Nao sou seu Quase Amigo e

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A miséria pode privar alguém de quase tudo, mas não o impede de agir com integridade e honestidade.

É um bem querer.
Que beira um quase amor.
Pode ou não ser, se desejar
Deixe acontecer.
Os braços estão aqui, abertos.
A espera do encontro que nunca aconteceu.
Quem perdeu, eu ou você?
Acho que perdemos "nós".

Tentei te esconder
ergui muros altos, frios, quase intransponíveis…
mas certos sentimentos não pedem licença —
eles brotam.
Rasgam concreto,
invadem silêncio,
nascem até onde a alma jura estar seca.
Basta chegar mais perto…
um passo a mais…
e lá está:
água cristalina correndo dentro do caos.






Helaine machado

"A morte vence quase tudo — ela não só pode vencer um algo,
esse... é o amor."

"Ainda não vi ninguém assumir que o próprio é isso ou aquilo. Mas quase todos (mesmo não nos conhecendo) vivem dizendo que nós (e os outros) temos dezenas de defeitos!"


Frase Minha 0024, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Não fique se culpando, só porque você falou mal de Fulano ou Sicrano. Quase todos falam de quase todos. Ou não é?"
Frase Minha 0157, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Não reclame de falta de privacidade nas redes sociais. Quase tudo sobre você que lá está foi você quem incluiu ou autorizou ou permitiu e até gostou. Portanto, não se faça de vítima."
Frase Minha 0228, Criada no Ano 2008


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Neste mês comemoro 40 anos que consulto três ou quatro horóscopos, quase diariamente. Não por mim, claro, apenas para ver se as previsões coincidem e para tentar entender porque ainda há gente que acredita nisso! Consegui resposta só para a primeira dúvida!"
Frase Minha 0581, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Insistentes Teimosos e não exatamente Evangelizadores são quase todos que ficam com a conversa sobre o que Deus acha e disse. Isso é impressionante, Oh, Raios!"
TextoMeu 1330

1489
"Não deixa de ser 'interessante' alguém dizer que Escreve 'com o Coração'! Eu, quase sempre, Escrevo com o Teclado!"
TextoMeu 1489

0024 "Não conheço quem tenha assumido que é isso ou aquilo de errado ou de ruim. Mas quase todos vivem dizendo que nós (e outros) temos dezenas de defeitos. Ah, o Cerumano!"

0157 "Você falou mal de Fulano ou Sicrano? Não se incomode tanto... Quase todos falam de quase todos!"

“Performance ruim quase sempre é sintoma, não causa.”

Chama do Destino


Nasceu pequena,
quase um sussurro,
entre o acaso e o querer não dito.
Uma centelha tímida no escuro,
como se o destino respirasse comigo.


Cresceu no tempo,
ardendo em silêncio,
iluminando caminhos
que eu temia pisar.
Queimou dúvidas,
aqueceu ausências,
fez do medo apenas cinza no ar.


Mesmo quando o vento tentou apagar, ela dançou,
firme, contra a noite.
Pois há chamas que
não pedem permissão:
existem para arder,
custe o que custar.


E sigo, marcado por essa luz antiga,
sabendo que não fui eu quem escolheu.
Foi a chama do destino que me encontrou e, ao tocar meu peito, escreveu quem sou.

Ainda não me acostumei a ter sentimentos ruins por você.
É uma sensação estranha, quase injusta, perceber que algo que um dia me trouxe tanta paz e confiança hoje carrega um peso que eu não sei nomear.
É como se o que antes era abrigo tivesse se tornado território desconhecido: familiar o suficiente para doer, distante o bastante para não acolher.


É estranho quando um sonho bom se transforma em parte de um pesadelo.
A lembrança do que fomos insiste em coexistir com o que nos tornamos, e essa mistura confunde o coração.
Sinto falta da leveza dos dias em que bastava pensar em você para que tudo parecesse possível.
Agora, pensar em você é, ao mesmo tempo, lembrar e tentar esquecer.

"o problema que a vida não é como no cinema
e se tratando de amor quase sempre termina naquele dilema"....

"Srinivasa Ramanujan, matemático indiano — um gênio que o mundo quase não teve."

"Cada falha é um sussurro do futuro dizendo: ‘Ainda não… mas quase.’"

A Rua Não é Garagem

A primeira lata não fez barulho.
Foi colocada com cuidado, quase com carinho — como quem demarca território sem querer parecer invasor. Um gesto particular, silencioso, que dizia: “aqui é meu.” Não havia placa, não havia autorização. Apenas a convicção íntima de que a rua, por um instante, poderia ser privatizada.
E ninguém disse nada.
A segunda lata já veio com mais segurança. A terceira, com naturalidade. Logo, o espaço público ganhou dono — não por lei, mas por hábito. Um hábito perigoso: o de transformar o coletivo em extensão da própria casa.
Ali, naquele pedaço de asfalto, a cidade começou a encolher.
Porque toda vez que alguém ocupa o que é de todos como se fosse só seu, algo maior se perde. Não é apenas uma vaga. É o princípio. É a regra. É o pacto invisível que sustenta a convivência.
E então surge a pergunta inevitável:
e se todos resolvessem fazer o mesmo?
Se cada morador colocasse suas latas, seus cones, seus objetos — defendendo seu “direito” particular — não teríamos mais ruas. Teríamos um mosaico de pequenas propriedades ilegais, uma cidade fragmentada, onde o espaço comum desaparece sob o peso do ego.
A lata, nesse caso, deixa de ser objeto. Vira símbolo.
Símbolo de um abuso pequeno, mas revelador.
Símbolo de uma lógica perigosa: se ninguém impede, então pode.
E é aqui que o silêncio mais pesa.
Porque se há quem avance indevidamente, há também quem deveria conter. A fiscalização não é um detalhe burocrático — é a linha que separa o uso legítimo do abuso cotidiano. Quando ela falha, não apenas permite: ensina.
Ensina que a regra é flexível.
Ensina que o espaço público é negociável.
Ensina que cada um pode criar sua própria lei.
E a cidade paga o preço.
A ausência da Prefeitura — da secretaria responsável, da presença institucional — não é neutra. Ela participa. Ainda que pela omissão. Ainda que pelo atraso. Ainda que pelo costume de não ver o que está diante dos olhos.
Porque a desordem não nasce grande.
Ela começa assim:
com uma lata.
Uma lata que ninguém recolheu.
Uma lata que ninguém questionou.
Uma lata que virou precedente.
E quando o precedente se espalha, já não é mais sobre um morador.
É sobre todos.
A rua, que deveria ser passagem, vira disputa.
O direito, que deveria ser comum, vira privilégio improvisado.
E a cidade — ah, a cidade — vai sendo tomada não por grandes crimes, mas por pequenas permissões.
No fim, aquela lata solitária não guardava apenas uma vaga.
Guardava uma pergunta que insiste:
de quem é a rua, afinal?

Maxileandro Lima

Quase não restam lembranças boas da minha infância. Talvez nunca as tenha vivido, ou talvez algo em mim tenha morrido antes mesmo de aprender a ser feliz, deixando apenas um vazio frio onde deveriam habitar memórias e calor.