No Silencio da Noite Sinto sua falta

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⁠O meu silêncio


Por vezes é preferível ficar calado e evito fazer tantas promessas que não irei satisfazer.
Por vez na flor da emoção prometo rios e mundo até a ilusão de fazer-te lhe em minha rainha,
A fatura dessas promessas torna-se bastante elevada, insuportáveis e criam um grande desgaste, que perguntou-me se valeu apena.
E preferível ficar calado e deixar as coisas seguirem o processo natural e sem saltar as etapas...
Calado, triste no meu silencio infinito evitando cobranças insaciáveis de alguém que não da mínima ao teu esforço.
O meu silêncio quer dizer muita coisa
Que talvez um basta em depositar expectativa em algo que não vai mudar

⁠ Quando os olhos fecham e o silencio paira, a amargura e o desespero se espalha.

⁠Há o silêncio...o silêncio muitas vezes mostra que já não faz diferença...
Lutar...

⁠quando vi, era tarde. eu não tinha feito muito e o silêncio não ardia. vezenquando faz bem desconectar, mas quem sou eu quando tudo some?

// segunda. de repente tudo vira pó, a cabeça vira um nó & é preciso refazer planos. tempo demais com distrações de menos. me vi olhando para mim e guardando mil palavras nas gavetas... teve meia dúzia de solidão nesse silêncio de palavras vazias e guardei uma interrogação para mais tarde: quem sou eu quando tudo some? o que sobra de nós quando não há plateia, nem cobranças, nem comparações?

⁠Ausência necessária
Ausência que faz bem
Ausência para o silêncio
Ausência para refletir

Refletir o pensar
Refletir o sentir
Refletir o querer
Refletir o que viver

Viver sem medos
Viver a intensidade
Viver das escolhas feitas
Viver o presente

Presente seguro
Presente estável
Presente de amor
Presente que faz acontecer.

Poesia de Islene Souza

⁠Gosto da solidão, do silêncio... Quando se está sozinho consigo, há uma paz, que não se sente quando está envolto em companhias vazias.

⁠O silêncio que ficou depois do grito permaneceu vitrificado por vários dias no ar da casa.

Gabriel García Márquez
Em agosto nos vemos. Rio de Janeiro: Record, 2024.

⁠"O silêncio de um sábio é como o rugido de um leão que se recusa a perder tempo com hienas."

⁠"Meu silêncio não é concordância, mas sim a serena convicção de que o tempo é um bem precioso demais para ser desperdiçado em debates infrutíferos."

⁠Um dia pediram-me para eu falar igual a eles, o que eles queriam, e eu falei com o silêncio.

Aprenda a ficar em silêncio no momento de profundo ódio, pois o ódio passa, mais as palavras proferidas jamais retornarão ⁠de um coração quebrantado.

⁠Ao se sentar à mesa com os grandes, fique em silêncio e apenas observe e saiba aproveitar as oportunidades de aprender com quem os melhores.

⁠No silêncio, eles nos mostram amigos que, sutilmente, dedicam momentos seus para nos enviar presentes. Isso é lindo. Agradecemos imensamente!

⁠Em meio ao caos, o silêncio é o refúgio que nos reconecta com nosso eu interior.

⁠Em um mundo barulhento, o silêncio é um presente que damos a nós mesmos.

⁠O sucesso é o silêncio entre dois fracassos que gritam.

⁠Há momentos em que a alma almeja o refúgio do silêncio, onde as interrogações se esvaem como névoa ao romper da aurora, e as respostas moldadas pela mente perecem em sua efêmera fragilidade. O ato de viver, por um ínfimo e plácido instante, encontra repouso. É nesse delicado interlúdio que concedemos ao coração, com sua sabedoria atávica, o privilégio de sussurrar o que sempre soube, mas que os ruídos do mundo abafavam. E ele sussurra, com a leveza de uma brisa acariciando as copas das árvores, revelando mistérios que só o silêncio é capaz de desvelar.

É na quietude do cosmos que captamos a voz de Deus, sutil como um eco longínquo, porém tão inabalável quanto uma montanha. Mesmo quando o intransponível se ergue à nossa frente, e os olhares ao redor nos envolvem em incredulidade, é Ele quem nos sopra ao ouvido: vai, avança, e concretiza. Pois, quando até o último vestígio de fé em nós mesmos se rompe, Deus permanece crente, sustentando-nos com a esperança que já não conseguimos vislumbrar.

⁠Infância roubada


Nasceu em silêncio, a menina esquecida,
no canto da casa, uma vida sofrida.
Entre gritos e sombras, crescia sozinha,
aprendendo do mundo a parte sombria.

Era o lar um campo de dor e tormento,
onde brigas e mentiras voavam ao vento.
Os sorrisos escassos, a ternura faltava,
e em cada olhar duro, seu mundo murchava.

Um dia sombrio, aos oito, perdeu
a inocência que em sonho, talvez, floresceu.
Um ato brutal que apagou-lhe o brilho,
e fez da menina um doloroso estribilho.

Alvo de aliciamento, de olhares sujos,
eram seus dias cheios de fardos injustos.
Tios e primos, num círculo doente,
roubavam seu riso, seu ser inocente.

E ali, tão pequena, sem voz, sem escudo,
perdeu-se na dor, num silêncio mudo.
Seu mundo ferido, marcado de espinhos,
tornou-se um deserto de poucos caminhos.

Mas ainda que a vida lhe impusesse açoite,
e a infância sumisse em noites sem noite,
carrega no peito uma chama que arde,
de quem sobrevive, ainda que tarde.

⁠As vezes o silêncio é a melhor maneira de nos vermos como pessoa.
Pois dar um salto adiante e não saber regrá-lo é realmente muito desconfortável.

⁠Me basta, estar nas suas lembranças e no seu silêncio.