Nao Magoe um Alguem
Diferença do professor e do mestre!
A conclusão que cheguei é que o mestre é um grande professor!
Porém aquele que transforma as suas dificuldades diárias em portas abertas para possibilidades, e ainda é capaz de mostrar como se faz ao seus seguidores, aquele que esta sempre buscando conhecimentos e aperfeiçoamentos,
podemos dizer que
isto é ( ÓMestre
o grande Professor ).
E se hoje seus alunos e seus colegas de profissão Ó seguem é porque foram colocados ao ensino de um: Gigantesco Mestre Professor, tatuado e amado por Deus !
Parabéns pelo seu dia!
Um foda-se na vida,é um se foda mesmo.
Então "bora"viver o hoje porque o amanhã só o destino sabe....
"Amor é quando um casal se olha profundamente e sem motivo algum eles começam a sorrir. Isso na vdd sao os corações desse casal se comunicando através do olhar que é expressado pelo sorriso."
Nunca deixe que um vento apague sua força de vontade, fé será o melhor caminho para todos os destinos.
"Toda e qualquer interferência ao pressuposto “nada” é como um “ruído” que busca dar forma à intenção do autor e significado ao observador."
"Tudo é palavra, inclusive o silêncio e, nada grita tão alto como um olhar que, muitas vezes, pode nos dizer muito mais que mil palavras faladas."
Mais um dia chega ao fim
Agora já começando a escurecer
Com o pôr do sol, que foi tão agradável todo o dia
Começa a desabrochar o luar
Com toda sua beleza sobrenatural
Sinto que a noite será ainda mais bela
Apesar da escuridão
Que invade a noite adentro
Pois terá uma lua bela a iluminar
Começo a analisar o porquê de tudo
Como foi o dia, seus prazeres e suas decepções
O porquê de tantas guerras, tantos conflitos
O porquê de ter mais um dia de vida
Penso em que proveitos tirei por ter sentido
Mais uma vez o calor do sol
Ter respirado esse ar, tão necessário
Apesar de já todo poluído
Agradeço a um ser supremo, Deus
Por ter me dado forças para vencer
Mais um dia de tantas injustiças, desajustes
A esse Deus que tanto confio e amo
Recordo de tudo que me ocorreu durante o dia
Daquele que me pediu um pedaço de pão
Da criança que me chamou para brincar
E que me pediram tantas coisas
Até mesmo um pai que não bebesse
Daqueles homens fardados
Que injustamente maltratavam
Menores de dura sobrevivência
E que andam a pedir( ou roubar) pelas ruas
De desavenças que existem
Entre tantos casais, dos drogados
Que escolheram o caminho do álcool e das drogas
Das mulheres e dos homens que hoje
Fracassaram e se prostituíram
Da desumanidade dos políticos
Que tomam medidas que lhes enriquecem
E maltratam a classe dos trabalhadores
Dos bóias-frias, que são impostos a trabalhar
Sob a pena de capangas
Do operário que morreu, por falta de segurança
Em seu próprio trabalho
E peço a Deus, o onipotente
Que ilumina a cada dia
O coração dessas pessoas, e ensina-lhes
A serem um pouco mais humanos.
Resta e falta...
Resta a orquídea maravilhosa,
com a mais linda cor,
resta um pouco de prosa,
resta muita dor
resta a amizade,
a solidariedade,
a saudade,
a cumplicidade
resta o juramento,
a confiança,
o sofrimento,
a esperança
resta a taça de vinho,
o espaço no edredom,
todo o carinho,
a marca do batom
resta o luar,
resta o mar,
resta a tarde crepuscular,
resta o aperto ao abraçar
resta um nome,
um prosador,
um homem,
um sonhador
resta o palhaço,
o sorriso,
o espetáculo,
o paraíso
resta a atitude,
a ternura,
a plenitude,
a candura
resta a canção,
o coração,
a paixão,
falta-me o perdão
o que resta não falta,
resta uma poesia,
resta a tua volta,
espero por esse dia
ainda é amor,
e nada mais resta,
e se assim não for,
é o fim de uma festa
resta a opinião,
resta a franqueza,
falta tua sedução,
falta tua nobreza
resta a teimosia,
resta a firmeza,
resta a alegria,
falta tua beleza
resta a arrogância,
resta a implicância,
falta tua tolerância,
falta tua elegância
resta a carícia,
resta o carinho,
falta tua delícia,
falta teu ninho
resta a massagem,
resta a gentileza,
resta a mesma mensagem,
"eu te amo com certeza"...
Seus cabelos eram ondulados
Tipo, ondas.
Ondas de um mar
Que tinha uma maré fortíssima!
Tão brava e forte
Que fez eu me perder
Neste mar, oceano... Como quiser!
Inegavelmente, um lugar;
Que sem dúvidas, era lindo...
Com pouco glamour e muita beleza!
Mas, muito confuso...
Tanta confusão, que me fez perder
O bem mais precioso de um homem...
A razão!
Crônica: Lembranças de um velho amigo.
Um dia a maioria de nós irá nos separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido...
