Ninguem Muda o que Ja esta Escrito

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⁠Quem Não Passou Pelo Deserto: Julga Quem Está Passando.

⁠Nossa beleza não está nos cabelos! A Unção está dentro de nós! E a Palavra em nossas línguas como fogo!

⁠O Senhor está comigo; não temerei o que me pode fazer o homem.

Bíblia Sagrada
Salmos 118:6.

Quando o inimigo se aproximar
No batente da porta da minha vida
Está o sangue de Jesus Cristo
Eu não terei medo, eu não terei medo
Há um exército de anjos aqui
Estou protegido de todos os lados
Pelo sangue de Jesus Cristo Hope Darst / Jacob Sooter / Lauren Sloat

Deus Está Nos Purificando Pois Jesus Está Voltando.

A sabedoria oferece proteção, tal como o dinheiro, mas a vantagem do conhecimento é esta: a sabedoria preserva a vida de quem a possui.

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 7:12.

Estou clamando, estou pedindo
Só Deus sabe a dor que estou sentindo
Meu coração está ferido
Mas o meu clamor está subindo Eyshila

Uma coisa é certa: as pessoas podem dizer e pensar o que quiserem, mas o que Deus falou está falado, e não importa o que o mundo inteiro diga!

Muitas vezes, o erro está em querer tanto estar certo, em insistir em ter razão e, assim, acabar ignorando a voz de Deus.

O cristianismo está cada vez mais mesclado com bens materiais, privilégios e ideologias políticas. A verdade de Jesus, sua vida, atitudes e pregações contrariam egos e revelam uma mensagem constante: O negar-se a si mesmo.(Walter Sasso)

“Não sei se a saudade está chegando para ficar ou fingindo que está saindo de mim...”
— Os`Cálmi

⁠Nunca deixe um dia ruim de uma pessoa só porque o seu dia está sendo ruim.

⁠Esteja com alguém que te traga paz, te traga alegria, que faça você perder o chão quando está ao seu lado e que seja seu porto seguro nos momentos difíceis.

A noite está linda
Vejo estrelas, milhões delas.
Fascínio que toma conta do meu ser
Elas são libertas
Gostaria de ser assim
Uma estrela que vê
O que eu não posso ver

Não há nada de errado na saudade, na flor, no silêncio e na dor. O erro está na ausência do meu amor.

O amor está no ar

Eu não estou só — e vocês não entendem.
O ar está mudando, está leve.
É engraçado: eu sinto seu cheiro chegando com a brisa.
É amor.

Há uma resistência quanto à minha versão desse amor.
Seu aroma, minha vida!

Meu coração é um olho com sentidos — sente o seu cheiro.
Tem braços e mãos invisíveis para te abraçar,
acariciar,
e meu olhar mira apenas na sua direção.

Caio em queda livre.
O amor está no ar,
onde não há desamor.

Fique longe da tristeza.
Só o amor está no ar.

À noite, vou esperar a tempestade passar.
Você está pronto?

Agora, ao anoitecer,
posso fazer juras de amor.
Meus hormônios suplicam por você.

O amor está no ar,
onde não há desamor.
Fique longe da tristeza.
Só o amor está no ar.

Prioridade é você.
Seu nome está em cada parte do meu olhar.
Você é todo o homem que eu não quero compartilhar.
Limpe os seus pensamentos, encha-me de beijos; tudo parece puro e completo.
Não entenda errado: não sou seu estepe, mas sim sua escolha.
Sinta-se feliz — somos história, não hiato.

Meu sonho está pronto para desfrutar-mos.
Nesse sítio é proibido pegarem na enxada, pois muito já peguei, plantei, ademais desapeguei, sem desejos para me realizarem.

Procedi, então posso pagar algumas manutenções necessárias, outras eu mesmo faço — a horta, o pomar e os bichos é minha terapia.
Se chegares cansado de outro lugar, basta descansar.

