Noção da Palavra Familia Feliz
Por que nos sentimos tão bem onde não estamos?
É perfeito um passado consertado ...
É feliz um futuro a ser alcançado ...
... e tantas vezes acabamos desperdiçando a satisfação que o momento presente pode nos proporcionar!
_____Damaris Ester Dalmas
Que a vida passe sem muita pressa.
Para que possamos saborear cada detalhe feliz, amar com mais presença quem amamos e perceber a tempo, cada nova oportunidade de ser feliz!
Que o tempo siga no compasso que a alma suporta, nem rápido demais, nem lento demais … mas no tempo exato para fazer nossos maiores sonhos acontecerem!
_____Damaris Ester Dalmas
Coração De Prata
Classe Média
Ele pulsa,
Emana vibrações,
É feliz,
Conexão ao cérebro.
Não é rico e nem pobre.
Coração de prata,
É firme e forte,
Tem pele cingida e rígida.
Minucioso é no seu cintilar,
Retini como uma fantasia épica,
Pulsa canoro... Sim, pulsa grandíloquo prateado!
Com firmeza me sente.
Ó coração de prata!
Como relíquia tu eres,
Na fantasia me inspiraste...
E na dramaturgia me queres.
- Ramile Godon
Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar nem suas alegrias.
Porque a Felicidade, quando encontra acolhimento, deixa de ser apenas uma experiência individual e se transforma em comunhão; enquanto a Tristeza, quando não encontra sequer um ouvido disponível, corre o risco de se tornar uma espécie de exílio dentro de si mesmo.
Há uma profunda contradição na existência humana: vivemos cercados de pessoas, conectados por tantas redes, atravessados por inúmeras possibilidades de comunicação e, ainda assim, não são poucos os que experimentam a solidão de não ter com quem dividir aquilo que verdadeiramente lhes acontece.
A sociedade nos ensinou a exibir conquistas, fotografar sorrisos, anunciar vitórias e transformar alegrias em espetáculos públicos.
Entretanto, pouco nos ensinou sobre a delicadeza de acolher as dores alheias.
Parece haver quase sempre plateia para o sucesso, mas nem sempre companhia para o sofrimento.
Muitos querem participar da celebração, poucos se dispõem a permanecer quando a música termina.
E talvez seja justamente aí que se revele a qualidade mais profunda dos nossos vínculos: não na quantidade de pessoas que aplaudem nossas chegadas, mas na existência daqueles que não abandonam nossas partidas; não em quem deseja conhecer nossas conquistas, mas em quem também suporta conhecer nossas fragilidades.
Filosoficamente, talvez a maior pobreza humana não seja a ausência de posses, mas a impossibilidade de atribuir sentido ao que sentimos na presença de alguém.
Afinal, compartilhar não significa simplesmente repartir acontecimentos; significa permitir que outra consciência testemunhe nossa existência, reconheça nossas contradições e nos devolva, pelo afeto, a certeza de que não estamos inteiramente sós.
E há uma tristeza ainda muito mais silenciosa: aquela de quem já não consegue compartilhar sequer as próprias alegrias.
Não necessariamente porque lhe faltem motivos para sorrir, mas porque lhe faltam pessoas com quem o sorriso possa ser espontâneo, verdadeiro e desinteressado.
É quando a felicidade se torna uma notícia sem destinatário, uma celebração sem testemunhas, uma primavera que não encontra ninguém com quem dividir suas flores.
Por isso, não confundamos popularidade com pertencimento, presença com companhia, nem proximidade física com intimidade.
Há pessoas que frequentam nossos dias, mas desconhecem nossas noites.
E há outras que, mesmo distantes, possuem a extraordinária capacidade de nos fazer sentir acompanhados.
No fundo, talvez viver seja também encontrar alguém diante de quem não precisemos editar nossos sentimentos: alguém com quem possamos chorar sem constrangimento, sorrir sem justificativas, silenciar sem desconforto e existir sem a obrigação permanente de parecer fortes.
Porque a verdadeira riqueza dos relacionamentos não está apenas em encontrar quem celebre nossa felicidade, mas em encontrar quem nos permita atravessar a tristeza sem que precisemos escondê-la.