Quase todos os dias era assim, ele chegava na casa dos meus pais sempre pela manhã, trazia sempre o suor no rosto o corpo cansado e nada no bolso. (Edson Gomes) mas trazia também sua cartucheira no umbro, (era uma simples espingarda de socar, mas ele a chamava de cartucheira, kkk) de longe já dava para ouvir seus passos arrastando seu chinelo de couro, que ele mesmo dizia confeccionar, era passadas inconfundíveis, estava sempre cansado devido a longa caminhada de sua casa ate a nossa, mas o sorriso e as brincadeiras que era sua marca registrada, sempre chegava primeiro, e nem de longe se percebia o peso do sofrimento que o acompanhava, a fome e o pulmão piando por causa da asma não tirava a sua alegria, que contagiava todos que o conhecia.
Seu nome era: Dingo, mas também poderia ser chamado de trinco lumbrigo, cangaceiro, três por dia, e mais alguns outros que o tempo me fez esquecer. Talvez por ignorância ou mardade das pior, (como dizia o poeta) em todas as casa tinha o seu copo para beber água separado. A asma não é contagiosa, mas fosse falar isso para aquelas pessoas e até mesmo para ele, que nunca tomou um banho frio por medo de morrer. Certa vez meu pai mandou eu e ele prender o gado, (apartar os bezerros) e nesse dia formava-se pequenas neves nos céus, combinamos, e nos separamos a procura do gado, após procurar e não achar na parte que ficou para mim, fui ao encontro dele certo de que o encontraria junto com o gado, do outro lado do pasto, e lá estava o gado, e nem sinal dele, após prender o gado e procurar ele por todas as partes foi dar a noticia do seu desaparecimento ao meu pai, que preocupado exclamou: será que não foi tomar banho e morreu afogado? Mas logo lembramos que ele não colocaria nem as pontas dos pés em uma água fria. E já estava escuro quando meu pai disse: monta ai nesse jegue e vá na casa dele saber se ele chegou por lá. Gelei... Morria de medo de andar a noite, mas não me atreveria dizer isso ao meu pai, e lá fui eu. Oi de casa! Quem é? Respondeu o próprio. E lhe perguntei por que sumiu? E rindo ele responde você não viu a chuva que se formava? Fiquei puto de raiva, mas ele veio me trazer até próximo a minha casa.
Certa vez ele chegou la em casa, quando o dia ainda clareava, percebi em seus olhos que algo não estava bem, o que infelizmente era comum em sua jornada, mas ele nunca deixava que isso interferisse em seu jeito alegre de ser, mas nesse dia, a tristeza era visível em sua face - O que foi? Perguntei. Nada! Respondeu ele. E o silencio tomou conta de nós, até ele resmungou alguma coisa – O que você falou? Perguntei! Meu filho não dormiu esta noite, chorou a noite inteira. Ele ta doente? Perguntei, e antes que eu falasse qualquer outra coisa, ele disse não, é fome. E o silencio voltou a reina entre nós – até que eu falei: espera meu pai sair, ele vai para Santa Barbara – Ele já sabia do que eu estava falando, e quando meu pai saiu, peguei alguns pedaços daquela carne que ficava no fumeiro do fogão a lenha um pouco de fubá, farinha, feijão, e por mais incrível que pareça, ele já saiu dali cantando. Por causa dessa sua alegria contagiante todos diziam: Dingo é um homem de coração bom. Mal sabia ele que apesar do excesso de cuidados com a asma era justamente o coração que iria lhe deixar na mão.
“Vai meu amigo para o céu para você eu tiro o chapéu e faço uma oração para que os anjos na sua chegada cante canções apaixonadas cante coisas do sertão nessa minha despedida falo com a alma dolorida meu amigo vá em paz fico com o coração ferido porque te gosto demais. (Marcos Brasil, em Homenagem a Zé Rico)”
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades... Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações. Pois boas lembranças, são marcantes, e o que é marcante nunca se esquece! Uma grande amizade mesmo com o passar do tempo é cultivada assim!
AMADOR SEM COISA AMADA
Ando no cerrado sem coisa amada
No coração um eco de um amador
Que atroa pela emoção tão atada
A solidão, que se dissolve em dor
Se me quiser, não me traga cilada
Ou então me deixe imoto por favor
De tédio a alma já se acha calada
E o olhar, no chão, cheio de travor
Quando a ventura fica embaciada
A sorte se enche de um tal pavor
E a sensação fica toda prostrada
E no amador sem a coisa amada
Sou um apaixonado aonde eu for
Aprendiz, buscando está jornada
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Setembro, 2017
Cerrado goiano
Um homem com ego tem uma armadura linda feita de plástico onde qualquer coisa penetra, um homem sem ego tem uma armadura bruta feita de ferro puro onde poucas coisas penetram.
Um militar dificilmente se pode orgulhar de ter atingido um inimigo adormecido; é simplesmente uma questão de vergonha para o atingido. Preferia ouvir a sua avaliação após ver a reação do inimigo, pois é certo que, irado e indignado, ele em breve lançará um contra-ataque determinado.
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