No Silencio da Noite Sinto sua falta

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A violência contra a mulher e o feminicídio
são a prova extrema da masculinidade atrofiada.
✍©️@MiriamDaCosta

A minha felicidade é autônoma e independente.

Não pede licença,
não mendiga afeto,
não negocia solitude
em troca de migalhas emocionais.

Ela não se apoia
em promessas frágeis,
nem se pendura
no humor alheio dos dias.

Aprendeu a caminhar sozinha
sobre cacos,
sobre ausências,
sobre o que veio
e partiu para o além
e o que não veio...

Não confunde companhia
com salvação,
nem presença
com pertencimento.

A minha felicidade
não nasce dos sorrisos e risos,
não necessita de aplausos e frases feitas
nem morre na minha solitude.

Ela existe.
Inteira.
Mesmo quando algo me falta.

✍©️@MiriamDaCosta

A inveja
é o verme solitário da alma.
Silenciosa,
parasitária
e insaciável.


É a tênia da alma,
não cria,
não alimenta,
apenas consome
o que nunca
foi capaz de gerar.


Habita o vazio
de quem não floresce,
alimenta-se do brilho alheio
e definha, eternamente faminta,
por nunca conhecer
a própria luz.
✍©️@MiriamDaCosta

História ou estória?
Eis a questão!


Em meio a tanta informação sem formação
e inteligências várias...
a desinformação se multiplica
em intelectos burros,
em rebanho, em série,
em eco, como falas de papagaios.


Fatos se dissolvem em imagens falsas
e imagens falsas em fatos,
vídeos editam mentiras,
e falas apregoam sem dizer.


A ignorância faz pose de saber,
a estupidez veste verniz de opinião
e desfila certezas ocas.


História ou estória?
Não é dúvida:
é o sintoma de uma sociedade onde
predomina a cultura das falácias.


E ser ou não ser parte
de uma ou de outra
é questão de escolha.


Todos são capazes de contar estórias,
poucos fazem História.


✍©️@MiriamDaCosta

Façam o povo entreter-se
com algo que pareça absurdo,
caricatural,
quase ridículo.


Enquanto riem, discutem, brigam
e se perdem em futilidades,
algo mais acontece
sem ser percebido.


Acontece nas madrugadas,
quando o cansaço anestesia
e a vigilância dorme.


Acontece durante o período de férias,
quando a atenção está relaxada,
a crítica em recesso,
e a consciência em modo avião.


O espetáculo distrai,
o ruído confunde,
o absurdo ocupa a cena.


E, nos bastidores,
decidem, assinam, desmontam,
apagam direitos,
rasgam a Constituição,
pisam nas instituições,
reescrevem destinos
sem plateia,
sem aplausos,
sem resistência.


Porque governar
pela distração e confusão
é a arte mais eficiente
de quem teme
um povo desperto e sóbrio.
✍©️#MiriamDaCosta

31/12 🗓️ 2025 chegando ao fim⏳


Previsões e conselhos da Bruxa/Maga Miriam para 2026 💃


Não haverá perturbações astronômicas
e nem encheções astrais ...
se você não for se intrometer nas posições astrológicas dos outros...
Tome conta dos seus astros…
e deixe as estrelas dos outros em paz !!!
©️✍@MiriamDaCosta

* Rio de Janeiro (a Cidade "Maravilhosa" )
e o seu maior Réveillon do mundo e as suas menores prioridades sociais.


Enquanto o Réveillon da cidade do Rio de Janeiro é oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records como o maior do mundo, a chamada “cidade maravilhosa”
segue convivendo com altíssimos índices
de precariedade em áreas essenciais
como segurança pública, saúde e educação.


Soma-se a isso a recorrência de acidentes ambientais, muitos evitáveis, que resultam
em mortes e na perda de moradias, sobretudo entre as populações mais vulneráveis.


O título internacional rende visibilidade, turismo e manchetes festivas. Mas recordes não curam doentes, não educam crianças, não previnem deslizamentos, nem protegem vidas.


Há uma contradição gritante entre o espetáculo celebrado por algumas horas e a dura realidade enfrentada diariamente pela maioria dos cariocas.


Não se trata de demonizar a cultura, a festa ou o direito ao lazer coletivo. Carnaval e Réveillon fazem parte da identidade cultural da cidade e do país.


O problema central está na priorização orçamentária e no uso político do espetáculo como instrumento de distração social.


Gastam-se cifras exorbitantes em eventos pontuais, altamente visíveis, enquanto serviços públicos básicos permanecem cronicamente subfinanciados.


A pergunta que precisa ser feita , e que costuma incomodar, é simples e necessária:


-Não seria mais sensato que parte significativa dessas verbas fosse investida, de forma contínua, nos setores que realmente sustentam a vida cotidiana da população?


1° Educação de qualidade não gera aplausos imediatos, mas constrói futuro.


2° Prevenção ambiental não rende selfies, mas evita tragédias.


3° Saúde pública estruturada não vira atração turística, mas salva vidas.


4° Segurança pensada para além da repressão não estampa capas internacionais, mas garante dignidade.


O risco de se vangloriar apenas dos grandes eventos é cair na velha lógica do “pão e circo”, onde o brilho do espetáculo anestesia a crítica e normaliza o abandono.


