Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo
Sou quem eu sou e não quem pensam que sou!
Caráter você não adquire nem perde com o tempo;
ou você tem ou você não tem!
Quanto ao meu, quem realmente me conhece sabe;
Isso me basta!
PERDI A GRAÇA
Agora não tenho graça
Perdi os sorrisos já faz tempo
As gargalhadas me deram adeus
Meus lábios faleceram sem sentido
E eu fico aqui emudecida
Pensando que eu perdi
Pensando que eu me perdi
E que agora não há mais volta
E que talvez não quero volta
E que com certeza já quero ir
Meus sorrisos, meus escudos
Meus lábios, minha alma
E a alegria foi toda a minha busca
E agora já não tenho vontade
Já não há mais necessidade
Tudo se perdeu
Tudo se foi
A minha mente esvaziou
E a alegria que eu tanto busquei
Nunca, nem um pouquinho, eu encontrei.
O tempo é uma das maiores incógnitas da vida.
Sua velocidade é dada de acordo com quem vai vive-lo
Pros que tem medo ele é rápido como um raio que se choca com a terra.
Pros que lamentam ele é longo como a extensa raiz de uma árvore procurando seu alimento.
Pros que festejam ele é curto e rápido como uma chuva de verão.
Mais para os que amam o tempo é eterno.
Para os que amam o tempo nunca se acaba.
Os que amam podem ser medrosos, que é difícil, pois para amar é preciso coragem para arriscar !
Podemos ser daqueles que só lamentam, apesar que quem ama não tem o que lamentar.
Podemos ser festeiros, porém quem ama tem todo seu direito de festejar, pra quem ama todo dia é festa.
O amor é o único meio que você pode ser todas essas coisas e seu tempo ser eterno.
Ame..
Ame a vida.
Ame quem te ama.
Ame seu próximo.
Ame principalmente a sí mesmo.
Ame e viva pra sempre!
Crianças em qualquer tempo
Quando penso em crianças do terceiro milênio, as vejo ainda maturadas num ventre de mulher, apesar das novas possibilidades com que o futuro nos acena [...]
As maneiras através das quais essas crianças aprenderão a ler e escrever não tem, para mim, importância maior. Que seja num caderno ou num computador, diante de uma mesa ou graças a um sofisticado equipamento de pulso, o que eu vejo são seres em crescimento abrindo os olhos maravilhados sobre o saber.
O universo socioeconômico de uma criança amazônica criada à beira do Rio Negro, que em dia de festa come pato em vez de galinha, porque galinhas não nadam e há muito mais água do que terra ao redor das casas dos Igarapés é bem diferente daquele de uma criança de São Paulo, levada no inverno, duas vezes por mês ao médico para fazer nebulizações capazes de minimizar em seus pulmões o efeito da poluição. Essas diferenças existem hoje e existirão ainda que de outras formas, no terceiro milênio.
Mas hoje como amanhã, as duas crianças terão medo do escuro [...]
As crianças do terceiro milênio, quando penso nelas, são frágeis e bonitas. O que vestem se linho ou plástico, não me interessa. Me interessa que possam ser de todas as cores, louras e morenas, de olhos puxados ou lábios grossos, de cabelos escorridos ou pixaim, e que assim possam viver, multirraciais, no mesmo bairro.
Confesso que me enternece a idéia de que, pelo menos no início dessa nova era ainda haverá avós que ensinarão suas netas a costurar roupinhas de boneca. Mas tenho certeza de que mesmo que no futuro venhamos a nos alimentar somente de pílulas, haverá crianças fazendo pílulas de barro ou de cola sintética para brincar de comida de mentirinha, assim como brincaram as crianças da Roma clássica ou as do antigo Egito. E isso não porque a brincadeira de comidinha seja uma tradição transmitida de geração em geração, mas porque através da mimese se faz o aprendizado e a primeira tarefa de todas as crianças em qualquer tempo e em qualquer lugar, é, e sempre será, aprender a viver.
Eu plantei um pé de amor, pra colher sorrisos. De nada adiantou. O vento, de tempo em tempo, desfacelou as flores, os frutos e os galhos. Só que tem uma coisa: O meu amor continua de pé, com uma bandeira hasteada no meio. É proibido não ter esperanças porque é Junho e o tempo pode tudo praquele que crê.
