Natural

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A verdade natural criadora, não sucumbe às falácias geradoras...

No espiritual,
tudo JÁ foi feito.


No natural,
tudo SERÁ feito.


No céu, hoje já é quarta;
na terra, ainda é terça.


Quem entende isso, entende
que os céus governam.


#OFimVem

⁠Não perca seu tempo e seus valores tentando agradar quem não compreende seu jeito natural de ser e vê se aproveita para valorizar quem te aceita, te Ama e gosta de vc do jeito que você é!
Feliz aquele que tem alguém que se preocupe de verdade com ele

"Pessoas boas não morrem rápido por ordem natural, mas por excesso de maldade"

CASAMENTO, CELIBATO E POLIGAMIA À LUZ DO ESPIRITISMO: A EVOLUÇÃO DO AMOR SEGUNDO A LEI NATURAL.
Entre as diversas leis morais apresentadas pela Doutrina Espírita, a Lei de Reprodução ocupa lugar de grande importância por tratar de um dos aspectos mais profundos da existência humana: a continuidade da vida e o aperfeiçoamento moral do Espírito. Longe de restringir-se ao fenômeno biológico da geração, essa lei alcança as dimensões da responsabilidade, da afetividade, da família e do progresso espiritual.
Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec demonstra que as leis da Natureza possuem uma finalidade superior. Nada foi criado ao acaso. A reprodução dos seres vivos integra a harmonia universal e assegura a continuidade da vida em todos os seus aspectos. Entretanto, ao conceder ao homem a inteligência e o livre-arbítrio, Deus também lhe confiou a responsabilidade de agir como colaborador da própria Natureza, jamais como seu destruidor.
Por essa razão, os Espíritos ensinam que o ser humano pode regular a reprodução quando houver necessidade legítima e em benefício do equilíbrio natural. O que se condena não é o uso consciente da inteligência, mas a tentativa de frustrar deliberadamente a finalidade da reprodução apenas para atender aos excessos da sensualidade e do egoísmo. Quando o prazer torna-se um fim em si mesmo, separado da responsabilidade moral, evidencia-se o predomínio da matéria sobre o Espírito.
Nesse contexto, o casamento representa um dos maiores marcos da evolução da Humanidade. Kardec pergunta se a união permanente entre dois seres seria contrária à lei natural, e a resposta dos Espíritos é clara: trata-se de um progresso na marcha humana. O casamento transforma a simples atração física em compromisso, fidelidade, cooperação e responsabilidade recíproca. A família deixa de ser apenas um agrupamento biológico para tornar-se uma verdadeira escola de aperfeiçoamento moral.
O comentário de Kardec é particularmente significativo ao afirmar que a abolição do casamento significaria um retorno ao estado primitivo da Humanidade. A união estável dos cônjuges favorece o desenvolvimento dos sentimentos, fortalece os vínculos familiares e cria condições para que Espíritos reencarnados encontrem no lar um ambiente de educação, reparação e crescimento espiritual.
Ao mesmo tempo, a Doutrina Espírita distingue claramente as leis divinas das leis humanas. A indissolubilidade absoluta do casamento não pertence à Lei Natural, mas às legislações criadas pelos homens. Isso significa que a união matrimonial deve ser preservada enquanto cumprir sua finalidade de auxílio mútuo, respeito e crescimento moral. Quando se transforma em instrumento permanente de sofrimento, violência ou degradação dos envolvidos, o rompimento do vínculo jurídico não constitui afronta à lei divina, mas consequência das imperfeições humanas ainda presentes na sociedade.
Outro tema frequentemente mal compreendido é o celibato. O Espiritismo não considera o simples fato de permanecer solteiro um estado de superioridade espiritual. Se motivado pelo egoísmo, pelo orgulho ou pelo desprezo à vida familiar, o celibato não possui qualquer mérito diante de Deus. Contudo, quando representa um sacrifício voluntário realizado para dedicar integralmente a existência ao serviço da Humanidade, adquire elevado valor moral. O mérito nunca está na condição exterior da pessoa, mas na intenção pura que inspira seus atos.
Também a poligamia é analisada sob o prisma da evolução moral. Os Espíritos afirmam que ela não constitui uma lei natural, mas uma instituição humana vinculada a determinados períodos históricos e costumes sociais. O casamento ideal, segundo as leis divinas, fundamenta-se na afeição recíproca. Onde predomina apenas a sensualidade, desaparecem os elementos espirituais do amor verdadeiro. À medida que a Humanidade progride, substitui as relações baseadas na posse, no poder e nos interesses materiais por vínculos construídos sobre o respeito, a igualdade e a fidelidade.
Essa compreensão revela um aspecto essencial da Doutrina Espírita: a verdadeira evolução consiste na educação dos sentimentos. O homem deixa gradualmente de ser governado pelos impulsos instintivos para orientar sua vida pela consciência, pela razão e pelo amor. O casamento, a família e a própria sexualidade deixam de ser simples expressões da natureza biológica para converterem-se em instrumentos de crescimento espiritual.
Em última análise, a Lei de Reprodução não trata apenas da multiplicação dos corpos, mas da educação das almas. Cada lar constitui uma oficina de aperfeiçoamento onde Espíritos aprendem a renunciar ao egoísmo, desenvolver a paciência, exercitar o perdão e construir laços de amor que ultrapassam a própria morte. A família, assim compreendida, torna-se um dos mais importantes mecanismos da Providência Divina para conduzir a Humanidade ao seu destino de perfeição.
Fontes:
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte Terceira – Leis Morais. Capítulo IV – Lei de Reprodução, questões 693 a 701.
Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulos XIV (Honrai a vosso pai e a vossa mãe) e XXII (Não separeis o que Deus juntou).


