Ninguem se Encontra por Acaso
Ninguém deve ter vergonha da própria idade. Só sei que forçar a barra para tentar aparentar a idade que não tem envelhece ainda mais, embora a natureza seja inevitável. O quê engrandece o ser humano não é aparência física, e sim como ele se porta diante da vida e o amor que transmite ao próximo.
Uma cena que ninguém imagina,
Ela se passa amena, tranquila,
Poeticamente amanhecida,
No meio considerado como nada,
Mas todos querem estar lá,
Esbanjando celebração e vida,
Repletamente praiana,
Sobre a charmosa duna,
Que ninguém questiona ou duvida,
Tão tranquila cena,
O ninho das corujas, bem ali,
Um símbolo de glória e de sabedoria,
Morando muito bem na Praia de Salinas.
Em Balneário Barra do Sul,
Tudo se celebra:
o tempo, o mar e a vida,
Aqui tem mar azul,
E o céu de todo dia é motivo
Para escrever a nossa poesia.
Ali, logo ali, após as dunas,
Elegantemente esculpidas,
Por areias monazíticas,
Vejo o barquinho deslizando,
As gaivotas bailando,
Fazendo a festa da pescaria,
Logo, logo, chegará a Festa da Tainha,
- soberana
Ela que é a nossa rainha,
Festa do povo barrasulensse,
Que esbanja sorriso,
Poesia,
E intensa alegria.
Resolvi o nosso
amor acolher
Ninguém mais
nos tira
do trilho
Só o amor
é capaz
de dar
o brilho
Decididamente
contigo
resolvi viver
Acariciando
o teu coração
Te provarei
sem pudor
Seremos
do nosso
amor
Já te vejo
pleno
de fulgor
Serei a brisa
bem mansinha
Feminina
e encantadinha
Entregue
e arrepiadinha
Prometo que
vou andar na linha
A primavera
está florescendo
A minha adega
está nos
teus lábios
Dos nossos sabores
vou fazendo
Vinhos primaveris
de inebriar os sábios
Ninguém se reergue na vida se autodepreciando, criando ninhos de ofensas e hostilizando os de dentro e os de fora. É preciso mudar o pensamento para a vida mudar!
A Ciência e todos os seus ramos perfazem o campo de investigação das leis da vida. Ninguém pode contra as leis da vida.
Essa pandemia está durando porque uma parcela da Humanidade está transgredindo e a outra está banalizando as leis da vida.
O amor por mim
o teu peito ocupa,
e tornou-me tua
almenara radiante
que ninguém apaga
no alto da atalaia
em madrugada fria.
No topo do mundo
tenho de colocado,
o meu coração
não anda sossegado,
te quero o tempo
todo do meu lado.
O amor por tua
presença longe
de ser a luz da Lua
que ocultará Lira
em noite de chuva
de lirídeas erguida,
há de ser a doce
sentença da vida.
No topo do mundo
estou te guardando,
o meu coração
por ti anda contente,
se há futuro para nós:
ao Universo pertence.
Ninguém te ama depois de muito tempo ou lembra que é teu amigo(a) depois de muito tempo.
O cordial hostil tem espírito rasteiro, faz cerco contando com a tua distração e procura dar contornos para aquilo que nunca existiu, não existe e jamais existirá.
Fique atento aos sinais que transitam entre gestos, palavras de falsa amabilidade e palavras de falso clamor.
O cordial hostil sempre deixa rastros digitais para tentar constranger você e quem se encontra ao seu redor.
Como diz a minha Mãe que sempre recorda o adágio popular: "- Olho vivo que cavalo não desce escada.".
Ninguém mais milita por referendos em assuntos sensíveis para o Brasil. Deixem de ser acomodados em ficar a todo instantediminuindo a Constituição!
América Latina seja por insegurança pública ou política, é uma região que ninguém dorme há muitos anos...
Aceitar o silêncio para um, é aceitar o silêncio para todos. Não fico feliz com a voz de ninguém silenciada.
Ninguém tem o direito de maltratar as nossas emoções, o nosso país precisa de tranquilidade para prosperar.
Ninguém precisa dizer
que dos teus lábios
de caxiri não me fartei,
aos sabores ancestrais
todos gentis na mesa
à eles me entreguei.
Feita do pó do tempo
e da cor das sementes
a vida festiva vida
que trouxe até a mim
a sua existência linda,
és amor para toda a vida.
Onde ninguém fala de política ou se recusar a falar, é o melhor lugar da face da Terra na atualidade! Menos ou nenhuma política = mais vida!
Sem fazer esforço
de olhar para trás,
Não há como não
enganar a ninguém
que meus cabelos
são como cavalos
soltos por Karabakh;
Renunciar quem eu
sou nem o destino
pode mais me negar,
Ser diferente de quem
sou por amor ou razão
não posso me mudar.
Melhor do que sorvete
em pleno verão ardente,
Amor refrescante amor
que ninguém derrete
e o tempo só fortalece.
Não se castra a poesia de [ninguém,
Quem castra - age como quem rouba a fé,
Uma poesia castrada,
- é como o brilho dos olhos roubados de
[alguém
Não se castra a poesia de [ninguém.
Das vezes que eu tentei te procurar,
Você não quis deixar,
O meu amor te amar,
E no teu coração eu penetrar.
Não se abafa o canto de [ninguém,
Quem abafa - age como quem acaba com o oxigênio,
Um canto abafado
- é como um país que virou terra de
[ninguém
Não se abafa o canto de [ninguém.
Do meu escrever sobre o amor,
E sobre o teu sentir,
Eu quis falar,
E você não quis me ouvir.
Entra Natal e sai Natal
tudo tem se repetido,
Ninguém sabe quando
terminam as penas
de cada preso político,
A responsabilidade
por cada reclamo poético
sempre vivo assumindo.
Por utopia insistente
venho pedindo este
e os próximos Natais
com elevado sentido
de ter nunca mais
na vida presos políticos.
Não quero um Natal
repetido: com tupamaro
histórico perseguido e preso,
com professor desaparecido
com heróis reprimidos
e com culto a incoerência.
O quê tenho escrito
serve para mim, para ti
e para quem quiser tirar
proveito toda às vezes
que deixamos esquecido
o nosso protagonismo
independentemente
do grau de importância.
Porque enquanto houver
uma tropa inteira presa
e um General injustamente
preso por pensar diferente,
Onde quer que estejamos
estaremos presos sem
mesmo com que percebamos.
Ninguém se recorda
do poeta do Brasil,
Dele não me esqueço
e ainda me inspiro.
Ainda por enquanto
há lindas palmeiras
acariciando o anil,
a lucidez de muitos
tem andado por um fio.
Ainda sobrevivem
algumas aves,
Os sabiás resistem
as gaiolas do destino,
e tudo tem me dado calafrio,
As árvores são
as que sobraram,
e não é mentira
onde a ofensa
fixou de vez residência.
De ti Gonçalves Dias
eu ainda lembro,
Em mim tu está vivo
em teu movimento
neste coração latino e brasileiro;
Que pergunta pelas libertações
da tropa, e do General,
e ao mesmo tempo sabe agradecer
à Venezuela pelo generoso oxigênio.
