Nao Magoe um Alguem

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Sou um reflexo num espelho digital.
Quem sou diante ao o amor.

No início inocente da existência, o que éramos além de poeira cósmica dentro do resultado de uma explosão cujo único veredito foi o existir? Evoluir seriam créditos acumulados ou apenas a soma mecânica de existir na existência? Na nossa realidade contemporânea, parecemos apenas aprender a alienar a nós mesmos. A genialidade do homem reside em criar conflitos, uma linha que vai desde o domínio do fogo até as ilusões da alegoria da caverna.
É o despertar da poeira falante. Pois existo e, diante do todo, nada sou; mas ainda sou, e penso sobre o que sou. Pelo fato de ser e existir, ganho o poder de criar. Somos, ao mesmo tempo, a equação e o equivalente à caótica do ser diante de si mesmo. E, no fim desse processo, ainda somos aquela mesma poeira que olha para os céus e grita: "Eu existo".

O um pode ser tempo no espaço de frente para o espelho o espaço tornasse a distorção e multiplicação do foco num fonto da relativismo abrido a estrada da constante como fluxo é simplicidade o retrato do espelho no escuro da imensidão vemos o horizonte de eventos se dobrar diante a gravidade.

O Emaranhado Cósmico das Almas.


​Por Celso Roberto Nadilo


​Há um sentimento de emaranhado quântico nos sonhos que dividimos; estamos ligados por sentimentos, observando uns aos outros em perfeito equilíbrio. As luzes de outros universos nos guiam e nos mostram os moldes de um mundo no qual somos únicos. Sempre tão longe e, ao mesmo tempo, tão perto da compreensão... A ponto de que, se nos encontrássemos ou soubéssemos da existência mútua, ambos deixaríamos de existir. Esta poesia cósmica é voltada para a aurora, como o canto do pássaro a cada amanhecer.
​Mesmo que marquemos os nossos destinos e sejamos egoístas e destrutivos, ainda existimos em uma utopia de compreensão e paz — até que o vizinho decida fazer um churrasco e comemorar, até o amanhecer, a futilidade do futebol.
​É no sono profundo que temos convicções de outras realidades. Damos livre-arbítrio à alma. Alguns dizem que ela não existe, pois a desilusão da vida religiosa os transformou profundamente em seres frios, realistas e sensatos; contudo, estagnados na profundidade de sua própria evolução. Parecem-se com os alienados pela perspectiva de seu líder político de estimação ou de sua crença religiosa.
​Eu vejo tudo com a liberdade de compreender aquilo em que acredito: o limite da criação e a evolução. Afinal, evoluímos sonhando dentro de uma caverna, buscando o mundo espiritual e uma vida melhor para todos. Evoluímos pensando, olhando para outros mundos, indo aonde ninguém foi, descobrindo novos sonhos e horizontes dentro de nós mesmos. Buscamos as estrelas para reencontrar o que fomos em um momento único e surreal.
​No escuro do espaço, não sinto medo; vejo descobertas, conhecimento e novas oportunidades de ampliar o ser ou de se conhecer melhor. Quando vejo o incrédulo que não conhece a própria alma diante do universo, enxergo um terraplanista na desilusão do seu ser perante a grandeza universal.
​Quando morremos, caminhamos para a escuridão. Quando vi meu desespero refletido no espelho, olhando para o infinito, percebi que olhava para o abismo — e vi que o abismo olhava de volta para mim. Percebi que nada é definitivo ou eterno diante do tempo. As almas existem, e não como as metáforas daqueles que abrem o jornal da mesma forma que abrem suas mentes: moldadas em um conhecimento frio e abstrato.
​O cosmos é muito maior do que podemos imaginar para sermos meros joguetes de uma mente que viaja para a morte ou que deixa de existir meramente no curso da evolução existencial. Para continuar além da perspectiva, somos a verdade da equação que mostra o relativismo em sonhos — as respostas que temos hoje porque, um dia, acendemos a luz dentro das cavernas. Nossas almas tocaram os céus, e vimos espíritos que tocam nossas vidas.

