Nao Magoe um Alguem

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⁠O amor não sustenta relacionamento nenhum...
O alicerce de um relacionamento saudável é o respeito , a cumplicidade e a verdade ... amar é muito mais que um eu te amo... amor é cuidado!!!

⁠Se precisar eu me fecho sim!!! Cansa sorrir e não receber um sorriso... cansa se doar e não receber carinho... cansa dar amor e receber migalhas ou nem isso...
Se preciso for eu me fecho sim !! Não nasci pra isso... mendigar sentimentos de quem não está disposto... viver um relacionamento tóxico só pra constar no status... viver um amor fake só pra se iludir que tem uma pessoa... se preciso for eu fico sozinha mas não carrego comigo a culpa de um amor fracassado.. nao mesmo , isso nunca!!

Uma das coisas mais difíceis de admitir é que não fomos amados quando mais precisávamos. É um sentimento terrível, a dor de não ser amado.

Alex Michaelides
A paciente silenciosa. Rio de Janeiro: Record, 2019.

A realeza de Pelé

Depois do jogo América x Santos seria um crime não fazer de Pelé o meu personagem da semana. Grande figura que o meu confrade Laurence chama de ‘o Domingos da Guia do ataque’. Examino a ficha de Pelé e tomo um susto: – 17 anos! Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis. Uma delas é a de Pelé. Eu, com mais de 40, custo a crer que alguém possa ter 17 anos, jamais. Pois bem: – verdadeiro garoto, o meu personagem anda em campo com uma dessas autoridades irresistíveis e fatais. Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se ‘Imperador Jones’, se etíope. Racialmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: – ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.

O que nós chamamos de realeza é, acima de tudo, um estado de alma. E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: – a de se sentir rei, da cabeça aos pés.

Quando ele apanha a bola, e dribla um adversário é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento. E o meu personagem tem uma tal sensação de superioridade que não faz cerimônia. Já lhe perguntaram: – ‘Quem é o maior meia do mundo?’. Ele respondeu com a ênfase das certezas eternas: – ‘Eu’. Insistiram: – ‘Qual é o maior ponta do mundo?’ E Pelé: – ‘Eu’. Em outro qualquer, esse desplante faria rir ou sorrir. Mas o fabuloso craque põe no que diz uma tal carga de convicção que ninguém reage e todos passam a admitir que ele seja, realmente, o maior de todas as posições. Nas pontas, nas meias e no centro, há de ser o mesmo, isto é, o incomparável Pelé.

Vejam o que ele fez, outro dia, no já referido América x Santos. Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompéia. Sozinho, liquidou a partida, liquidou o América, monopolizou o placar.

Ao meu lado, um americano doente estrebuchava: – ‘Vá jogar bem assim no diabo que o carregue!’

De certa feita, foi, até, desmoralizante. Ainda no primeiro tempo, ele recebe o couro no meio do campo. Outro qualquer teria despachado. Pelé, não. Olha para frente e o caminho até o gol está entupido de adversários. Mas o homem resolve fazer tudo sozinho. Dribla o primeiro e o segundo. Vem-lhe, ao encalço, ferozmente, o terceiro, que Pelé corta, sensacionalmente. Numa palavra: – sem passar a ninguém e sem ajuda de ninguém ele promoveu a destruição minuciosa e sádica da defesa rubra. Até que chegou um momento em que não havia mais ninguém para brilhar. Não existia uma defesa. Ou por outra: – a defesa estava indefesa. E, então, livre na área inimiga, Pelé achou que era demais driblar Pompéia e encaçapou de maneira genial e inapelável.

Ora, para fazer um gol assim não basta apenas o simples e puro futebol. É preciso algo mais, ou seja, essa plenitude de confiança, de certeza, de otimismo que faz de Pelé o craque imbatível.

Quero crer que a sua maior virtude seja, justamente, a imodéstia absoluta. Põe-se por cima de tudo e de todos. E acaba intimidando a própria bola, que vem aos seus pés numa lambida docilidade de cadelinha.

Hoje, até uma cambaxirra sabe que Pelé é imprescindível na formação de qualquer escrete.

Na Suécia, ele não tremerá de ninguém. Há de olhar os húngaros, os ingleses, os russos de alto a baixo. Não se inferiorizará diante de ninguém. E é dessa atitude viril e, mesmo, insolente de que precisamos. Sim, amigos: – aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos adversários uns pernas-de-pau.

Por que perdemos, na Suíça, para a Hungria? Examinem a fotografia de um e outro times entrando em campo. Enquanto os húngaros erguem o rosto, olham duro, empinam o peito, nós baixamos a cabeça e quase babamos de humildade. Esse flagrante, por si só, antecipa e elucida a derrota. Com Pelé no time, e outros como ele, ninguém irá para a Suécia com a alma dos vira-latas. Os outros é que tremerão diante de nós.

