Nao Magoe um Alguem

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“Se design é arte? Sim, design é a arte de fazer um projeto excepcional.”


Mônica Fuchshuber

O medo é um velho cego,
mudo e surdo que insiste em te proteger, mas é melhor o
perigo da coragem do que a proteção do medo. O medo de
nada serve, a não ser para te atrapalhar de viver livremente. O
medo são correntes para seus pés e algemas para seus
braços, e tampão para sua boca para te impedir de falar.
Não busque arriscar sua vida, mas também não busque a
proteção do medo, porque é uma proteção ilusória e fantasiosa.
O medo é uma mãe neurótica, surtada e protetora que te tranca
dentro de uma casa até que você morra de fome.

A vida é, verdadeiramente,
apenas um incômodo
em meio à paz na inexistência
e o descanso na morte.

Estranho estar exausto por falhas alheias, de um lado o agressor em paz descansando, de outro eu colhendo frutos do plantio dele, apenas por não ter feito boas escolhas

“Dentro de mim há um oceano de lágrimas, como o mar, nunca transborda, nele que me afogo.”

Sentimentos intensos demais para caber em palavras ou gestos de carinho.
Um universo inteiro preso no peito, gritando em silêncio… incompreendido.
Porque, em algum momento, a vida bateu tão forte que silenciou tudo o que eu era capaz de mostrar.

Viver significa ter um olhar renovado de esperança todos os dias.

"Um Ser Humano Eminente"

Desde cedo somos ensinados que a vida é feita de escolhas e consequência, onde o mal e o bem prevalecem, fomos ensinados a religião, os costumes de nossas famílias e o trabalho exaustivo que é viver obrigatoriamente em uma instituição ou emprego indesejado. No geral as propriedades existem no homem em estado latente, somos seres únicos e pensantes, mas desde o nascimento somos privados e limitados para o que naturalmente deveríamos ser ou fazer.

⁠É um vácuo de ideias e caos que prorrompe a barreira do pensamento, é perpétuo o momento que se estingue a sensação de se estar pleno, respiramos palavras e sentimentos, guardamos artes de lucidez e imaginações, escutamos Mozart para vivenciar o eterno, excluímos filmes para conservar os livros, e mergulhamos um nos outros pra abrigarmo-nos…

Há em mim um corpo que soa como uma casa alugada, as paredes sussurram em tons frios, o chão tem gosto de despedida, e cada passo ecoa como se eu nunca tivesse chegado, prisioneira de uma liberdade que só existe do lado de fora da minha própria pele, ou de dentro ? e, ainda assim, insisto em florescer no escuro, mesmo quando o mundo não me oferece nem a luz mínima para provar que existir não deveria doer tanto.
Então sigo… como quem tateia o invisível com mãos cansadas, tentando decifrar se sou eu que não caibo no mundo ou se é o mundo que me veste como um erro de medida, porque há dias em que respirar tem textura de ferrugem e o tempo escorre lento, espesso, quase audível, como se cada segundo me arranhasse por dentro. E nesse exílio, onde até o silêncio pesa, descubro que o abandono mais cruel não é o do outro, mas o meu mesmo, quando me acostumo a não pertencer, quando a minha própria alma aprende a falar baixo para não incomodar. Mas há também uma espécie de teimosia em mim, não como esperança clara, mas como uma lembrança tátil de que, talvez, existir não seja encontrar um lugar pronto… e sim suportar, com coragem, o desconforto de ainda estar se tornando.

O Hóspede das sombras


Desperta em mim um timbre industrial,
Gosto de ferro, nota aguda e fria,
Uma versão de traço não causal
Que ignora o sol e a própria luz do dia.
Tem o olhar cruzado, o norte em desatino,
Sabores amargos que a alma não traduz,
Habita o fosso, o avesso do destino,
E foge sempre que o afeto faz seu fluxo de luz.
À margem de tudo o que tento cultivar,
Ele se nutre do que eu quis esconder.
Sorri com o mal, sem medo de errar,
Pois não tem outro centro além do próprio ser.
Não guarda o peso da dor alheia no peito,
Não carrega a afeição, o laço ou o dever.
É gelo puro, instinto, um vácuo perfeito,
Um espelho cego que só quer se ver.
Eu sei, com clareza, que esse não sou eu,
Mas no cansaço de ser quem o mundo quer,
Invejo esse monstro que o abismo deu:
O lado de dentro que faz o que bem entender.

Quando a ciência se torna dogma, ela passa a ser um instrumento perigoso de poder.

Aprendi que a calma é muito mais desestabilizadora do que a raiva.


Que um sorriso desarma muito mais do que um rosto amarelo.


Aprendi que o silêncio perante uma ofensa, é um grito que faz tremer a terra.


Aprendi que o meu silêncio vale ouro.

Você tanto faz, que um dia você virá um tanto faz....

"Um cristão genuíno, jamais dirá o que pensa. Pois a ele, basta dizer o que Cristo quer que seja dito."

Ao passo que um ser humano é corrigido.

Sua consciência já fazia isso.

O uso da Varinha é também um olhar fractal às infinitas possibilidades internas e externas.

O instrumento musical é como a Varinha Mágica: Um instrumento de madeira, que com padrões de gestos com diferentes frequências, moldam a realidade do alvo.

A poesia é um antídoto contra a tristeza,
através dela enxergamos a beleza
que, nos rodeia e conseguimos mudar a cor de um dia cinzento.
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. então que tu ouça desde os céus, teu lugar de morada, que perdoe, e que recompense a cada um conforme todos os seus caminhos, pois conheces o seu coração (só tu realmente conheces o coração do homem),