Nao Magoe um Alguem

Cerca de 885708 frases e pensamentos: Nao Magoe um Alguem

Fico muito agradecido com vossas palavras, como sabes, é a realização de “um sonho que nunca deixei que roubassem de mim”. Sempre estive confiante em minha trajetória, valorizando um passo por vez, buscando sempre e sempre aprender algo novo a cada novo raiar do sol. E saibas que dentro dos frutos que estão por vir, dos novos passos, das montanhas que serão escaladas e conquistadas, você estará comigo, me dando forças e encorajando-me em novos degraus que vamos juntos apropriar-se. A ti agradeço por ser esta pessoa especial e saibas que na minha história de vida, tem um capítulo que escrevo junto com você.

A ansiedade é como uma tempestade dentro da nossa mente, um turbilhão de preocupações que parecem nunca se acalmar. Mas é importante lembrar: ela não define quem somos. O segredo está em aprender a respirar, a encontrar pequenos momentos de paz no meio do caos. Porque, mesmo quando o medo tenta nos consumir, temos o poder de buscar a serenidade dentro de nós.

⁠⁠No mundo encantado, negociar é saber oferecer exatamente o que precisam e cobrar um preço justo pelo o que você tem a oferecer.
No mundo real, negociar é ganhar mais e oferecer menos.

⁠Toda pessoa que se vitimiza precisa de um vilão pra justificar seu papel de vítima e dar caráter de argumento à interpretação deturpada que faz dos fatos. Então sempre se verá atacada, independente de agressão, para ter a quem culpar por seus próprios rancores.

⁠Sentava-se no chão, e respirava fundo com o caderno aberto à frente, um branco de silêncio. Branco de tudo o que não conseguia dizer, um branco que ameaçava engolir o resto de tudo que construiu. Ele olhava para aquela página como quem olha para o próprio fim. Sabia que nunca se entra duas vezes na mesma história, mas naquele dia não conseguia entrar em história nenhuma.

SANGUE DE PRETO

Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!


No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.


Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.


Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:
Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!


No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.


Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.


Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:

— Meu Deus, meu Deus,
por que nos abandonaste?


Criaturas desalmadas,
que além de tudo isso,
ainda nos faziam assistir
nossas mulheres serem violentadas.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Preto sem eira nem beira,
forçado a dormir
sobre a própria sujeira.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.


De longe, consigo ver terra firme!
Uma ponta de esperança
renasce em meu coração.
Chegando, sou chamado
de Preto João!
Sinto a areia entre meus dedos,
e com o resto das minhas forças
tento escapar.
Escuto um estrondo —
meu peito começa a sangrar!


— Meu Deus, meu Deus,
por que me abandonaste?
É sangue, sangue de preto,
na areia onde, por fim, me deito.

O tempo passou, o chicote calou,
mas a dor no peito não se apagou.
Mudou o discurso, mudou até a nação,
mas tem muita gente com a alma de trabalhador nas mão.


A única coisa que mudou, então,
foi o nome dos patrão —
antes chamados de senhorzinho,
agora têm CNPJ e razão!.

Ser um profissional criativo é colocar em prática o dom da criação que Deus depositou em nós.

É bem verdade que cometi erros no passado. Você seria um erro?

Taças roubadas,
corações feridos,
histórias que doem
sem pedir licença.


Um encontro intenso,
na ânsia de ser,
de ter,
de sentir,
de estar.


A razão grita: não.
O desejo arde: sim.
E o óbvio infame
se impõe —
não dá.


Fica o gosto amargo
do fracasso,
a sombra da inutilidade,
o eco da insuficiência.


A realidade,
crua e implacável,
não tem como consertar.

Quando me sinto extremamente fragilizado por um tempo maior do que o razoável para me sentir dessa forma tenho que me questionar se é a vida mesmo que está me batendo muito forte, ou se sou eu que estou me posicionando de forma inadequada frente a ela. Muitas vezes não é o mundo que é tão ruim quanto parece, mas nós é que somos fracos demais para amenizar os impactos que outros rebatem sem maiores dificuldades. Esse entendimento é fundamental para uma decisão que pode fazer toda a diferença: devo concentrar minha energia para mudar o contexto à minha volta ou o que tem que ser mudada é minha postura interior de reação? A solução pode estar na resposta a esta pergunta!

Cada qual adota o comportamento que é melhor para sua vida, e a escolha é um direito inalienável da pessoa humana. Nosso histórico de perdas e ganhos é que vai nos mostrar qual o melhor modelo, daí porque há de se buscar entender e respeitar as diferenças.

Cada um a seu nível, o homem erige monumentos, entalha frases em árvores, imprime sua pegada no cimento ou até escreve nas portas dos banheiros. Mas
o ponto comum é que todos buscam, de alguma forma, deixar a marca de sua passagem. O maior de todos os crimes é se omitir.

O sucesso deve ser um estado buscado mas nunca atingido, já que o maior dos problemas é satisfazer-se e parar de buscar.

A vida é um drama sem meia-entrada onde uns escolhem pagar o ingresso mais caro para assistir da platéia, outros atuam nos bastidores em troca de casa e comida e os que não podem pagar nem a frisa são postos para fora.

Tem pessoas que se acham inteligentes mas agem como imbecis completos, adotando um comportamento arrogante de poder por meio de usurpação ilegítima sem qualquer base na realidade, já que dependem de todos e se comportam como se não dependessem de ninguém. Com ações calhordas ainda conseguem afastar os poucos que poderiam valer-lhes para estender um pouco mais o momento da queda definitiva e claramente previsível.

O mundo de algumas pessoas é como um castelo de cartas em que a mais leve brisa ou um pequeno “peteleco” o deita por terra. Só elas, no entanto, em suas débeis fantasias, acreditam que construíram fortalezas e se entrincheiram no que, de real, só existe em suas próprias cabeças.

A vida só faz sentido quando se mostra como um espiral, que eleva seu patamar a cada volta sem reincidir sobre a linha anterior. Toda vez que se apresentar como moto-perpétuo – que repete a mesma trajetória indefinidamente – está na hora de se romper com as estruturas que lhe dão sustentação.

É mais fácil esquecer e perdoar um desatino grave - mas pontual e episódico - do que os que se mostram recorrentes, numa alternância entre malfeitos e arrependimentos que minam tudo o que antes fazia valer o relacionamento. Enquanto os primeiros o tempo naturalmente se incumbe de apagar, seu transcurso nestes últimos só reforça a certeza de que a única forma de ter a paz de volta é o distanciamento do foco gerador de maneira inadiável, decisiva e irreversível. Como já alertava Oscar Wilde, são os pequenos atos de cada dia que fazem ou desfazem o caráter.

A forma de criar um escudo protetor contra as pessoas que nos constrangem o espírito é primeiro criar para nós mesmos as regras de convívio que estabelecemos com elas e em nenhuma circunstância abrir mão delas para que descubram que não podem atingir-nos com sua prepotência, tentativas de insurgência ou poder de intimidação. A segunda medida é definir canais de contato que nos permitam refletir sobre o que nos pedem, avaliar tudo o que possa induzir-nos a erro e escolher com toda cautela as decisões que se mostrarem mais confiáveis.

Por conta de uma sociedade que se estruturou sobre corrupção como meio de vida, sou um desses sujeitos tidos como “certinhos otários”, ingênuos candidatos a vítimas preferenciais dos “mais espertos”, ou tidos sistematicamente como inflexíveis e fora de contexto, até descobrirem que sou apenas mais um “panaca” que optou por ser honesto.