Nao Magoe um Alguem
Essa musica me descreve nesse momento
Linkin Park - Somewhere I Belong
E eu não tinha nada a dizer
Eu não acredito que não caí na real
(Eu estava confuso)
Olhando para todo lugar só para encontrar
Este não é o jeito que eu imaginei na minha mente
(Então o que eu sou)
O que eu tenho além de negatividade
Porque não posso justificar a forma que todo mundo está olhando para mim
(Nada a perder)
Nada a ganhar - vazio e sozinho
E a culpa é minha, e a culpa é minha...
A maioria das pessoas não têm capacidade de compreender a verdadeira escuridão, mas tentam consertá-la de qualquer maneira.
O que consegues quando atinges os teus obejectivos não é tao importante como o que te tornas ao atingi-los.
Quando a pessoa supera o fim do relacionamento, ela não precisa bloquear a outra do Facebook, nem do WhatsApp, nem da vida. Superar o fim do relacionamento é aceitar os rumos diferentes que as vidas tomaram. É soltar as mãos do passado e encarar a realidade.
Não sou perfeito!
Sou humano, com tendência a falhar,
mas sigo uma ordem em minha vida:
não engane e nem se deixe enganar.
O problema não é a atitude impensada que tomamos, mas sim as consequências que cada uma delas causará aos outros e a nós mesmos.
– Acho engraçado, você diz que tem medo de compromisso e relacionamentos, mas não parece ter medo de estar comigo.
– Não preciso ter medo.
– É mesmo? Por quê?
– Porque estamos fingindo.
Se tem alguma coisa que estou aprendendo com essa louca existência é não julgar o próximo. Não nego que já julguei os outros, e muito, e que atire a primeira pedra quem nunca julgou. É inevitável, entretanto, com o tempo, acredito que seja controlável. Julgamento é uma opinião egoísta sobre algo que idealizamos, e tendemos a nos decepcionar e ficar irritados quando as coisas ou as pessoas não são como queremos. As pessoas são o que são, mas nós somos tão cegos que construímos imagens falsas, criamos armadilhas para nós mesmo. A culpa é toda nossa. Sim, é nossa. Não deixamos os outros serem como são, e qualquer mudança de atitude de outrem já é motivo para desconfiança. Mas o que é isso? Por que apenas não respeitamos a personalidade do próximo sem questionar? Todos têm seus altos e baixos, mas somos tão egoístas por natureza, que qualquer detalhe é motivo para ficarmos exacerbados. Viemos de uma cultura que não tem por princípios aceitar o indivíduo como ele é, e o julgamento torna-se a palavra chave quando se trata de seres humanos. Seriamos tão mais felizes se esquecêssemos de viver a vida do outro e vivêssemos a nossa própria vida, nossa própria privacidade, nossa liberdade. Todos temos o direito de errar, de falhar, e de ser aceito pelo modo que agimos, mas nunca de julgar e sermos julgados. Se agimos de tal modo, por mais impulsivamente que seja, é o modo que, naquele momento, queríamos ter agido. Não existe o certo, não existe o errado, não existe presente, futuro. Cada momento vivido é passado, e é lá que começam as raízes de nosso maléfico ato de julgar. E se pararmos para pensar, julgar não faz sentido, julgar faz sofrer. Compreender e respeitar deveriam ser o topo da pirâmide. É difícil no começo, é necessário paciência, mas isso tudo é adquirido através da experiência. Deslizes acontecerão vez ou outra, somos humanos e propensivos a errar, mas é com o tempo que obtemos a maturidade suficiente para entendermos que o julgamento não nos leva a lugar algum, aliás, é um passo atrás de tudo que acreditamos. Deixar as pessoas ser como são, sem criar expectativas, curtir cada momento, seja ele bom ou ruim, sem pressão. Vamos aprendendo a lidar com as diferenças, ninguém é dono de ninguém, ninguém é dono de si.
Se queres amar a vida, eu preferiria dizer, se queres apreciá-la lucidamente, não te esqueças que morrer faz parte dela. Aceitar a morte -a sua, a dos próximos- é a única maneira de ser fiel à vida até o fim.
Mortais e amantes de mortais: é o que somos e o que nos dilacera. Mas essa dilaceração que nos faz homens ou mulheres, também é o que dá a vida o seu preço mais elevado.
Se não morrêssemos, se nossa existência não se destacasse assim contra o fundo tão escuro da morte, seria a vida tão preciosa, rara, perturbadora? “Um pensamento insuficientemente constante sobre a morte, escrevia Gide, “nunca deu valor suficiente ao mais ínfimo instante de vida.”
Portanto é preciso pensar a morte para amar melhor a vida -em todo caso, para amá-la como ela é: frágil e passageira- para apreciá-la melhor, para vivê-la melhor, o que é uma justificação suficiente para este capítulo.
Aquele arrepio na espinha eu não queria sentir com você, por medo de me apaixonar, depois do seu beijo arrebatador senti e foi enlouquecedor. Venha beijar-me novamente desmanchando meu sorriso fazendo-me perder o juízo.
Torturadores não têm ideologia. Torturadores não têm lado. Torturadores são apenas torturadores. É o tipo humano no nível mais baixo que a natureza pode conceber. São covardes, são assassinos e não merecem em momento algum serem citados como exemplo.
Se não for o que imaginei, rasgo a folha e jogo fora. Viro a página e do início, risco e rabisco tudo novamente. Porque aí dentro há uma porção de histórias inacabadas.
Estou desistindo de você. Não porque não faz o que eu quero, mas por fazer questão de fazer o que não quero. Parece que estou sendo ditador? Não. Apenas não quero passar a vida inteira com uma inimiga que não quer fazer nenhum acordo que beneficie a ambos. Você tem a vida inteira para ser feliz e fazer o que quiser. Sozinha.
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