Uma cidade não pode medir sua grandeza apenas pelo tamanho de suas festas,
mas pela capacidade de cuidar de seu povo todos os dias do ano.


Talvez o verdadeiro recorde que o Rio de Janeiro devesse almejar não seja o de maior Réveillon do mundo, mas o de uma cidade que investe com responsabilidade, justiça social e visão de futuro, onde celebrar não seja uma fuga da realidade, mas consequência de uma vida digna.


O meu maior desejo para os cariocas
(e também para todos os brasileiros)
é a conscientização a respeito.


Saúde e Serenidade!
✍©️ @MiriamDaCosta

Pergunta:
- Touro com Câncer dá certo?
Maga Miry responde:
- Consulte um veterinário!

A mamografia das urnas está revelando um câncer (em avançado estado) no Seio da Nossa Amada Pátria.

Não! Não é um bom dia.
E não sou pessimista!
É a realidade que é PÉSSIMA
O Fascismo está AQUI e AGORA arrombando as portas e as janelas da Nossa Amada e Idolatrada Patria.
Grande parte do povo brasileiro está demonstrando imaturidade e irresponsabilidade ao banalizar a importância do voto, usando esse dever coletivo como direito individual de contaminar com o Ódio a Consciência Social . Eu JAMAIS iria imaginar que o Nosso Povo fosse tão inconsciente e cruel consigo mesmo. Eu que escrevo... e que às vezes sou metida à pensadora/filósofa e poetisa... tenho receios que a minha escritura venha á ser controlada... censurada por esse panorama FASCISTA e DITATORIAL que está se apresentando com toda a sua arrogância, prepotência e crueldade. Tempos sombrios... reflexo de mentes e corações sombrios.
Temos uma chance no próximo dia 28/10 !!!
Uma única chance para evitar que o resultado dessas eleições não venha á ser pior do que está sendo com a ABERRANTE eleição de alguns "respeitáveis" Senadores, Governadores e Deputados Estaduais e Federais.
Uma chance para evitar o pior.

Eu não me abaixo para recolher provocações
porque faz mal a minha coluna...
que prefiro mantê-la ereta.
Mas ...
se for para recolher pérolas...
minha coluna se curva com imenso prazer.

O que mais me preocupa e
envergonha no Brasil não é a indigência social, mas sim a indigência intelectual, moral e política.
.

Seria fácil demais
se não fosse
extremamente complicado.

Proteger o Meio Ambiente
deveria ser uma atitude instintiva,
ética e moral de todo ser humano.

Sou do tempo que se exibir ou fazer gesto de arma com as mãos era atitude de criminoso.
Hoje parece ser de pessoa do bem.

O poeta quando nasce
não chora como todos
os recém-nascidos...
Declama sem saber
o seu primeiro verso.

Quanto maior a bravura e valentia
que um homem demonstra ter...
maior é a COVARDIA
que tenta esconder.
✍©️@MiriamDaCosta

Antigamente se dizia assim:
“Ano Novo, vida velha.”


Não espere mudanças nem milagres apenas porque o ano é novo, sem lutar para mudar
os próprios hábitos e, assim, favorecer o “milagre” das transformações.


Não há milagre no calendário!
O ano não muda nada e ninguém.


Mudam-se os dias,
mas os vícios permanecem,
os hábitos se repetem,
as desculpas ganham roupa nova.


Quem não enfrenta a si mesmo
atravessa o réveillon
carregando as mesmas correntes.


Transformação não nasce da virada do tempo,
nasce do atrito, da renúncia,
da coragem de romper consigo
todos os dias.


De nada vale pular as famosas
“sete ondas” na virada do ano
se não se dão saltos reais
de mudança no dia a dia.
✍©️@MiriamDaCosta

2026 é regido pelos Orixás Ogum e Iansã.
Haverá muitas lutas e conquistas,
mas também muitos conflitos e guerras.


Estamos apenas na primeira semana.


Não será um ano de conciliação.


Haverá lutas, disputas e conquistas arrancadas à força, mas também confrontos abertos, radicalizações e guerras , visíveis ou disfarçadas de “normalidade institucional”.


Ogum não abre caminhos sem embate.
Iansã não sopra ventos sem derrubar estruturas.


Estamos apenas na primeira semana.
O barulho que se ouve agora é só o aquecimento do conflito.


Aguardem.
✍©️@MiriamDaCosta

* Mensagem ao povo brasileiro
e aos demais povos da América do Sul *


Não se iludam com a ideia de que haverá apoio concreto ou defesa verdadeira da ONU, da União Europeia ou do chamado “resto do mundo”.


Virão, sim, discursos inflamados, notas oficiais de “profunda preocupação”, manifestações protocolares de indignação contra os EUA e contra Trump.


Mas tudo isso, como tantas vezes na História, se dissipará no vento e no tempo.


Quando os interesses geopolíticos e econômicos das grandes potências entram em jogo, a retórica humanitária se cala, os tratados se relativizam e a soberania alheia vira moeda de troca.


Foi assim com outras nações.
Foi assim com outros povos.
Foi assim com líderes e presidentes que acreditaram em alianças que nunca se sustentaram na prática.


A lição é dura, mas necessária:
não haverá salvadores externos.
A defesa da soberania sul-americana só pode nascer da consciência política, da organização popular e da unidade regional.


Quem espera proteção do império, acaba governado por ele.


✍©️@MiriamDaCosta