Nao Magoe uma Mulher
No céu e na terra só uma oração é legítima e aceitável a Deus - que lhe peça que se cumpra sua vontade.
Uma igreja de sucesso é aquela que os seus membros faz a mudança onde estão.
do livro Frases cristãs 9
A RELAÇÃO ENTRE ANSIEDADE, FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO E O SUJEITO: Uma fusão da Psicologia, Neurociência e Filosofia para um conceito mais prático da Ansiedade
A Ansiedade é a agitação que um Sujeito Homo sapiens sente no seu organismo correspondente fisicamente à alta frequência das ondas cerebrais Beta e resultante do apego do Sujeito Homo sapiens aos pensamentos que fluem no cérebro do seu organismo no seu acto de Pensar.
Enquanto,
A Serenidade é a calma que um Sujeito Homo sapiens sente no seu organismo correspondente fisicamente à alta frequência das ondas cerebrais Teta e resultante do desapego do Sujeito Homo sapiens aos pensamentos que fluem no cérebro do seu organismo através do seu acto de Atenção.
Todo dia recebemos uma folha em branco pra escrever mais um capítulo de nossa estória. E cabe a nós rabiscar ou não manchar ou não. E essa escrita ela não pode simplesmente ser apagada.
[Bilhete Premiado]
O que chamam de sucesso na sociedade contemporânea, nada mais é que uma loteria. E como toda loteria, se fundamenta na exploração do outro. Não tem relação alguma com "trabalho duro" ou a "sorte" de uma pessoa, tem a ver com o azar de milhões.
Michel F.M.
[O Próximo Capítulo]
Parar
ou
retroceder,
nunca foi
uma
opção.
Portanto,
só há
uma direção
que
nos interessa,
que
nos sobra.
Em frente.
Não podemos
ficar
ou
voltar,
só podemos ir.
03/05/23
Michel F.M.
Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.
Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.
E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.
É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.
E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.
O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.
Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.
Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.
E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.
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Ultimamente fiz uma pequena descoberta, descobri que tentar encontrar a resposta pras nossas maiores questões existenciais é como entrar na auto estrada em contra mão, mais depressa levamos com o que não queremos do que chegamos a saída que procuramos.
Querer saber quem somos ou porque existimos... Só nos traz mais dúvidas e questões. Acho que o segredo é mesmo aceitarmos quem somos, sem questões. Apesar de a partir desse momento, passarmos a ter que lidar com um estranho que vive em nós.
A SEXTA-FEIRA É SANTA!
Hoje é Sexta-feira Santa. Uma data que, independente de crença, carrega um peso simbólico que ninguém nega. Um dia de pausa, de reflexão, de olhar para dentro e para o que realmente importa.
É com esse espírito que escrevo.
De todos os grupos que participo no WhatsApp, o grupo do PT de Olinda é onde me sinto mais em casa, entre companheiros e companheiras. É o primeiro lugar que venho buscar informação para compartilhar conteúdo do meu território. Às vezes encontro. Mas raramente o suficiente.
Vivemos conquistas que merecem ser celebradas. Temos uma sede — um sonho realizado, fruto de muita construção coletiva. Temos conteúdo de qualidade nas redes, algo que quem trabalhou anos de forma artesanal reconhece com admiração genuína. Temos a trajetória inspiradora da senadora Teresa Leitão, que tantos de nós contribuímos a construir e que segue sendo referência.
É justamente por esse sentimento de pertencimento que deixo uma reflexão sincera.
Este espaço poderia ser ainda mais cuidado como canal de convivência e orientação militante. A informação decisória — aquela que não está no Instagram nem no Facebook, aquela que nasce do processo interno do partido — muitas vezes não chega até aqui. E quando não chega, fica uma lacuna difícil de preencher pelas redes.
Não trago isso como crítica, mas como desejo. O desejo de quem acredita que o processo coletivo se fortalece quando todos estão dentro, não à margem. Em um ano como 2026, com tantos espaços de formação política já em andamento, como a Nova Primavera, este grupo poderia ser mais um canal de conexão com essas iniciativas — um espaço de construção e educação política para a militância de Olinda.
Quando nos aproximamos entre nós, ficamos mais fortes. Quando nos afastamos, quem ganha é a extrema direita.
O Partido dos Trabalhadores é maior do que qualquer momento ou gestão. Todos nós somos passageiros, mas o partido permanece. Nosso papel é construir e deixar legado.
Que essa Sexta-feira Santa nos convide a cuidar melhor do que é nosso. Com afeto, com responsabilidade e com a disposição de seguir juntos.
03 de abril de 2026 — 11h29
Educação é a integralidade do cidadão em todos os âmbitos necessários para uma vida, com seus reais valores.
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