E eu creio em dias azuis, cheios de paz dentro. Com crianças correndo no parque, casais de mãos dadas à luz do sol, de uma manhã clarinha. Acredito na força dos sentimentos bons, na energia positiva e na colheita dos sonhos, que chega sempre nas mãos de quem semeia o bem, de quem espalha pólem de luz e alegrias miúdas.
Acredito que a bondade tem voz e acredito, também, num HOJE maior que o ontem e que o amanhã. Acredito na beleza e força de um sorriso, no encanto e energia das palavras. Acredito num Deus que tudo vê e que tudo ampara, da maneira correta e no tempo exato.
Acredito na bondade sem disfarce, nos rostos sem máscaras e doses de paciência que removem montanhas, no carinho e na amizade. Creio na palavra que cura, nas canções que embalam sonhos, nos risos gratuitos, na bússula do lado esquerdo que sempre indica o caminho.
Eu nasci pra acreditar. E esperança, minha gente, é o que anda comigo.
E se um dia nos separarmos, ficarei triste e feliz ao mesmo tempo. Triste por acabar, mas feliz por ter a oportunidade de passar os dias mais felizes da minha vida ao lado da mulher mais magnífica do mundo. Você!
Que nunca me falte essa vontade de seguir, sem parar por muito tempo pra lamentar.
Que nunca me faltem os abraços apertados que tanto me acalmam durante as recaídas.
Que eu nunca fique sem meus anjos da terra, a quem costumo chamar de amigos. E que sempre que eles precisarem de mim, eu possa me fazer presente.
Que eu consiga sempre enxergar o tamanho do meu valor.
E identificar rapidamente as pessoas que não merecem minha companhia.
Que eu nunca esqueça que pessoas melhores virão, e substituirão aquelas que nunca mereceram o lugar que ocuparam no meu mundo.
Mas ainda sim, que eu entenda que essas pessoas que me fizeram sofrer, entraram na minha vida pra que eu aprendesse a dar o devido valor àquelas que realmente merecem.
Que eu não desaprenda a amar. Que eu aceite ser amada.
Que eu não deseje o mal daqueles que insistem em me atingir, por capricho, insegurança e inveja.
E que eu desconheça essas medíocridades.
Que não falte música na minha vida. E que eu tenha ânimo pra dançar até o sol raiar.
Que eu durma pouco. Que eu viva mais.
E que eu seja eu. Verdadeiramente. Mesmo diante daqueles que não sabem ser quem realmente são.
Que eu saiba perdoar e esquecer. E seguir sempre em paz e de consciência limpa.
Que eu não magoe as pessoas. Que eu não seja magoada.
E que eu sempre encontre na minha vida, inspiração e motivos pra sorrir.
Que eu provoque sorrisos...
E principalmente, que nunca me faltem os sonhos...
Amém.
[K]
A amizade não é como uma onda que ao longo do tempo ela se desfaz, é como o vento que as vezes perde a intensidade mas está sempre ali.
Não sei quanto tempo vou agüentar viver assim
Tudo dói dentro de mim
E eu so queria por um fim em tudo isso
Mais nesse isso me deixam fazer
Não é tão difícil assim
Mais eu tenho o dom de me complicar
E agora....?
Só vejo risos, todos dizem que vão estar comigo SEMPRE
Vêem cheios de sorrisos
Mais em quem acreditar?
Meu pensamento se perde entre as paredes
E estou presa aqui
Não existem formas de encarar a verdade se existem mentiras
E eu já não sei...
(Escrita ao som de You and me - Life House.)
Eu estava pensando, o tempo é um mocinho ou um bandido? Quando estou passando por algo ruim, eu sempre penso: "Isso vai passar. Tudo passa.". Então eu vejo, é, o tempo é algo bom. Mas quando olho as coisas que ele levou, que não voltarão mais, coisas boas! Quando eu olho a beleza de alguém desaparecer por causa do tempo, levando dela o semblante e a graça, eu vejo o bandido que existe por trás desse - muitas vezes - "herói". O tempo é bipolar. Ele faz bem, ele faz mal. Ele leva. Coisas boas e ruins, ele leva tudo! Nada fica, nada é eterno.
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