Nao Magoe um Alguem

Cerca de 878463 frases e pensamentos: Nao Magoe um Alguem

Não há mágica para conseguir realizar um sonho. É preciso trabalhar para conseguir.
sfj,reflexões⁠

Viver é escrever uma estória, a cada dia onde se deixa um legado, pra que não fique no esquecimento.

Enquanto você escolhe o que vai comer, houve um homem que não teve escolha — engoliu dor, silêncio e abandono… e morreu com sede, para saciar uma alma que talvez hoje nem lembre o nome dele.

Quem joga pra não perder vai conseguir no máximo um empate.
Agora, aquele que joga pra ganhar cedo ou tarde vence o jogo!

Se não souber colocar um ponto final.
Continue se ferrando!

⁠Você não é um bruto
Você é o que tem de mais sensível, que já vi
É como se fosse um algodão doce, que cai na água e logo se desfaz
Você se vestiu nessa armadura quase perfeita
De diamante
Mas até o elemento mais forte da natureza, que se estilhaça
Ao ser duramente lapidado
Ou simplesmente norteado
Ele se quebra
E sua armadura quando trinca
É em meu coração e alma, onde eles vão parar
E sempre que sou atingida, dói, e muito
E com isso vou morrendo aos poucos
Aliás, minha alma já se foi
E aqui no meu corpo
Jas o coração que ainda bate
Em uma casa que já não existe
Quando sua armadura em fim, você tirar
Eu não estarei mais aqui
Como de clichê
Poderá ir visitar meu túmulo
E cada vez que for
Leve uma lasca de diamante
E lapide minha mais linda memória, você.

Quando se tenta pular de um navio em naufrágio
e não se consegue por amor,
porque sabe que seu ar está ali,
que se sair irá morrer,
mas também, ficando, irá morrer aos pouquinhos.
Isso é uma situação entre a cruz e a espada.
A maioria das vezes,
ficar no barco e admirá‑lo,
sabendo que está ali,
traz um leve conforto.
Às vezes, bate uma tempestade
que quase me derruba do barco.
É difícil.
Os pensamentos falam para eu pular no mar de vez
e me perder
nas profundezas das águas escuras,
para, enfim, descansar.

Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.

No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.

Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.

A verdade permanece verdade, independentemente de quem a proclama. Um mau comportamento não anula uma mensagem verdadeira, assim como boas condutas não legitimam heresias. Ainda assim, o ideal é que quem anuncia a verdade também a viva, pois é isso que Cristo deseja — e assim evita escandalizar os mais fracos e inexperientes na fé.


Mateus 23: 1-3

⁠Afastar-se do que não nos faz bem é um ato de autocuidado e sabedoria, pois a distância emocional cria espaço para o crescimento pessoal e o florescimento interior.

"A vida é um sopro...daqui não levamos nada, por isso, plante somente sementes boas na sua caminhada pela vida, porque a única coisa que iremos deixar serão lembranças do que vivemos e que essas lembranças sejam as mais lindas e felizes."

A Lápide da Alma:


Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.

Tudo tem um porque, só não sabemos o por que de tudo...

“A vida não é um ringue; a verdadeira vitória está em cultivar a harmonia, e não em derrotar aqueles que julgamos adversários.”

“Viver espontaneamente é aceitar que não sou perfeita — sou verdadeira, e sigo adiante como uma errante aprendiz, colecionando quedas, descobertas e a coragem de recomeçar.”

“Mais um ano nasce não apenas no calendário, mas em nós: um novo começo onde os sonhos deixam de ser espera e passam a ser caminho.”

A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)


Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.


É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.


Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.


E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.


Mas por quê?


Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.


Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.


Mas existe um custo.


Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.


E há uma tristeza nisso.


Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.


E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?


Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?


Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.


E essa é a parte mais dolorosa.


Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.


No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.


Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.


E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:


Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?


Porque existir de verdade exige presença.


E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.

**O Momento que Não Foi**


Guardei em silêncio
um instante que ainda não existia,
mas já tinha forma dentro de mim.


Não era pressa,
nem era urgência —
era cuidado com o sentir.


Eu sabia exatamente
como seria o primeiro toque,
o primeiro olhar,
o primeiro respirar daquele espaço.


Mas o tempo…
ah, o tempo não pediu licença.


Quando eu cheguei,
o momento já tinha passado por ali,
já tinha sido vivido,
já não era mais começo.


E o mais estranho é que, por fora,
nada faltava.


Mas por dentro,
ficou um vazio manso,
daqueles que não gritam,
só permanecem.


Não é sobre quem esteve,
nunca foi.


É sobre o significado
que morava ali antes de tudo.


Sobre o que eu esperei sentir
e não coube mais naquele instante.


Ainda assim, eu sigo.


Com o que restou,
com o que é,
com o que ficou em mim.


Porque nem todo começo
a gente consegue viver…


mas todo sentimento verdadeiro
a gente aprende a carregar.