Nao Magoe uma Mulher
A anotação do calendário me lembrou do seu aniversário. Há tempos não nos vemos, não nos falamos, não pensamos um no outro... mas saiba que apesar da distância e do tempo, desejo que sejas muito feliz onde e com quem estiver.
“Não é porque, quando estivermos em baixa, vamos nos afundar cada vez mais. Seja determinado em levantar quantas vezes for necessário. Pode cair 99 vezes... Levante-se 100 e não desista até alcançar a glória.”
A Última Faixa do Tempo
O relógio da vida não marca horas, ele risca sulcos invisíveis num vinil arranhado,
onde cada segundo é um riff esquecido,
e cada silêncio, um verso que nunca ousou ser refrão.
Na estrada dos sonhos, somos acordes dissonantes de um violão desafinado,
dedilhados por mãos invisíveis que já empunharam fuzis de flores
e apertaram corações até que se estilhaçassem em silêncio.
Há algo que não se nomeia.
Como aquela canção que te atravessa feito vento... Você sente, mas não entende.
Ela nunca chega na parte que você quer, mas deixa rastros:
O cheiro de chuva no asfalto quente,
um olhar que sangra como solo de violino em luto,
um arrepio que não vem do frio, mas da memória que insiste em doer.
Esperamos por isso como quem espera o "bis"
sabendo que talvez nunca venha,
mas ainda assim, gritamos o nome da banda,
como se o eco pudesse reverter o fim.
Porque há coisas que não voltam,
e mesmo assim, cantamos,
como se o tempo fosse só mais um verso mal interpretado.
E então, no meio da tempestade,
uma janela entreaberta,
a chuva batendo como palmas de um público ausente,
e uma xícara solitária no parapeito,
como se alguém tivesse pausado o mundo no exato instante antes do último acorde.
Ali, o tempo não corre, ele reverbera,
feito um lamento que recusa-se a findar.
Ali, o que não tem nome sussurra,
como um verso escondido no encarte de um disco esquecido.
Essa memória, teimosa, não escreve para lembrar, mas para manter viva a melodia
dessa canção infinita que não pode terminar
numa janela de vidro,
numa casa de madeira,
onde o som que ecoa… termina em C (Dó).
Não importa o lugar, nem a estação, Se Deus prometeu alegria ao coração, Ela virá como Sol após a chuva, E o propósito Dele florescerá em tua vida, Como jardim em primavera, com as flores da felicidadebrotando no teu coração.
O que realmente importa não é onde você está, mas quem você é.
Se um porco domina um castelo ele não vira rei, é o castelo que vira um chiqueiro.
Não há mal em ser solteira. Você pode ser feliz sem estar presa a alguém. Não há mal em aproveitar os seus momentos. Deus, no momento certo, sabe quem vai te acrescentar e não diminuir.
Não sei se isso é autoamor, sinceridade ou falta de espiritualidade. Mas em minha autoanálise reflexiva, penso que nunca consegui: “amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo”.
Continuo no desafio, fundamentado na fé.
ALÉM DOS PERCALÇOS
A morte como subproduto do tempo não pode absorver a nossa existência e nos fazer definhar, apesar da exuberância da vida.
Vivamos o melhor que o criador nos tem presenteado!
Eu sou um psicanalista que nunca fui analisado. Talvez o melhor de mim seja o que eu não sei e os outros desconhecem.
Se você se sente doente peça Deus um milagre, mas também vá ao médico. Isso não é incredulidade é fé prudente. A simbiose dos dois fatores é igual bênção inteligente.
Não posso controlar o tempo, nem evitar que os dias passem .
Não sei se iremos Viver o Pra sempre.
Mas saiba que quero te fazer a pessoa mais Feliz, neste Momento.
A esposa que não foi, o grande amor que não vingou, a felicidade que não durou... O inesquecível amor sobrevive latente na alma. Advogado Darlan Batista.
A quinta tem o seu próprio brilho, é quase um dia isolado na semana, não deve nada para a sexta e repudia a apatia da quarta.
Talvez quem conheça um pouco da minha vida entenda...
A pressão foi tão grande pra dar certo (não falo de ser rico, pobre, perfeito, fantástico, estável etc, mas simplesmente “aplumado”) que chega um momento que a gente olha pra trás e ver que correu tanto, se cobrou tanto, se policiou tanto, tanto tanto... que acabou perfeccionista, ágil demais (ou ansioso demais), eficiente demais para esbarrar na letargia (voluntária ou involuntária) de alguns e do sistema. Esse não é um pensamento altivo, arrogante, mas na verdade autocrítico.
