Ninguem te faz Feliz

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⁠Sem fé, ninguém chegará ao céu.

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O homem deveria saber que aqui, ninguém é nada.

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⁠Ninguem chega ao pódio, se não tiver determinação.

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Ninguém chega ao sucesso, por acaso.

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⁠Marte, terra de ninguém.

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Ninguém consegue mentir diante de um espelho, ele te vê de verdade.⁠

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Não deixe ninguém apagar os teus sonhos, vá, e de asas a eles.

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Ninguém chega ao pódio, caminhando,
Só os melhores.⁠

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⁠Todos querem ver a lua cheia, mas ninguém ajuda a encontrar o sol.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Ninguém entende o que um escritor escreve⁠, somente ele.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Ninguém é forte sozinho.⁠

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⁠Talvez ninguém nem irá ler os meus versos, mas que eu sou um poeta teimoso, ah, isso eu sou.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Sucesso é quando você determina algo em sua vida, e diz, agora ninguém me segura.

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⁠A felicidade é como um tesouro escondido, todo mundo quer, mais ninguém a procura.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Cresça, mais nunca atropele ninguém.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠O idiota é um sujeito chato, reclama de tudo, não aplaude ninguém.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Se te deixaram de fora da festa, agradeça. Pois ali, ninguém era teu amigo.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Cuidado, roupa não define ninguém.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Estrela que Deus acendeu, ninguém apaga.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Capítulo II

— O Amor que Ninguém Vê.

“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.

Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.

Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.

E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.

Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.

Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.

O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.

Inserida por marcelo_monteiro_4