As correntes marcam os pulsos. Cortes profundos dão a certeza do início: corta-se um pé, depois alguns dedos, para que ninguém reclame da falta de liberdade. Trabalho escravo: trabalha-se seis dias, descansa-se no domingo — e dizem que já existem "direitos trabalhistas". As tripas espalhadas pelo terreno são daquele que tentou reclamar; agora, nem os porcos querem sua carne. Ao longe, os corvos levam tiros, pois nem a eles é dado o direito de consumi-la. Seus olhos são jogados no telhado, pasto para os ratos.
​— Posso enterrá-lo no cemitério da igreja?
— Que absurdo! Só os barões do café compram terreno no céu.
​Jogue-o na fogueira até virar pó, pois a semana ainda não terminou. Deixe os ossos para a sopa, misturados aos restos da casa para que todos comam, afinal, a dívida deste mês já está cobrada.
​Agora, ligue a televisão. Chame todos para assistir ao jogo da Copa: a distração faz parte da divisão. Sirva pão duro e suco de limão. Pode fazer pipoca com o milho mofado. Vamos abrir uma Live. Peça para as costureiras da Bolívia virem, pois ainda temos vagas na fazenda.
​No trabalho, o celular é proibido. Não há direito a médico, nem a dentista. Os corvos continuam famintos diante da escravidão. E o algoritmo segue ditando as regras nas correntes das big techs.
​— Celso Roberto Nadilo
Governantes de nossas almas

O que a ilusão?
Nas fronteiras dos meus sonhos...
O amor é uma flor ou um espelho.
O amor é ser sensato na razão.
É simplicidade mergulhar no infinito.
Sendo a dor sentimento pequena gota que desdém o universo.

Somos a elipse do passado e do futuro, no âmbito de um conhecimento que nasceu diante de um universo de possibilidades. Dentro de nossas próprias propriedades, somos o início, o meio e o fim da nossa espécie.
​No sonho profundo da humanidade, nossos pensamentos são sentimentos fragmentados por lembranças no espaço e no tempo. Marcamos cada instante com um significado complexo, cheio de caminhos — como as circunstâncias de uma ferida exposta no cosmos. Somos pequenos grãos na imensidão, passando pelas areias do tempo e cobrindo o intenso marco da existência.
​Essa vertente trabalha em si, para si. O "eu" caminha por sua origem e dá-se conta de que o vazio é parte do todo, entregue à ilusão do ser temporal. Estamos envoltos na mesma linha de pensamento em que a matrix da realidade ambígua é moldada por você. Pois cada instante da vida é único, até que a própria vida se torne uma nuvem a pairar no limiar de um evento massivo.
​Dentro de cada crônica, o ambiente torna-se aceitável para que haja a compreensão do ser. O paradoxo ganha contornos de realidade num pensamento que viaja pelos conceitos básicos da humanidade. Mesmo assim, a alienação intelectual reage ao termo da existência como um mero lapso temporal.
​As frequências são os padrões para os quais as sombras servem de tradução no espaço-tempo.
​— Por Celso Roberto Nadilo

​O Despertar da Poeira Falante
​No estado inerte da matéria profunda, tateamos o sentido em um manto vibratório. Ali, onde a ordem universal estabelece suas leis imensas, o caos nos empurra para a frente, avançando sempre em direção às perguntas que geram novas perguntas. A própria Relatividade responde ao contínuo do espaço e do tempo, desabrochando a cada amanhecer e dando asas aos elementos abstratos — sintéticos ou ainda por conhecer — para que possamos prosseguir nesse processo seletivo de compreensão que a vida nos proporciona.
​Tudo está em movimento, até mesmo o inerte, pois cada ser carrega o tempo e o espaço no contínuo exato de sua existência. No microespaço, dois seres se conectam pelo emaranhado quântico, possibilitando viagens temporais e dobrando as dimensões como as cordas de um violão, onde cada nota ressoa como um momento na história.
​Lá fora, nas cascatas de energia de Andrômeda, os aglomerados de estrelas irradiam uma luz que intriga: ver essa energia viajar por milhares de anos-luz nos dá a perspectiva de que o cosmos pulsa e chora, espalhando suas emoções pelo universo. Como poeira falante, observamos o universo derramar suas lágrimas nessa monumental novela cósmica.
​E quando a estação espacial orbita a Terra, olhamos para a imensidão e percebemos o quanto estamos ligados ao momento da criação. Em um suspiro cósmico, a humanidade saiu das cavernas, olhou para as estrelas e abraçou o universo.

