Nenhum de nos e Tao bom

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“Não possuo nenhum segredo de beleza. Nem secretamente. Meu único cuidado é escovar os dentes.” (Revista Atrevida, 12/2002)

Não há nenhum lugar onde possa estar que não seja onde você deveria.

Na verdade, a vingança não é nenhum prato - É uma emoção. Ou qualquer outra coisa. Com a qual não vale a pena a gente perder tempo.

Nenhum pensamento o(Deus)pode conter;
Nenhum vocábulo o pode exprimir.
Ele está além de tudo o que possamos racionalizar ou imaginar.

A vida não faz nenhum sentido sem interdependência. Precisamos uns dos outros e quanto mais cedo percebermos isso melhor para todos nós.

Nenhum amor perdido, nenhum
amor encontrado.

Eu odeio toda a política. Eu não gosto de nenhum partido político. A pessoa não deve pertencer a eles - deve ser um indivíduo, de pé no meio. Qualquer pessoa que pertence a um partido pára de pensar.

Posso ter cometido erros, mas não cometi nenhum crime.

Nenhum pecador jamais foi salvo por entregar seu coração a Deus. Não somos salvos por nossa entrega, somos salvos pelo que Deus entregou.

Um processo ruim é melhor que nenhum processo, porque você pode melhorar algo que existe, mas não o que não existe.

Nenhum filho meu vai nascer em um pântano.

O melhor amor, é o amor sem pudor nenhum, mas com todo o respeito.

Cristão não tem medo de mau-olhado, olho gordo, inveja, nem nenhum tipo de macumba. Cristão é lavado pelo sangue poderoso de Jesus Cristo. Contra esse sangue, não há mal que resista.

O homem deve ser livre...
O amor é que não se detém ante
Nenhum obstáculo, e pode mesmo
existir até quando não se é livre.
E no entanto ele é em si mesmo
a expressão mais elevada do que
houver de mais livre em todas as
gamas do sentimento humano.

É preciso não ter medo,
É preciso ter a coragem de dizer.

A maior dádiva para o estudante é o saber adquirido, nenhum outro dom faria valer a pena tanto esforço e dedicação.

Não me deixe criar um relacionamento individual onde eu sou todos os personagens e nenhum enquanto você é a plateia, única, que faz questão de não aplaudir minhas fragilidades teatrais.

Solidão é se ver rodeado de amigos e não poder confiar em nenhum deles.

Para um navegador que não sabe seu rumo, nenhum vento lhe é favorável.

Sêneca

Nota: Adaptação de Link

Não existe ex-amor! Quem teve vários amores, não teve nenhum. O amor é intransferível!

Vamos combinar que muitas vezes não há segredo algum, inimigo algum, interrogação alguma, nenhuma entidade obsessora além da nossa autosabotagem. A gente sabe que esticar a corda costuma encolher o coração, mas a gente estica. A gente sabe que nos trechos de inverno é necessário se agasalhar, mas a gente se expõe à friagem. A gente sabe que não pode mudar ninguém, que só podemos promover mudanças na nossa própria vida, mas a gente age como se esquecesse completamente dessa percepção tão sincera. A gente lembra os lugares de dor mais aguda onde já esteve e como foi difícil sair deles, mas, diante de circunstâncias de cheiro familiar, a gente teima em não aceitar o óbvio, em não se render ao fluxo, em não respeitar o próprio cansaço.

Eu pensava em todas essas armadilhas enquanto caminhava na Lagoa, um dia de céu de cara amarrada, um tiquinho de sol muito lá longe, tudo bem parecido comigo naquela manhã. Eu me perguntei por que quando mais precisamos de nós mesmos, geralmente mais nos faltamos. Que estranha escolha é essa que faz a gente alimentar os abismos quando mais precisa valorizar as próprias asas. Como conseguimos gostar tanto dos outros e tão pouco de nós. Eu me perguntei quando, depois de tanto tempo na escola, eu realmente conseguirei aprender, na prática, que o amor começa em casa. Por que, tantas vezes, quando estou mais perto de mim, mais eu me afasto. Eu me perguntei se viver precisa, de fato, ser tão trabalhoso assim ou se é a gente que complica, e muito. Como conseguimos ser tão vulneráveis, ao mesmo tempo que tão fortes. Somos humanos, é claro, mas ser humano é ser divino também.

Eu não tenho muitas respostas e as que tenho são impermanentes, como os invernos, os dias de céu de cara amarrada, os lugares de dor, os abismos todos, o bom uso das asas, os fios desencapados, as medidas e as desmedidas. Tudo passa, o que queremos e o que não queremos que passe, a tristeza e o alívio coabitam no espaço desta certeza. Eu não tenho muitas respostas. O que eu tenho é fé. A lembrança de que as perguntas mudam. Um modo de acreditar que os tiquinhos de sol possam sorrir o suficiente para desarmar a sisudez nublada de alguns céus. E uma vontade bonita, toda minha, de crescer.