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Enquanto o mundo insiste em calcular os anos, eu me perco no mistério do seu charme natural; pois o amor não conta o tempo de uma vida, mas reconhece a alma que aprendeu a florescer com o tempo.

Sonhar nos custa o quanto custa respirar;
é natural e exponencialmente humano.


Marcelo HB

A seleção natural não é um modelo moral; transformar sobrevivência em justiça seria confundir descrição com prescrição.

Não existe uma passagem automática daquilo que é natural para aquilo que é juridicamente justo.

“A inteligência artificial não me preocupa. O que me preocupa é a inteligência natural cada vez mais artificial.”

Sem fugir
desse plano
natural de luz,
tu me encontrarás
no torpor
de minha loucura
com uma estaca
cravada
ao peito.⁠

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.


A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?


A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.


A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.


A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 614.
A LEI NATURAL COMO EIXO ÉTICO DO SER.


A passagem transcrita, sob a tradução rigorosa e fidedigna de José Herculano Pires, situa o pensamento de Allan Kardec no ponto nevrálgico de toda a antropologia moral espírita: a Lei Natural como expressão da Vontade Suprema, inscrita na própria estrutura ontológica do ser humano. Trata-se do princípio matricial que orienta o espírito em sua travessia milenar, constituindo o fundamento da responsabilidade, da consciência e do aperfeiçoamento.


No item de número 614, a definição é direta, lapidar e inequívoca: a Lei Natural é a Lei de Deus, e por isso mesmo não é relativa, não é histórica, não é fruto das convenções transitórias dos homens; ela é anterior às civilizações e sobrevive às decadências das épocas, mantendo-se como eixo imutável da ordem universal. Seu caráter é normativo e teleológico: indica ao homem aquilo que deve fazer ou evitar, não por coação externa, mas por consonância íntima com sua destinação espiritual.


A infelicidade, como o texto assevera, não provém de fatalismos ou arbitrariedades celestes. Ela nasce do afastamento voluntário dessa Lei, isto é, da ruptura interior entre a criatura e o princípio de harmonia que a sustenta. A ética espírita, sob a pena metódica de Kardec e a transparência conceitual de Herculano Pires, desloca o eixo da tragédia humana do exterior para o interior, do acaso para a escolha, da fatalidade para a consciência.


A visão tradicional, que reconhece o valor do passado e das normas perenes, encontra aqui seu ponto de mais alta convergência: a felicidade não é invenção moderna, mas reencontro com o que sempre foi. O espírito não avança inventando novas leis; ele progride descobrindo a Lei que sempre o acompanhou, ainda que velada pelos instintos e pelas paixões.

PRODÍGIOS NA MORTE DE JESUS. ENTRE A COMOÇÃO HUMANA E A LEI NATURAL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O trecho apresentado, extraído de A Gênese, capítulo XV, propõe uma leitura que se afasta do sobrenatural arbitrário e se ancora na racionalidade das leis universais. Aqui não se nega o fato moral, mas se examina criticamente a forma narrativa que o envolve.
O relato evangélico, especialmente em Evangelho de Mateus 27:45, 51 a 53, descreve três fenômenos centrais. As trevas sobre a Terra. O rasgar do véu do templo. A abertura dos sepulcros com a aparição de mortos. À primeira vista, tais acontecimentos parecem configurar uma ruptura da ordem natural. Entretanto, a análise espírita conduz a uma hermenêutica mais sóbria.
A obscuridade que teria coberto a Terra por três horas não se coaduna com um eclipse solar, pois, conforme a própria astronomia demonstra, esse fenômeno ocorre apenas na lua nova, enquanto a Páscoa judaica se dá em lua cheia. A explicação proposta desloca o eixo do milagre para o campo dos fenômenos naturais ainda pouco compreendidos à época. Alterações atmosféricas intensas, poeiras em suspensão, ou mesmo perturbações solares poderiam produzir escurecimentos incomuns, sem que isso implique suspensão das leis cósmicas. A referência histórica a obscurecimentos prolongados, como o ocorrido no ano 535, reforça essa possibilidade.
Quanto ao tremor de terra e às pedras fendidas, o raciocínio segue a mesma linha. Pequenos abalos sísmicos são frequentes em diversas regiões, e sua coincidência com um evento emocionalmente impactante pode amplificar a percepção coletiva. A psicologia do testemunho, sobretudo em contextos de dor e comoção, tende a magnificar o acontecimento, convertendo-o em símbolo.
O ponto mais delicado reside na chamada ressurreição dos mortos. A interpretação apresentada sugere não um retorno físico à vida orgânica, mas fenômenos de natureza mediúnica. Aparições espirituais, hoje compreendidas dentro do campo das manifestações dos desencarnados, eram então desconhecidas em sua causalidade. Assim, o que se viu foram Espíritos, mas o que se concluiu foram corpos ressuscitados. Trata-se de uma transposição interpretativa, condicionada pelo repertório cultural da época.
Esse mecanismo de amplificação é coerente com o comportamento humano diante do extraordinário. Um fragmento de rocha que se desprende torna-se sinal celeste. Uma visão espiritual transforma-se em milagre corpóreo. A narrativa cresce não por fraude deliberada, mas por um entusiasmo que carece de método.
Dessa forma, a conclusão apresentada é de notável densidade filosófica. A grandeza de Jesus Cristo não reside em efeitos exteriores que impressionam os sentidos, mas na estrutura ética e espiritual de sua mensagem. Sua autoridade não depende do prodígio, mas da coerência entre ensinamento e exemplo.
Sob a ótica espírita, os chamados milagres não são negações da lei, mas manifestações de leis ainda não plenamente conhecidas. O que ontem era prodígio, hoje se revela fenômeno. O que ontem era mistério, hoje se submete à investigação.
E assim permanece uma lição austera e perene. Não é no espetáculo do extraordinário que se mede a verdade, mas na profundidade silenciosa da lei que rege o espírito e o universo.

