Nao sou seu Quase Amigo e

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AMOR

Na véspera de ti

eu era pouca

e sem

sintaxe

eu era um quase

uma parte

sem outra

um hiato

de mim.



No agora de ti

aconteço

tecida em ponto

cheio

um texto

com entrelinhas

e recheio:



um preciso corpo

um bastante sim" a te amar dia todo, todo dia

A ingenuidade quando é demais se torna quase um pecado. A esperteza sem limite, é o próprio pecado.

Quando as pessoas dizem " Aonde isso vai parar?" a resposta quase sempre é: "Lamento. Não vai parar!"

Quando transmites aquilo que sentes quase_tudo fica simples assim ...

Já fazem quase 200 anos que Darwin acabou com essa de que deus existe, com sua teoria da evolução e adaptação ao meio ambiente, então deixem de lado os contos e fábulas e reflitam sobre os atos que comentem agora.

Um sonho forte é aquele que sentimos quase uma saudade do que queremos mas que nunca tivemos!

Poema para um Quase Verão

Nas noites de um quase verão
entre as nuvens de uma chuva fina,
de asas abertas sombras e vultos se movem
entre os zumbidos que ecoam na noite...
São murmúrios escondidos,
são caricias do vento na verde ramagem.

Chuva, nuvens, estrelas
lua que brinca de esconde-esconde,
brinca comigo, com meus pensamentos.
Vem vento, vai vento... devagar
desprende as palavras deste poema à toa.

Brinca comigo, com minha alma
leva para fora os sons rasteiros das tristezas,
desperta a brasa destes mornos versos,
vai nas ondas deste mar,
desenterra os sonhos náufragos lá do fundo,
e deixa-os voar nas asas de uma gaivota,
plainando entre o mar e o céu
em uma rubra noite de verão...

Torna-se meu inimigo pela atitude ou omissão dela. Quase nunca pela pessoa, propriamente dita.

Quase um Tango no Teto
.

Como se fossem...

Pés
Na cabeça
No coração

Dói
Fere

Você pode
Não que eu goste
Apenas te amo

Xinga
Grita
Me chama daquilo que não sou

Não importa

Não sou idiota
Hipócrita
Nunca fui falsa

Mas como besta alguém me desqualificou


Você diz que eu não te agrado mais
Pede que eu pare
Pede que eu vá dormir
Implora que eu não acorde

Você diz...

E eu ...

Realmente não te agrado mais

Quase uma mentira
.

Sabe a tal força dos dizeres?
Pois é ...

Só tenho domínio sobre ela
Quando não quero perder algo
Ou pretendo atingir alguém

Não que esse baque seja planejado
Doloroso

Se bem que quando alguém entra em coma
E fica tempos sem se mexer
Até levantar a sobrancelha dói

Então desminto
Deve machucar mesmo
As palavras que quase nunca são ditas
Aparecerem
Assim
Quase que do nada

Com tanta precisão

A beleza que damos ao mundo,
Está enraizada quase
Sempre na criança, ou no demônio
Que existe em cada um de nós.

"Uma vez que uma ideia se apodera da mente, é quase impossível erradicá-la."

Olha como as coisas mudam: pare e perceba que quase nada está como era antes. Algumas incrementações, outras diminuições... Essas mudanças acontecem numa frequência invisível, mas perceptivel logo em seguida. Somos o que somos, sem o eu de ontem, e mais o outro de amanhã.Não tem como escapar. As paixões acabam, as tristezas se vão (ainda que outras tomem o seu lugar, elas realmente se vão). Os vizinhos, as amigas, os pais: todos têm os seus motivos, sabem qu eé necessário, que é incontrolavel, que AMANHÃ você vai acordar diferente: seu cabelo vai crescer, sua tosse vai sarar, seu aparelho vai conseguir enfim desentortar aquele dente torto.O jeito é aceitar, levar numa ba, e saber sempre converter para uma boa causa. É isso. amanhã eu termino, já que vou estar com outra cabeça mesmo...

Mais uma vez a ligação terminou, sugestão de minhas frases curtas e quase constrangedor desinteresse em perguntas inúteis. Ela desligou, e eu não disse quanto amava a sinceridade transbordante em seu amor. Necessidade inexplicável, insubmisso de humor, tão constante que dissolvia qualquer possibilidade, senão da reciprocidade.

As palavras enganchadas na garganta permanecem pra lembrar de um momento que se repete já a alguns meses, quase todos os dias... E eu perdi todas as chances.

O véu do esquecimento das ofensas é quase sempre transparente.

Somos jogadores da vida, estamos em campo o tempo inteiro. Nunca cansamos, nunca paramos, quase nunca descansamos. Mas tudo isso é para encontrar uma única coisa, para buscar uma única coisa, para ter uma única coisa, paz.