Virtude de um caminho para as estrelas,
num ser fulgurante de atos sonsos e divergentes.
Nos espelhos quânticos, os ecos atrozes de linhas temporais distintas
ressoam no espaço e no tempo da continuidade...
​Fecham-se os olhos na solitude dos astros.
Nas páginas de um diário reflexivo,
seres pujantes se exploram no limiar das almas aniquiladas."
— Celso Roberto Nadilo

Metáforas de cores reluzentes transcendem a percepção aguda sob um ângulo corretivo.
​A percepção do azul, na velocidade magnética, atinge o ápice do ego expressivo; no espaço contínuo, essa mesma velocidade projeta o vermelho como cor de fenda, num pequeno rasgo do espaço-tempo.
​A translação do ar reflete o status do fluxo no meio ambiente. Quando o ar é quebrado pela velocidade do som, as ondas de impacto materializam a sonoridade em cor que se dissipa no exato instante do estampido.
​O ar comprimido da existência — metáfora quadriculada em estado primitivo de inércia — desperta. A energia se manifesta na primazia do branco, como o rastro da difusão de uma viagem temporal que deixa em seu rastro a pura sensação do vazio.

O branco, em sua aparente neutralidade, delimita fronteiras rígidas. Apenas um pequeno percentual do absurdo humano é capaz de de fato transcender o branco, rompendo as linhas da diferença social e o peso dos padrões impostos pela sociedade.

O amor próprio tem opinião e fotos de status, no linear do dia ver o por do sol...
Te da um significado e um sentido de ser.

Sou o posso ser e eu sou..
Um ser crítico que sobrevive no ser do meu eu e ainda sou eu diante das probabilidades sou que sou nada mais que eu convicto de ser que sou nada mais além...
Tento responder para ego o eco do eu mais involuntário apenas sou.

Seres cegos,
Pois lamento pelo humanidade.
Sois fruto do futuro ate amanhã seja apenas um deserto de desolação.
Nos primórdios da almas as palavras jogadas nas paredes são nov ecografia da era da pedra.
Vamos precisar de uma pedra roseta.
Nossa civilização terá sobras ou seremos essas sobras sem intelecto,
Otopia dos macacos...
Num suposto telema do amanhã serei um pássaro no mural da eternidade ou serei parte da música cantada na fogueira... ou serei a poeira do universo...
O eterio momento irônico...
Espírito humano transcende o indivíduo digital para uma nova expressão de consciência. O ser alienado.

Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...


Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.

Logo é breve mais mesmo eterno...
Pois o cair da poeira na ampulheta é um grãos de pensamento na imensidão de valores éticos e morais.

Porque agradeço pela agressão moral e verbal com um sorriso sem discutir...
Pois moral pessoal não ser o discurso e ter a razão racional dentro de si pois se não tem verbal para que gastar tempo e intelectual?

Na hora do almoço tenho despertar de um pouco de alívio...
Novas crônicas das asas da alma voando livremente em meus pensamentos... tão alto e tão longe que chega o fim do intervalo.

Pele parou um conflito de guerra...
O sacrifício de um homem na frente de tanque guerra, pessoas foram contra a ditadura militar. Tudo mundo melhor.
As pessoas deviam olhar para o amor não fazer guerras criar conflito por ganância e luxuria do ego humano se pode dizer humano.
"Se a genialidade de Pelé foi o farol que dissipou, mesmo que por instantes, a névoa de uma guerra, e se a coragem de um homem diante de tanques foi a semente que rompeu o asfalto da opressão militar, por que insistimos em caminhar pelas sombras? Aqueles que nos antecederam plantaram o desejo de um mundo melhor.
​É hora de arrancar as ervas daninhas da ganância que sufocam a nossa história As guerras nada mais são do que o incêndio provocado pelo ego, uma fogueira de vaidades que queima a nossa própria humanidade. Só o amor pode ser a raiz que nos sustenta e a água que apaga a nossa sede de destruição."
A pergunta que fica essas escolhas nos deixa a frente do grande filtro ou tras do grande filtro pois aa guerras so tras atraso tecnológico e ambiental.
Aonde vamos no inverso seremos cegos e vamos ser agressivo com ser pirata e predatório. Pensar no futuro é agir no presente em paz e consciente que temos presevar nosso ambiente aprender com meio ambiente todos estamos ligados numa teia ambiental. Que nosso bioma é unico no universo.
Diante do silêncio do universo, fica a pergunta: seremos capazes de superar o Grande Filtro da autodestruição, ou nos tornaremos apenas piratas predando o cosmos com a nossa cegueira? As guerras e o colapso ambiental são o atraso da nossa espécie. Salvar o futuro exige agir no presente, compreendendo que estamos todos entrelaçados na mesma teia viva. Nosso bioma é único no infinito; se não aprendermos a cultivar a paz e a preservar nossa casa hoje, seremos apenas uma breve faísca que o universo insistirá em esquecer."

Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.