Na lateral da poltrona, onde descanso meu corpo da existência, está a porta do banheiro, onde muito bem centralizado há um quadro. Uma onça expressiva, com olhar vibrante, onde o amarelo envelhecido contrasta com o fundo preto. Olho para a onça e a onça me olha, sem sabermos quem será o predador da vez. Em frente da poltrona há outro quadro. Uma releitura mal feita de uma pintura de Monet. Há no campo de visão uma mesa, onde repousam três livros, que me lembram que eu deixei a leitura pela metade. O porcelanato brilhante no chão constrata com os móveis baratos do quarto. Do outro lado da poltrona há uma cama, que me lembra que eu tenho dormido demais. A casa está muito limpa, contrastando com o fato de eu não ter tomado banho hoje. Intervalo meu tempo entre momentos de um tédio sufocante e pequenos entusiasmos, que encontro em atividades banais. A mente está mais tranquila, após a catarse de escrever um texto grotesco, que assustaria quem me vê assim tão dócil. A televisão está ligada com o som no silencioso, e em um olhar rápido vejo o Roberto Carlos, pois é véspera de Natal. Embaixo do apartamento, há uma casa de festas e sou obrigada a ouvir "Parabéns pra você" todos os dias. As noites passo insone, já que tenho trocado o dia pela noite. Apesar de tudo me sinto feliz, pois estou presa em minha casa, mas tenho a chave da porta, e pra rimar, é isso que importa. A Bíblia em cima da mesa me lembra minha falta de fé, apesar de buscá-la bastante, lendo em aramaico, idioma que desconheço. Por uma velha submissão, peço perdão pelo texto anterior, em que escancaro a podridão humana. Eu não precisava ter sido tão literal assim. Mas fui. É véspera de Natal e eu peço a Deus que perdoe meus pecados e meu cinismo. E que um dia eu encontre Jesus.

Semente do Capítulo Sexto — O Sinal que Veio de Dentro e de Fora

O personagem está caminhando numa noite tranquila, dessas em que o céu parece ter mais estrelas do que espaço pra caber estrelas. Ele já vem de um caminho de cura, fé, reconstrução… mas existe algo diferente no ar. Uma vibração que o corpo percebe antes da mente.

No começo, ele acha que é só mais uma crise de ansiedade chegando. O peito esquenta, a nuca arrepia. Mas a sensação cresce de um jeito que não dói — chama.

É aí que o déjà-vu aparece.
Ou déjà-v i, como algumas pessoas dizem intuitivamente, como se o “i” desse uma girada mística na palavra.
Tanto faz: o importante é que o fenômeno bate forte.

Ele tem a sensação exata de já ter estado naquele momento, naquele pedaço de noite, naquela respiração. Só que tem uma diferença: agora a sensação não é só psicológica…
é física.

O vento para por um segundo.
O som da rua parece engolido por um silêncio vivo.
E surge uma luz.

Não é luz de carro, nem de avião.
Não pisca, não ameaça, não faz barulho.
Ela simplesmente… existe.

E, estranhamente, o personagem não sente medo.
Sente reconhecimento.
Como se aquilo fosse uma resposta antiga para uma pergunta que ele nunca teve coragem de fazer.

A mente dele tenta ser racional. Puxa conceitos.
Pensa no projeto 3I/Atlas, aquele sonho científico de mapear fenômenos não explicados pelo comportamento dos céus. Pensa em ondas gravitacionais, pensa em radiação de fundo, pensa em inteligência fora da Terra.

Mas o coração diz outra coisa:
“Isso é pra você.”

A luz, então, pulsa.
Não como ameaça, mas como… saudação.

E nesse pulso, algo explode dentro dele — uma lembrança que não existe, mas que ainda assim parece dele. Uma memória de outra vida? Um eco espiritual? Uma ponte entre consciência humana e algo maior?

A ciência chamaria de experiência anômala subjetiva.
A fé chamaria de manifestação de Deus.
A filosofia chamaria de encontro com o mistério.

Ele simplesmente chama de verdade profunda.

A luz começa a se afastar devagar, como quem diz:
“Segue — tem mais.”

E o déjà-vu se transforma numa certeza poderosa:
a jornada dele não é só emocional, espiritual e humana.
É cósmica.
Ele é parte de algo maior que o próprio destino.

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