A Exultação dos Olhos durante A Pausa

Pude ver de perto, recentemente, uma paisagem natural em movimento: lindos cavalos usufruindo de uma tranquilidade rara, sentindo os toques do vento nas suas crinas, em um campo vasto e verdejante. Foi quando a realidade restante ficou pausada nesse momento memorável cheio de vida; os meus olhos logo ficaram exultantes com aquela arte certamente divina numa exposição tão cativante.

O Silêncio da Afinidade
O distanciamento entre as pessoas funciona como um movimento natural da jornada, que muitas vezes independe de brigas ou conflitos. Almas se atraem pelo que precisam aprender juntas, mas também se afastam quando os ciclos de aprendizado mútuo se completam. Quando a afinidade silencia, o esforço para manter o laço passa a ser um peso desnecessário para ambos os lados. Não há culpados no afastamento; há apenas caminhos que tomaram rumos diferentes em busca de sobrevivência emocional e auto reencontro. Compreender essa dinâmica nos dá a vigilância espiritual necessária para aceitar as despedidas sem o amargor da rejeição, entendendo que abençoar quem parte é o maior gesto de maturidade e respeito pela evolução do outro.

Certeza trêmula


A intuição é natural de cada um,
Serena, fechada ao mundo e silenciosa,
Ao mesmo tempo, elegante, autentica e objetiva,
Possuidora de um magnetismo natural, forte nas expressões gestuais, impactante ao caminhar,
No perfume,a irresponsabilidade de me motivar,
No rosto perfeito o desejo insaciável de me aproximar,
E no singelo:
_ Pode sentar.
A certeza trêmula de que a minha intuição estava certa.

Onde tem petróleo, gás natural e outras riquezas naturais ... tem a "defesa da Democracia e acordo de paz" made in EUA e União Européia.


A histórica "defesa" da democracia, dos direitos humanos e o "acordo de paz" sob a coordenação dos EUA e seus aliados( União Européia) se repete num roteiro já noto à todos no planeta...


Trump, se utiliza do mesmo discurso de outros presidentes norte-americanos quando querem invadir um pais para tomar seus recursos naturais...


falam em levar a democracia, livrar de cartéis do narcotráfico que opera dentro dos Estados Unidos ...


diz que combate o terrorismo e agora seus asseclas premia, aliados com o Nobel da paz....


Trump nao é um indivíduo confiável,
é um sujeito asqueroso, perigoso,
invejoso, poderoso 💰💰💰e sem palavra...


Quer invadir a Venezuela para ficar com o petróleo, quer as terras raras do Brasil que os EUA e a União Européia não têm ...


E quer a Palestina por suas riquezas naturais ainda não exploradas ...


geólogos e economistas confirmaram que nos territórios palestinos existem “reservas consideráveis de petróleo e gás natural ...


Estes recursos estão localizados na Área C da Cisjordânia e na costa do Mediterrâneo, ao longo da Faixa de Gaza...


Primeiro atacam e destroem...E depois... alisam "carinhosamente " para invadir, colonizar e explorar...


O roteiro histórico se repete... com toda a sua prepotência e ganância escancarada ao olhar atento do mundo...


Só não vê... quem não quer... ou é conivente ...
ou lucra 💰💰💰 com tudo isso...


©️✍@MiriamDaCosta.

Eu IA acreditar em alguns vídeos e imagens que circulam nas redes sociais...
mas, o meu QI, naturalmente, não permite.
✍©️@MiriamDaCosta

Diante da parvoíce natural de algumas pessoas...
fica evidente a enorme vantagem
da credibilidade da Inteligência Artificial...
✍©️@MiriamDaCosta