A MORTE DO AMOR

Todos os dias morre um amor.
Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor...
Às vezes de forma lenta e gradativa,quase indolor,após anos e anos de rotina.
Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos.
Pode morrer em uma cama de motel ou simplesmente em frente à televisão de domingo.
Morre sem um beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com um gosto salgado de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, diálogos cada vez mais resumidos, de beijos cada vez mais gelados...
Morre da mais completa e letal inanição !!!
Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir.
Pode morrer como uma explosão, seguida de um suspiro profundo (porque nada é mais dolorido que a constatação de um fracasso), de saber que, mais uma vez, um amor morreu.
Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. Esta é a lição: qualquer amor pode morrer !
E todos os dias, em algum lugar do mundo, existe um amor sendo assassinado.
Como pista do terrível crime, surge uma sacola de presentes devolvidos, uma lista de palavrões sem censura, ou o barulho insuportável do relógio depois da discussão...
Afinal, todo crime deixa as suas evidências !
Todos nós podemos ser um assassino.
E podemos agir como age um assassino: podemos nos esconder debaixo das cobertas, podemos nos refugiar em salas de cinema vazias, ou preferir trabalhar que nem um louco, ou viajar para "espairecer", ou confessar a culpa em altos brados, fazendo do garçom o confidente...
Mas há também aqueles que negam, veementemente, a sua participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de bate-papo ou em pistas de danceteria, sem dor ou remorso.
Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com a ironia de quem tem muito a ensinar para os corações ainda puros.
Existem também os amores que clamam por um tiro de misericórdia : ainda estão juntos mas se comportam como um cavalo ferido, esperando ser sacrificado.
Existem também os amores-fantasma, aqueles que se recusam a admitir que já morreram. São capazes de perdurar anos, como mortos-vivos sobre a Terra, teimando em resistir apesar das camas separadas, dos beijos frios e burocráticos, do sexo sem tesão (se houver). Esses não querem ser sacrificados, mas irão definhar aos poucos, até se tornarem laranjas chupadas.
Existem ainda os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, que se refugiam em fantasias platônicas, recordando até o fim de seus dias o sorriso da ruivinha da 4a.série... Ou se faz presente na fã que até hoje suspira e delira em frente a um pôster do Elvis Presley.
Mas eu, quase já desistindo da minha busca, pude ainda encontrar uma outra classificação: os amores-vencedores. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, das infinitas contas a pagar, da paixão que decresce com o decorrer dos anos,da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas e se revelam fortes, pacientes e esperançosos. Mas esses são raríssimos, e há quem duvide de sua existência. São de uma beleza tão pura e rara que parecem lendas.
Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal : PROCURA-SE UM AMOR VENCEDOR - oferece-se generosa recompensa...
Mas, no fundo, sei que ele não surgiria como por acaso...
O que esses poucos vencedores falam é que esse amor foi suado, trabalhado, bem administrado nas centenas de situações do cotidiano.
Não é um presente de loteria, de sorte, nem de magia...
É simplesmente o resultado concreto daquilo que foi um relacionamento maduro e crescente entre duas pessoas ...

Alexandre Inagaki

Nota: Versão adaptada do "Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor", de Alexandre Inagaki: Link

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Hoje vivi um momento diferente. E sob o efeito de quase nada resolvi prestar atenção nos meus pensamentos daquela vez. Estando ali dentro de mim, fiquei feliz de encontrar pessoas muito queridas. Estávamos ocupados em atividades amistosas de relevância franca, livres de qualquer ameaça cotidiana.E era algo que também se percebia em outros ao nosso redor. Jurava que podia estar num domingo com muita brisa. Não havia excessos; quando se ria não se sentia mais feliz por isso; na verdade, já estava tudo no seu lugar. A felicidade dispensava qualquer excesso. Era assim, pleno como cabe ao que é suficiente.

A Grande Tristeza havia pousado nos ombros de Mack como uma capa invisível, mas quase palpável. O peso daquela presença embotava seus olhos e curvava seus ombros. Até os esforços para afastá-la eram exaustivos, como se os braços estivessem costurados nas dobras escuras do desespero que agora, de algum modo, tinha se tornado parte dele. Comia, trabalhava, amava, sonhava e brincava sempre usando essa vestimenta, como se fosse um roupão de chumbo. Andava com dificuldade pela melancolia tenebrosa que sugava a cor de tudo...

Você nunca sentiu tanto medo da verdade, né?
Verdades doem, quase sempre sabia?
Mas faz assim, se nada vai mudar quando a verdade chegar, não deixe que ela chegue!
Fecha os olhos se a verdade estiver estampada nos olhos dele!
Essa mania de olhar nos olhos não tem te levado a lugar algum...
Fecha os ouvidos se ele tentar te falar!
Você quer mesmo saber?
O que vai fazer com a verdade, além de sentir o coração doer?
Olha o ceu, que continua lindo, seja lá qual for a verdade!
A beleza do ceu esta dentro de você e não nas palavras dele!
Quantos dele vão te olhar nos olhos e despejar o que não queres ouvir?
Psiu, fecha os olhos antes que precise fechar o coração...