Que nunca nos faltem pessoas com quem repartir o peso das lágrimas, mas que também nunca nos faltem aquelas com quem multiplicar a leveza dos sorrisos.
Afinal, existem alegrias que só se completam quando compartilhadas e tristezas que começam a diminuir simplesmente porque alguém se dispõe a escutá-las.
Talvez a forma mais bonita de felicidade seja esta: ter alguém com quem a vida possa ser inteira — sem precisar esconder os dias de sol, nem disfarçar as noites de tempestade.
A Seu Gosto.
Você chegou, como chega a primavera, em um dia cheio de luz, me fez
feliz e me fez sentir criança de rir e brincar, me fez dançar, me fez ver
esperança nos raios do sol, me fez ver alegria no trabalho, pelo simples
desejo de estar on line contigo. Me fez enxergar muitas coisas que por
medo meu, estava turvo em meus olhos, e trouxe-me uma coisa gostosa:
Ser desejado e desejar-te.
(Saul Beieza)
Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!
E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.
Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!
Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.
Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.
Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.
Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.
A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.
Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.
Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.
A Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que se paga por ser feliz diante da finitude da vida.
Talvez seja essa a ironia mais profunda da existência: aquilo que um dia nos fez transbordar de alegria é, muitas vezes, o que depois nos deixa vazios.
A vida nos concede instantes de plenitude, encontros que parecem eternos, abraços nos quais o mundo finalmente silencia e momentos tão simples que, enquanto acontecem, sequer percebemos a grandeza que carregam.
Só mais tarde compreendemos que estávamos sendo felizes — e que a felicidade, sem nos avisar, já começava a se transformar em lembrança.
A Saudade é a prova de que o tempo não leva tudo.
Há coisas que ele afasta dos nossos olhos, mas não consegue arrancar de dentro de nós.
Permanecem as vozes, os gestos, os lugares, os cheiros e até os silêncios compartilhados.
Permanecem, sobretudo, as versões de nós mesmos que existiram ao lado de certas pessoas, em determinados momentos, sob circunstâncias que jamais se repetirão da mesma maneira.
Porque não sentimos Saudade apenas de quem partiu ou do que perdemos; sentimos Saudade de quem fomos quando ainda tínhamos aquilo que agora nos falta.
E talvez seja essa a parte mais dolorosa: não há como regressar ao passado sem descobrir que ele já não existe.
Podemos revisitar uma casa, percorrer uma rua, ouvir uma canção ou reencontrar um rosto, mas nada será exatamente igual.
O tempo modifica os cenários, transforma as pessoas e, silenciosamente, também nos transforma.
Somos feitos de experiências irrepetíveis, e cada instante que vivemos desaparece no exato momento seguinte, como se a própria existência nos ensinasse, desde o princípio, a amar aquilo que não podemos conservar para sempre.
Ainda assim, seria injusto considerar a Saudade apenas uma forma de sofrimento.
Ela também é uma espécie de homenagem involuntária à felicidade.
Ninguém sente falta, com tamanha intensidade, daquilo que nunca lhe tocou a alma.
A dor da ausência é, de certa maneira, a continuidade da presença por outros meios.
O que já não podemos mais abraçar continua a nos alcançar pela memória; o que já não podemos reviver continua a influenciar nossas escolhas, nossos sentimentos e a maneira como enxergamos o mundo.
Talvez amadurecer seja compreender que amar alguém ou alguma coisa não significa possuir o poder de mantê-la conosco.
Pessoas não são eternas, momentos não obedecem à nossa vontade e a vida não nos oferece garantias de permanência.
Tudo aquilo que consideramos indispensável está sujeito à mudança, à distância e à perda.
E, diante dessa realidade, temos duas possibilidades: endurecer o coração na tentativa de evitar futuras dores ou aceitar a vulnerabilidade como parte inevitável de tudo o que verdadeiramente importa.
A primeira nos protege de algumas feridas, mas também nos distancia de muitas alegrias.
A segunda nos expõe ao risco de perder, mas nos permite experimentar a profundidade de estar vivo.
É por isso que talvez a sabedoria não consista em aprender a não sentir Saudade, mas em compreender o que ela nos revela.
Ela nos lembra que o presente merece atenção, que os encontros merecem entrega e que as palavras de afeto não deveriam ser adiadas indefinidamente.
