Nao Magoe um Alguem
Me sinto perdida. Acho que vazia. Eu não sinto nada. Tipo... não me importo mais. Com nada, com a escola, comigo mesma, com as pessoas aqui
Não há nenhuma razão forte para pensar que alguma mudança realmente fundamental possa ser alcançada pacificamente.
A delicadeza do amor
O amor é uma flor muito delicada, se não soubermos como cuidar, facilmente ela morre. Talvez o amor seja a flor mais difícil de se cuidar mesmo. Exige muito de nós. Exige uma disciplina, um cuidado diário. O amor é uma flor muito exigente também. Ela não cresce em qualquer solo, nem aceita qualquer tipo de adubo, nem água.
Antes de tudo a semente precisa ser plantada em um solo específico. Depois é necessário rega-la todos os dias, mas não pode ser qualquer água, precisa ser uma água pura, cristalina, extraída da melhor fonte. Mas é precisa tomar cuidado, se aguar demais ou de menos, pode secar ou apodrecer pelos excessos.
Aos poucos o amor cresce, mas não é de forma rápida. É algo bem lento, cada flor tem seu ritmo diferente. E a gente precisa adubar, mas não é qualquer adubo, o amor é muito exigente. Precisa ser o melhor para que ele cresça forte, firme, para que consiga desabrochar as flores mais belas e preciosas.
Depois de muito tempo, com muito cuidado e dedicação o amor floresce. Nasce a flor mais bonita do mundo. Com as cores mais vivas e cativantes. Seu perfume é doce e agradável, quando a brisa bate, de longe é possível sentir a sua essência que chega a ser envolvente.
Mas não adianta você tentar podar, enclausurar essa flor. O amor é livre, e o amor só pode continuar vivo se tiver as condições ideias para a sua existência. Quando o amor floresce, ele precisa ser admirado, mas sem apegos, carências e ciúmes. O amor não é posse, o amor é livre para ser de todos. Quando ele escolhe ficar ao seu lado, seja grato e cuide para que ele possa sempre florescer. Se você deixa-lo livre, com certeza ele vai sempre estar aoseu lado.
Quando tiver certeza de que não aguenta mais se lembre... A mente do ser humano nunca foi confiável.
Passagem do ano
Passagem
O último dia do ano
não é o último dia do tempo.
Outros dias virão
e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis,
farás viagens e tantas celebrações
de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral,
que o tempo ficará repleto e não ouvirás o clamor,
os irreparáveis uivos
do lobo, na solidão.
O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário,
uma mulher e seu pé,
um corpo e sua memória,
um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até se Deus…
Recebe com simplicidade este presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte,
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,
e de copo na mão
esperas amanhecer.
O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito,
o recurso da bola colorida,
o recurso de Kant e da poesia,
todos eles… e nenhum resolve.
Surge a manhã de um novo ano.
As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasto renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
A vida escorre da boca,
lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.
"Não há mistério para ser feliz. Agradeça! Agradeça e agradeça. Depois repare a sua sensação. Isso é a felicidade!"
Quando eu já nem sentia
O cheiro de cigarro e suor não me injúria
A água do chuveiro doía
O som do quarto ligado eu nem mais ouvia
O cabelo engrenhado de 7 dias eu já nem sentia
E quando eu já nem sentia
Nem o espelho eu mais via
O filme que preferido virou alegoria
De quando eu sentia
E agora, a sujeira na casa eu já nem mais via
E nem lembro de quando sentia
Quando eu morrer, pode até me esquecer, eu não vou me aborrecer, mas não me massacre pois, eu não vou poder me defender.
Maldito os dias em que insisto em te ignorar,
Nos quais não busco sua Santa Presença!
Malditos sejam tais dias,
pois minha alma dói de saudades de Você!
O que posso fazer?
Por acaso posso te deixar?
Você se tornou o pão do meu dia
e o maior motivo da minha alegria
Tu és meu Deus amado,
do qual nunca vou conseguir me desconectar
O calor do Teu Espírito é minha casa,
o lugar onde tenho calma.
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