz: “Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte, com toda paciência e doutrina” (2Tm 4:2).

A Bíblia deixa claro que o culto deve ser marcado por ordem e decência, pois Deus não é Deus de confusão, mas de paz (1Co 14:33). O culto não é um espaço para descontrole emocional nem para manifestações que chamem mais atenção do que edifiquem. Tudo o que acontece nele deve conduzir à edificação do corpo e à exaltação de Cristo, pois “tudo deve ser feito com decência e ordem” (1Co 14:40). Por isso, é importante entender que falar em línguas sem interpretação quebra o princípio do culto, seja no altar ou sentado no banco da igreja. A Palavra é clara ao afirmar que, se não houver quem interprete, a pessoa deve ficar em silêncio, falando consigo mesma e com Deus (1Co 14:28). Não porque o dom seja errado, mas porque o culto é coletivo, e tudo o que acontece nele precisa edificar a todos.

Quando alguém fala em línguas publicamente sem interpretação, mesmo sem intenção, acaba quebrando a ordem, desviando o foco e gerando confusão. O apóstolo Paulo é direto ao dizer que prefere falar cinco palavras compreensíveis para instruir os outros do que dez mil palavras em outra língua (1Co 14:19). Isso mostra que Deus valoriza mais a edificação da igreja do que a manifestação individual. O culto não é um espaço de expressão pessoal, mas de comunhão, ensino e reverência, tanto para quem está à frente quanto para quem está sentado.

Tudo isso precisa ser feito em amor, porque amar não é permitir tudo, mas cuidar. Amar é ensinar, exortar e corrigir quando necessário. Jesus deixou claro: “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos” (Jo 14:15), e também ensinou: “Um novo mandamento lhes dou: amem-se uns aos outros” (Jo 13:34). A igreja que ama não ignora o erro, mas também não corrige com dureza; ela orienta com graça, verdade e temor, buscando refletir Cristo em tudo o que faz. Corrigir é amar, ensinar é cuidar, e cuidar é conduzir o povo de Deus à verdade que liberta.