Nelson Rodrigues
A pátria de chuteiras. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.

Nota: Crônica publicada na revista “Manchete Esportiva”, em 8 março de 1958.

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⁠Não são os vídeos. Nem tampouco as aulas de yoga e afins. Não foi aquele guru que tem um canal que já bateu sei lá quantos milhões de views. Não foi o filme, em que a moça entregava - gentilmente - um saquinho de papel para o rapaz, e dizia: respire dentro do saco! Não foi a terapeuta falando sobre crises de pânico e ansiedade generalizada. Nem o signo que te explica como uma pessoa carregada de impaciência.

Quem ensina mesmo a respirar, é o tempo.

Com suas próprias regras e ao seu próprio modo. Lento ou rápido demais. Mas como um ruído no ouvido esquerdo, um dia, alguma coisa te diz: RESPIRE DEVAGAR.

E então você respira, mais devagar. E entende o porquê o tempo é que te ensina a respirar: porque aprender a respirar, tem a ver com aprender a respeitar.

O tempo, os processos, as pessoas que trombam em nossos desejos, porque estão nadando na contramão do nosso rio particular.

Respirar é quase como um cobertor quentinho que te abraça quando algo te causa um frio descomunal. E só o tempo faz a gente compreender como é que se conjura esse cobertor invisível.

Perto do fim de mais um ano, eu diria que agradeço a muitas pessoas por muitas coisas, mas hoje, em especial, vim agradecer ao tempo... por me ensinar a respirar.

Mais devagar.

#escrevologoexisto #camilaheloise

⁠Tempo ao Tempo.
Feliz 2023!

Fiz um acordo de coexistência com o tempo.
Disse a ele que não o apresso e que aproveitaria minha vida, brindando o fato de ter uma.

Feliz 2023!

Autor desconhecido.

⁠Utopia não é ilusão. É um sonho que se torna possível, já que a única coisa permanente é a mudança.

Qualquer homem que precisa dizer "Eu sou o rei" não é um rei verdadeiro.
(Tywin Lannister)

⁠Quando você é agraciado com um dom, é para que use-o, não em seu favor, mas em prol de outras pessoas. Claro que isso não se aplica a todas as pessoas. Deus sabe o que faz, o ser humano é que não segue o seu pensamento.

⁠O poder da palavra "não" é muitas vezes subestimado, mas sua força é inegável. É um escudo que protege nossos limites, nossos valores e nossa essência. Quando usada com sabedoria, "não" é a fronteira entre o que aceitamos e o que rejeitamos, entre o compromisso e a autenticidade. É a ferramenta que nos permite afirmar quem somos e o que merecemos. O "não" pode ser a chave para a liberdade, o respeito e a autodeterminação. Portanto, não subestime o poder dessa palavra simples, pois é o alicerce de um caminho mais autêntico e significativo. Aprenda a dizer "não" quando necessário, e você descobrirá que o verdadeiro poder de transformação está, muitas vezes, na rejeição do que não ressoa com sua alma.

⁠Felicidade plena não existe. O que existe são momentos bons, e às vezes maravilhosos que nos dão uma gostosa sensação de alegria, de contentamento, de euforia e que nos fazem tão bem.
São fragmentos de certas situações que nos deixam felizes. Por isso, quando deparamos com essas situações, devemos aproveitar cada minuto. Viver intensamente cada segundo e fazê-los eternos enquanto durar, já que temos a consciência de que não serão para sempre.

⁠Não é preciso que tudo dê certo para que um dia seja bom. Enquanto houver propósito, esperança e semeadura, nenhum dia será ruim.

Quem alcançou em alguma medida a liberdade da razão, não pode se sentir mais que um andarilho sobre a Terra – e não um viajante que se dirige a uma meta final: pois esta não existe.

Friedrich Nietzsche
Humano, demasiado humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

⁠"Você pode discordar das 'loucuras' de um gênio e até difamá-lo, mas o que você não pode é ignorar a realidade dos seus prodígios."

Pessoas me vêm Mas não me Enchergam , A mim não se achegam
Ninguém quer Ser amigo de um Negativo
Que só anda deprimido
Com Coração Partido

⁠Procure a sabedoria não como um destino, mas como uma jornada, bolsos cheios de curiosidade são o mapa para a iluminação desconhecida.

Não desista jamais de algo que está sendo difícil, mas que lá na frente vai te gerar um benefício, pois, se desistir, ao passar do tempo olhará para trás e ficará se lamentando todos os dia e dirás: por que não persisti?

Na ausência de belas palavras, busque no silêncio não um discurso, mas sim, uma nova forma de encantar.⁠⁠⁠

O choro muitas das vezes não quer dizer o fracasso, mas apenas um tempo para ver onde você errou, adquirir novas experiências e se fortalecer diante de um gigante quase indestrutível.

⁠Um aperto de mãos não é necessariamente um acordo de paz, mas já é um bom começo.