Quantas vezes deixamos de dizer o que sentimos porque acreditamos que haverá outra oportunidade?
Quantos abraços economizamos, quantos instantes atravessamos distraídos, quantas pequenas felicidades desprezamos por estarmos ocupados demais esperando uma felicidade maior?
Vivemos como se o tempo fosse uma propriedade nossa, quando, na verdade, somos apenas passageiros de sua correnteza.
Fazemos planos, construímos certezas e adiamos experiências como se a vida tivesse a obrigação de nos conceder um amanhã semelhante ao que imaginamos.
Mas a finitude não pede licença.
Ela está presente em cada despedida, em cada mudança e até na passagem silenciosa dos dias comuns, aqueles que parecem insignificantes até se tornarem lembranças preciosas.
No fundo, talvez a Saudade seja o preço de termos sido tocados pela beleza de existir.
E, embora esse preço pareça alto demais quando a ausência aperta, seria ainda mais triste atravessar a vida sem nada que merecesse ser lembrado com os olhos marejados.
Porque há uma grandeza inexplicável em ter vivido algo que, mesmo depois de terminar, continua produzindo sentido dentro de nós.
Há uma espécie de eternidade escondida nas coisas que não duram: elas permanecem não porque o tempo deixou de agir sobre elas, mas porque, em algum momento, foram capazes de transformar quem somos.
No fim, não levaremos conosco as horas, os lugares ou as pessoas.
Levaremos aquilo que essas experiências fizeram de nós.
Talvez seja esse o único modo de permanência que a vida nos permite: não impedir que tudo passe, mas reconhecer que nem tudo o que passa desaparece por completo.
E, se a Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que pagamos por ter sido felizes, que ao menos tenhamos a coragem de viver de maneira que valha a pena pagá-lo.
Que não nos falte a ousadia de amar sabendo que podemos perder, de celebrar sabendo que o instante terminará e de agradecer mesmo quando a felicidade já tiver se tornado memória.
Afinal, a vida é finita, mas o significado de alguns encontros ultrapassa o tempo em que aconteceram.
E talvez a verdadeira tragédia não seja sentir saudade daquilo que um dia nos fez felizes, mas passar por esta existência tão breve sem jamais ter encontrado algo — ou alguém — cuja ausência nos fizesse compreender a imensa beleza de sua presença.
Porque, no balanço final da existência, talvez a Saudade seja a única dívida que nos orgulhamos de ter contraído: ela é a marca deixada por tudo aquilo que, por algum instante, fez a vida valer a pena.
"O burro não muda, mas sabe muito bem como expandir o pasto; se não está feliz, mude-se, reclamar do capim, não lhe torna diferente."
Como você sabe que vai ser feliz com seu sonho se ainda não o alcançou?
Se é você quem determina ser ou não ser feliz, então pode escolher outras opções que produzirá o mesmo resultado.
Por exemplo: existem pessoas felizes e bem-sucedidas em profissões que você ficaria triste se exercê-las.
Existem pessoas felizes em seus casamentos com a pessoa que com você era infeliz.
A felicidade não está nas coisas ou em alguém, está em você.
Meu bem:
Deixou-me mudo,
feliz,
não se sabe
até quando;
Tava frio,
meio cinza,
o céu
por inteiro,
um dia assim
pela longitude
de um sorriso ligeiro,
nada em si mecânico
num levemente desconcerto.
Feliz dia dos pais, MÃE!
Mães, que assim, como você, que tiveram que assumir, um papel a que não foram naturalmente chamadas, mas que Deus as chamou para algo maior. Que tiveram que abrir mão de tanta coisa, para que não faltasse nada a seus filhos, mereciam um dia só delas. Um dia reservado! Porque além de se cobrar para que essa presença paterna não falte, ainda não tem com quem dividir. Deve ser solitário!
Mas, esse talvez seja o plano mais bonito de Deus pra você. Porque Ele pede coisas grandes de almas grandes. E a resposta disso tudo está dentro da sua casa.
Seu abraço aquece minha alma...seu olhar penetra nela...seu sorriso me faz feliz...
E quando me dou conta já estou vivendo por ti
e te vivendo em mim!
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