Nao sou seu Quase Amigo e
Nunca coloque apenas caixa de som com músicas para seu consumidor, porque ele merece uma ação completa. Nunca coloque alguém que não seja profissional para falar da sua empresa, pois ele pode queimar o nome da sua loja. Valorize o profissional da voz, valorize o Locutor, pois o trabalho desse artista, é valorizar o seu trabalho!
Nem toda reação estranha em seu corpo é doença,
muitas vezes é sua imunidade expulsando invasores do seu organismo!
O caminho para evitar decepção: fazer o que estiver ao seu alcance sem esperar nada em troca e confiar desconfiando.
Entre tantas correrias do dia a dia, o seu carinho é o meu porto seguro. Obrigado por ser essa amizade que acalma a alma.
Ian N.T
Seu carinho traz paz para o meu coração e me lembra que o mundo fica mais bonito quando compartilhamos a vida com quem nos faz bem.
Ian N.T
PRESENTE DE DEUS
"Deem graças ao Senhor, porque ele é bom. O seu amor dura para sempre."
Salmos 136:1
Imaginem ser imagem e semelhança,
De quem nos alimenta de esperança,
Só Ele sopra o vento a nosso favor...
Toda essa imaginação é realidade,
Deus quebra a ilusão e traz a verdade,
E nos da de presente todo seu amor
Cláudio Cruz
Quando tudo que ofereceu deixou de ser suficiente, lembre-se: ali deixou de ser seu lugar.
23/11/2025 Lauriana Alencar
Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.
Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.
Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.
A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.
O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.
E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.
É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.
Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.
O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.
E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.
Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.
A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.
Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.
O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.
Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.
E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.
A música vira trincheira, o louvor vira escudo.
O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.
Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.
O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.
Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.
Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.
Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.
Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.
Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.
O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.
Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.
Nós contra eles não dialogam…
Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…
Quando não fazem pior: se desumanizam.
Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.
O menor virá a ser mil, e o mínimo, um povo grandíssimo. Eu, o Senhor, a seu tempo o farei prontamente.
Indulto permissivo é aquele cuja discricionariedade é do chefe do executivo no seu entendimento e vontade subjetiva.
Personalidade Narcísica é: Falastrão... Seu Modus operandi: indireta maldosa.
E bondade aparente para os de fora.
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